Trabalho e Salários

Alimentador de linha de produção: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de alimentador de linha de produção no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 2.029,00. O cálculo usa 591.217 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7842-05.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.029,00

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.790–R$ 2.210

metade das contratações

Amostra

591.217

contratações no período

Como o salário de alimentador de linha de produção se distribui

Distribuição do salário de admissão de alimentador de linha de produção: metade das contratações entre R$ 1.790 e R$ 2.210, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.790) ao terceiro quartil (R$ 2.210). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 2.029,00. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 591.217 admissões de alimentador de linha de produção em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 629. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 703.251 admissões e 595.822 desligamentos, saldo de +107.429 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 201.325 admissões e mediana de R$ 2.175.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como alimentador de linha de produção. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. Recortes com menos contratações ficam em branco em vez de mostrar uma média instável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um alimentador de linha de produção por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.175R$ 2.172,77201.325
Paraná (PR)R$ 2.075R$ 2.098,8982.307
Santa Catarina (SC)R$ 2.125R$ 2.136,2660.168
Minas gerais (MG)R$ 1.825R$ 1.878,0654.074
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025R$ 2.045,1138.383
Goiás (GO)R$ 1.725R$ 1.805,0524.461
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.760,1515.025
Mato Grosso (MT)R$ 1.925R$ 2.063,4214.805
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.775R$ 1.837,4214.550
Ceará (CE)R$ 1.625R$ 1.669,6712.720
Pernambuco (PE)R$ 1.675R$ 1.701,4211.023
Amazonas (AM)R$ 1.975R$ 1.956,7510.466
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825R$ 1.886,789.730
Espírito Santo (ES)R$ 1.825R$ 1.853,509.248
Pará (PA)R$ 1.675R$ 1.740,948.371
Rondônia (RO)R$ 1.775R$ 1.831,154.136
Paraíba (PB)R$ 1.625R$ 1.670,523.573
Distrito Federal (DF)R$ 1.725R$ 1.754,313.321
Maranhão (MA)R$ 1.625R$ 1.728,172.545
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.658,782.450
Tocantins (TO)R$ 1.725R$ 1.765,612.260
Alagoas (AL)R$ 1.625R$ 1.665,502.019
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 1.657,551.740
Piauí (PI)R$ 1.675R$ 1.710,271.194
Acre (AC)R$ 1.675R$ 1.664,65691
Amapá (AP)R$ 1.675R$ 1.703,75302
Roraima (RR)R$ 1.625R$ 1.768,39256
Mediana do salário de admissão de alimentador de linha de produção por estado, de R$ 2.175 em São Paulo (SP) a R$ 1.725 em Goiás (GO)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de alimentador de linha de produção no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.175Santa Catarina (SC)R$ 2.125Paraná (PR)R$ 2.075Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025Amazonas (AM)R$ 1.975Mato Grosso (MT)R$ 1.925Minas gerais (MG)R$ 1.825Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825Espírito Santo (ES)R$ 1.825Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.775Rondônia (RO)R$ 1.775Goiás (GO)R$ 1.725
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como alimentador de linha de produção no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.036,052.5590,4%
Até 5ª IncompletoR$ 1.992,2913.0832,2%
5ª Completo FundamentalR$ 1.980,956.6351,1%
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.980,1030.0705,1%
Fundamental CompletoR$ 2.021,0246.2347,8%
Médio IncompletoR$ 1.997,4959.49310,1%
Médio CompletoR$ 2.035,72414.70770,1%
Superior IncompletoR$ 2.090,099.6561,6%
Superior CompletoR$ 2.148,468.3331,4%
MestradoR$ 2.352,14800,0%
Pós-Graduação completaR$ 2.304,803380,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.873,025.618
18 a 24 anosR$ 1.996,23214.750
25 a 29 anosR$ 2.032,42108.868
30 a 39 anosR$ 2.052,20142.407
40 a 49 anosR$ 2.068,6884.701
50 anos ou maisR$ 2.061,4933.189

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.043,31 (375.892 admissões) e mulheres com R$ 2.004,01 (215.325 admissões), uma diferença de 2,0% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 388.797 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 99.902 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 56.745 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 15.512 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 6.478 contratações.
  • Construção: 5.513 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7842-05
Título oficial
Alimentador de linha de produção
Família ocupacional
7842 — Alimentadores de Linhas de Produção

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para alimentador de linha de produção

A CBO registra estes sinônimos para o código 7842-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Abastecedor de linha de produção
  • Abastecedor de máquinas de linha de produção
  • Alimentador de esteiras (preparação de alimentos e bebidas)
  • Alimentador de máquina automática
  • Auxiliar de linha de produção
  • Operador de processo de produção

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um alimentador de linha de produção?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 2.029,00. Metade das 591.217 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.790 e R$ 2.210. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de alimentador de linha de produção?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7842-05, dentro da família ocupacional 7842 — Alimentadores de Linhas de Produção.
Em qual estado alimentador de linha de produção ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.175 (201.325 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser alimentador de linha de produção?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,5% tinham ensino superior completo ou mais e 70,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de alimentador de linha de produção

O salário de alimentador de linha de produção está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como alimentador de linha de produção fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.029,00 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de alimentador de linha de produção se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo alimentador de linha de produção entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 591.217 contratações de alimentador de linha de produção do período ficou entre R$ 1.790 e R$ 2.210. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.790 e um quarto, mais de R$ 2.210. A distância entre as duas pontas é de R$ 420 por mês, ou R$ 5.040 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,23 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de alimentador de linha de produção. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde alimentador de linha de produção ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 27 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a alimentador de linha de produção: R$ 2.175 em 201.325 contratações. A menor ficou em Roraima, com R$ 1.625 em 256 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 34%, ou R$ 550 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou alimentador de linha de produção no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 34% vista aqui.

Dá para trabalhar como alimentador de linha de produção sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,5% das admissões de alimentador de linha de produção foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 414.707 das 591.188 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 70,1%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.980,10 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.352,14 com "Mestrado". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de alimentador de linha de produção — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata alimentador de linha de produção é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou alimentador de linha de produção foi "Indústrias de Transformação", com 388.797 admissões, ou 67,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 95,2% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de alimentador de linha de produção tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de alimentador de linha de produção está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 703.251 admissões e 595.822 desligamentos de alimentador de linha de produção, um saldo de +107.429 postos formais. O saldo positivo equivale a 15,3% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 15 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 703.251 admissões não querem dizer que existam 703.251 pessoas trabalhando como alimentador de linha de produção no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.