Trabalho e Salários

Supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) no Brasil foi de R$ 3.750 por mês, e a média R$ 3.992,87. O cálculo usa 663 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7604-05.

Salário mediano

R$ 3.750

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 3.992,87

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 3.010–R$ 4.810

metade das contratações

Amostra

663

contratações no período

Como o salário de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) se distribui

Distribuição do salário de admissão de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro): metade das contratações entre R$ 3.010 e R$ 4.810, mediana de R$ 3.750A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 3.010) ao terceiro quartil (R$ 4.810). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.750. O ponto escuro é a média, de R$ 3.992,87. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 663 admissões de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 44 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 136. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 781 admissões e 1.351 desligamentos, saldo de -570 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Minas gerais, com 195 admissões e mediana de R$ 3.525.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de cima.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 3 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Minas gerais (MG)R$ 3.525R$ 3.674,05195
Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.175R$ 4.346,26164
São Paulo (SP)R$ 3.575R$ 3.724,23157
Ceará (CE)—R$ 3.962,6043
Bahia (BA)—R$ 4.819,4837
Santa Catarina (SC)—R$ 3.357,6231
Mediana do salário de admissão de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) por estado, de R$ 4.175 em Rio Grande do Sul (RS) a R$ 3.525 em Minas gerais (MG)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) no período, da maior para a menor.Rio Grande do Sul (RS)R$ 4.175São Paulo (SP)R$ 3.575Minas gerais (MG)R$ 3.525
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
6ª a 9ª FundamentalR$ 3.460,87396,1%
Fundamental CompletoR$ 3.665,42568,7%
Médio IncompletoR$ 3.785,686410,0%
Médio CompletoR$ 3.955,1839962,1%
Superior IncompletoR$ 4.835,48365,6%
Superior CompletoR$ 4.452,83497,6%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
25 a 29 anosR$ 3.563,2566
30 a 39 anosR$ 3.678,87218
40 a 49 anosR$ 4.287,15235
50 anos ou maisR$ 4.415,69116

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.137,22 (498 admissões) e mulheres com R$ 3.557,16 (165 admissões), uma diferença de 16,3% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 595 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 42 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 16 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 4 contratações.
  • Construção: 2 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 2 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7604-05
Título oficial
Supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)
Família ocupacional
7604 — Supervisores na Confecção de Calçados

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)

A CBO registra estes sinônimos para o código 7604-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Contramestre da indústria de calçados
  • Mestre (indústria de calçados e artefatos de couro)
  • Mestre sapateiro
  • Supervisor de acabamento de confecção de calçados
  • Supervisor de alta freqüência de confecção de calçados
  • Supervisor de corte de confecção de calçados
  • Supervisor de injeção de confecção de calçados
  • Supervisor de matrizaria de confecção de calçados
  • Supervisor de modelagem de confecção de calçados
  • Supervisor de montagem de confecção de calçados
  • Supervisor de pesponto de confecção de calçados
  • Supervisor de pré-frezado de confecção de calçados

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.750 por mês e a média R$ 3.992,87. Metade das 663 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 3.010 e R$ 4.810. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7604-05, dentro da família ocupacional 7604 — Supervisores na Confecção de Calçados.
Em qual estado supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Bahia teve o maior salário de admissão: R$ 4.819 (37 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)?
Entre as pessoas contratadas no período, 7,6% tinham ensino superior completo ou mais e 62,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro)

Quanto um supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.750 paga a quem é contratado como supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) fica 92% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 95% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 3.992,87 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 3.750 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 3.010 a R$ 4.810 significa?

Metade das 663 contratações de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) do período ficou entre R$ 3.010 e R$ 4.810. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 3.010 e um quarto, mais de R$ 4.810. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.800 por mês, ou R$ 21.600 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,6 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 3.750, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro).

Onde supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 3 estados com amostra suficiente, Rio Grande do Sul pagou a maior mediana de admissão a supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro): R$ 4.175 em 164 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 3.525 em 195 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 18%, ou R$ 650 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Minas gerais respondeu por 195 das 663 admissões de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 18% vista aqui.

Dá para trabalhar como supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 7,6% das admissões de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 399 das 643 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 62,1%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Incompleto" recebeu em média R$ 4.835,48, contra R$ 3.460,87 de quem entrou com "6ª a 9ª Fundamental" — 40% de diferença. A CBO em si não exige diploma para supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) foi "Indústrias de Transformação", com 595 admissões, ou 90,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 98,8% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 781 admissões e 1.351 desligamentos de supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro), um saldo de -570 postos formais. O saldo negativo equivale a 73,0% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 781 admissões não querem dizer que existam 781 pessoas trabalhando como supervisor (indústria de calçados e artefatos de couro) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.