Trabalho e Salários

Carregador (armazém): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de carregador (armazém) no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 1.984,88. O cálculo usa 58.093 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7832-10.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.984,88

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.730–R$ 2.130

metade das contratações

Amostra

58.093

contratações no período

Como o salário de carregador (armazém) se distribui

Distribuição do salário de admissão de carregador (armazém): metade das contratações entre R$ 1.730 e R$ 2.130, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.730) ao terceiro quartil (R$ 2.130). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 1.984,88. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 58.093 admissões de carregador (armazém) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 628. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 65.845 admissões e 49.786 desligamentos, saldo de +16.059 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 22.078 admissões e mediana de R$ 2.125.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como carregador (armazém). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 1 estado da tabela aparece sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um carregador (armazém) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.125R$ 2.107,2122.078
Minas gerais (MG)R$ 1.875R$ 1.936,386.683
Paraná (PR)R$ 2.125R$ 2.134,814.183
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.754,363.098
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.775R$ 1.841,142.901
Goiás (GO)R$ 1.775R$ 1.888,522.388
Santa Catarina (SC)R$ 2.125R$ 2.164,982.336
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.975R$ 2.016,092.273
Pernambuco (PE)R$ 1.675R$ 1.747,162.210
Pará (PA)R$ 1.675R$ 1.717,221.320
Mato Grosso (MT)R$ 2.125R$ 2.222,661.248
Espírito Santo (ES)R$ 1.875R$ 1.945,491.173
Ceará (CE)R$ 1.675R$ 1.722,541.146
Amazonas (AM)R$ 1.675R$ 1.668,84703
Distrito Federal (DF)R$ 1.725R$ 1.750,89634
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825R$ 1.991,16551
Paraíba (PB)R$ 1.625R$ 1.655,84529
Piauí (PI)R$ 1.625R$ 1.717,10500
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.653,88385
Maranhão (MA)R$ 1.725R$ 1.786,05358
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 1.713,74322
Amapá (AP)R$ 1.625R$ 1.666,38259
Tocantins (TO)R$ 1.775R$ 1.854,79241
Alagoas (AL)R$ 1.675R$ 1.724,04210
Rondônia (RO)R$ 1.775R$ 1.836,42146
Acre (AC)R$ 1.675R$ 1.718,18113
Roraima (RR)—R$ 1.729,7996
Mediana do salário de admissão de carregador (armazém) por estado, de R$ 2.125 em São Paulo (SP) a R$ 1.775 em Rondônia (RO)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de carregador (armazém) no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.125Paraná (PR)R$ 2.125Santa Catarina (SC)R$ 2.125Mato Grosso (MT)R$ 2.125Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.975Minas gerais (MG)R$ 1.875Espírito Santo (ES)R$ 1.875Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.775Goiás (GO)R$ 1.775Tocantins (TO)R$ 1.775Rondônia (RO)R$ 1.775
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como carregador (armazém) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 1.969,382870,5%
Até 5ª IncompletoR$ 1.996,599501,6%
5ª Completo FundamentalR$ 1.965,876251,1%
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.981,212.7744,8%
Fundamental CompletoR$ 1.982,323.9816,9%
Médio IncompletoR$ 1.980,775.3559,2%
Médio CompletoR$ 1.981,4440.73470,1%
Superior IncompletoR$ 2.035,031.6642,9%
Superior CompletoR$ 2.042,481.6482,8%
Pós-Graduação completaR$ 2.093,48660,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.904,90136
18 a 24 anosR$ 1.962,5120.919
25 a 29 anosR$ 1.988,6212.005
30 a 39 anosR$ 1.997,4414.427
40 a 49 anosR$ 2.007,087.577
50 anos ou maisR$ 2.018,352.891

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.965,51 (44.252 admissões) e mulheres com R$ 2.046,80 (13.841 admissões), uma diferença de 4,0% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Transporte, Armazenagem e Correio: 25.869 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 16.432 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 8.450 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 4.541 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 1.449 contratações.
  • Construção: 560 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7832-10
Título oficial
Carregador (armazém)
Família ocupacional
7832 — Trabalhadores de Cargas e Descargas de Mercadorias

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um carregador (armazém)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 1.984,88. Metade das 58.093 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.130. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de carregador (armazém)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7832-10, dentro da família ocupacional 7832 — Trabalhadores de Cargas e Descargas de Mercadorias.
Em qual estado carregador (armazém) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.125 (22.078 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser carregador (armazém)?
Entre as pessoas contratadas no período, 3,0% tinham ensino superior completo ou mais e 70,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de carregador (armazém)

O salário de carregador (armazém) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como carregador (armazém) fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.984,88 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de carregador (armazém) se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo carregador (armazém) entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 58.093 contratações de carregador (armazém) do período ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.130. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.730 e um quarto, mais de R$ 2.130. A distância entre as duas pontas é de R$ 400 por mês, ou R$ 4.800 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,23 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de carregador (armazém). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde carregador (armazém) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 26 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a carregador (armazém): R$ 2.125 em 22.078 contratações. A menor ficou em Amapá, com R$ 1.625 em 259 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 31%, ou R$ 500 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou carregador (armazém) no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 31% vista aqui.

Dá para trabalhar como carregador (armazém) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 3,0% das admissões de carregador (armazém) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 40.734 das 58.084 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 70,1%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.965,87 com "5ª Completo Fundamental" a R$ 2.093,48 com "Pós-Graduação completa". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de carregador (armazém) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Em que setores um carregador (armazém) encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou carregador (armazém) foi "Transporte, Armazenagem e Correio", com 25.869 admissões, ou 45,1% do total classificado. Somando os três primeiros — Transporte, Armazenagem e Correio, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 88,6% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como carregador (armazém): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de carregador (armazém) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 65.845 admissões e 49.786 desligamentos de carregador (armazém), um saldo de +16.059 postos formais. O saldo positivo equivale a 24,4% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 24 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 65.845 admissões não querem dizer que existam 65.845 pessoas trabalhando como carregador (armazém) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.