Trabalho e Salários

Ladrilheiro: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de ladrilheiro no Brasil foi de R$ 2.690 por mês, e a média R$ 2.738,93. O cálculo usa 5.267 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7165-10.

Salário mediano

R$ 2.690

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.738,93

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.550–R$ 2.910

metade das contratações

Amostra

5.267

contratações no período

Como o salário de ladrilheiro se distribui

Distribuição do salário de admissão de ladrilheiro: metade das contratações entre R$ 2.550 e R$ 2.910, mediana de R$ 2.690A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.550) ao terceiro quartil (R$ 2.910). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.690. O ponto escuro é a média, de R$ 2.738,93. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milR$ 4 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,7 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 5.267 admissões de ladrilheiro em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 44 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 285. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 5.727 admissões e 5.505 desligamentos, saldo de +222 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 2.267 admissões e mediana de R$ 2.825.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como ladrilheiro. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 5 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um ladrilheiro por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.825R$ 2.745,242.267
Santa Catarina (SC)R$ 3.075R$ 3.022,56634
Rio de Janeiro (RJ)R$ 3.175R$ 3.114,51604
Goiás (GO)R$ 2.525R$ 2.519,57350
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.375R$ 2.492,49264
Paraná (PR)R$ 2.825R$ 2.760,84259
Distrito Federal (DF)R$ 2.425R$ 2.391,47251
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.175R$ 2.229,02109
Minas gerais (MG)R$ 2.625R$ 2.516,06108
Mato Grosso (MT)—R$ 2.355,1086
Amazonas (AM)—R$ 2.686,1273
Piauí (PI)—R$ 2.347,6349
Bahia (BA)—R$ 2.506,8344
Ceará (CE)—R$ 2.507,7236
Mediana do salário de admissão de ladrilheiro por estado, de R$ 3.175 em Rio de Janeiro (RJ) a R$ 2.175 em Mato Grosso do Sul (MS)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de ladrilheiro no período, da maior para a menor.Rio de Janeiro (RJ)R$ 3.175Santa Catarina (SC)R$ 3.075São Paulo (SP)R$ 2.825Paraná (PR)R$ 2.825Minas gerais (MG)R$ 2.625Goiás (GO)R$ 2.525Distrito Federal (DF)R$ 2.425Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.375Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.175
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como ladrilheiro no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 2.759,082334,5%
5ª Completo FundamentalR$ 2.726,211412,7%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.707,772865,5%
Fundamental CompletoR$ 2.737,7272914,0%
Médio IncompletoR$ 2.722,123727,1%
Médio CompletoR$ 2.742,553.45666,2%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.644,01391
25 a 29 anosR$ 2.713,24638
30 a 39 anosR$ 2.755,481.872
40 a 49 anosR$ 2.757,751.467
50 anos ou maisR$ 2.733,85894

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.739,77 (5.219 admissões) e mulheres com R$ 2.647,86 (48 admissões), uma diferença de 3,5% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 4.842 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 137 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 97 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 94 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 78 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 5 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7165-10
Título oficial
Ladrilheiro
Família ocupacional
7165 — Aplicadores de Revestimentos Cerâmicos, Pastilhas, Pedras e Madeiras

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para ladrilheiro

A CBO registra estes sinônimos para o código 7165-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Assentador cerâmico
  • Azulejador
  • Azulejista

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um ladrilheiro?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.690 por mês e a média R$ 2.738,93. Metade das 5.267 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.550 e R$ 2.910. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de ladrilheiro?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7165-10, dentro da família ocupacional 7165 — Aplicadores de Revestimentos Cerâmicos, Pastilhas, Pedras e Madeiras.
Em qual estado ladrilheiro ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 3.175 (604 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de ladrilheiro

Quanto um ladrilheiro ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.690 paga a quem é contratado como ladrilheiro fica 38% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 86% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.738,93 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de ladrilheiro se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo ladrilheiro entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 5.267 contratações de ladrilheiro do período ficou entre R$ 2.550 e R$ 2.910. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.550 e um quarto, mais de R$ 2.910. A distância entre as duas pontas é de R$ 360 por mês, ou R$ 4.320 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,14 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de ladrilheiro. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como ladrilheiro?

Entre os 9 estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro pagou a maior mediana de admissão a ladrilheiro: R$ 3.175 em 604 contratações. A menor ficou em Mato Grosso do Sul, com R$ 2.175 em 109 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 46%, ou R$ 1.000 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 2.267 das 5.267 admissões de ladrilheiro no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 46% vista aqui.

Dá para trabalhar como ladrilheiro sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de ladrilheiro foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 3.456 das 5.217 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 66,2%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.707,77 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.759,08 com "Até 5ª Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de ladrilheiro — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata ladrilheiro é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou ladrilheiro foi "Construção", com 4.842 admissões, ou 92,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 96,6% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de ladrilheiro tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Construção". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de ladrilheiro está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 5.727 admissões e 5.505 desligamentos de ladrilheiro, um saldo de +222 postos formais. O saldo positivo equivale a 3,9% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 4 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 5.727 admissões não querem dizer que existam 5.727 pessoas trabalhando como ladrilheiro no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.