Operador de maquinas-ferramenta convencionais: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de operador de maquinas-ferramenta convencionais no Brasil foi de R$ 2.490 por mês, e a média R$ 2.784,16. O cálculo usa 10.872 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7212-15.
Salário mediano
R$ 2.490
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.784,16
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.110–R$ 3.210
metade das contratações
Amostra
10.872
contratações no período
Como o salário de operador de maquinas-ferramenta convencionais se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,7 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 351. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 16.130 admissões e 16.710 desligamentos, saldo de -580 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 4.495 admissões e mediana de R$ 2.525.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um operador de maquinas-ferramenta convencionais por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.525 | R$ 2.773,52 | 4.495 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.125 | R$ 2.599,78 | 1.076 |
| Paraná (PR) | R$ 2.525 | R$ 2.809,58 | 1.035 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.475 | R$ 2.679,81 | 957 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.625 | R$ 3.070,66 | 880 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.125 | R$ 2.658,88 | 377 |
| Goiás (GO) | R$ 2.425 | R$ 2.899,08 | 349 |
| Bahia (BA) | R$ 2.725 | R$ 3.010,26 | 312 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 3.525 | R$ 3.755,97 | 210 |
| Ceará (CE) | R$ 1.725 | R$ 2.158,38 | 195 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 2.875 | R$ 3.141,49 | 163 |
| Pará (PA) | R$ 2.375 | R$ 2.789,69 | 139 |
| Amazonas (AM) | R$ 1.775 | R$ 2.367,30 | 135 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.825 | R$ 2.334,90 | 112 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 3.025 | R$ 3.428,38 | 105 |
| Maranhão (MA) | — | R$ 2.433,81 | 66 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 2.455,97 | 46 |
| Alagoas (AL) | — | R$ 2.658,57 | 41 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 2.349,80 | 36 |
| Piauí (PI) | — | R$ 2.336,94 | 34 |
| Sergipe (SE) | — | R$ 2.443,25 | 32 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de maquinas-ferramenta convencionais no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 2.795,09 | 36 | 0,3% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.415,42 | 70 | 0,6% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.553,88 | 93 | 0,9% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.676,25 | 241 | 2,2% |
| Fundamental Completo | R$ 2.678,84 | 511 | 4,7% |
| Médio Incompleto | R$ 2.557,10 | 748 | 6,9% |
| Médio Completo | R$ 2.798,97 | 8.711 | 80,2% |
| Superior Incompleto | R$ 2.993,60 | 232 | 2,1% |
| Superior Completo | R$ 3.301,83 | 218 | 2,0% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.908,57 | 81 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.342,02 | 2.997 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.677,22 | 1.766 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.894,88 | 2.736 |
| 40 a 49 anos | R$ 3.119,89 | 2.127 |
| 50 anos ou mais | R$ 3.288,76 | 1.148 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.856,56 (9.509 admissões) e mulheres com R$ 2.279,05 (1.363 admissões), uma diferença de 25,3% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 7.686 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.227 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 970 contratações.
- Construção: 311 contratações.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 175 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 162 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7212-15
- Título oficial
- Operador de maquinas-ferramenta convencionais
- Família ocupacional
- 7212 — Preparadores e Operadores de Máquinas-ferramenta Convencionais
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para operador de maquinas-ferramenta convencionais
A CBO registra estes sinônimos para o código 7212-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Auxiliar de torneiro mecânico
- Fresador (fresadora universal)
- Mandrilador
- Plainador de metais (plaina limadora)
- Torneiro ajustador
- Torneiro ferramenteiro
- Torneiro mecânico
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um operador de maquinas-ferramenta convencionais?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.490 por mês e a média R$ 2.784,16. Metade das 10.872 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.110 e R$ 3.210. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de operador de maquinas-ferramenta convencionais?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7212-15, dentro da família ocupacional 7212 — Preparadores e Operadores de Máquinas-ferramenta Convencionais.
- Em qual estado operador de maquinas-ferramenta convencionais ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 3.525 (210 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser operador de maquinas-ferramenta convencionais?
- Entre as pessoas contratadas no período, 2,0% tinham ensino superior completo ou mais e 80,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de máquinas operatrizes · R$ 2.350
- Preparador de máquinas-ferramenta · R$ 2.590
- Operador de usinagem convencional por abrasão · R$ 2.310
- Operador de máquina de eletroerosão · R$ 2.910
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
- Carregador (armazém) · R$ 2.010
- Motorista de furgão ou veículo similar · R$ 2.310
Entendendo o salário de operador de maquinas-ferramenta convencionais
Quanto um operador de maquinas-ferramenta convencionais ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.490 paga a quem é contratado como operador de maquinas-ferramenta convencionais fica 28% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 81% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.784,16 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.490 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.110 a R$ 3.210 significa?
Metade das 10.872 contratações de operador de maquinas-ferramenta convencionais do período ficou entre R$ 2.110 e R$ 3.210. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.110 e um quarto, mais de R$ 3.210. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.100 por mês, ou R$ 13.200 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,52 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.490, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de maquinas-ferramenta convencionais.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como operador de maquinas-ferramenta convencionais?
Entre os 15 estados com amostra suficiente, Mato Grosso pagou a maior mediana de admissão a operador de maquinas-ferramenta convencionais: R$ 3.525 em 210 contratações. A menor ficou em Ceará, com R$ 1.725 em 195 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 104%, ou R$ 1.800 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 4.495 das 10.872 admissões de operador de maquinas-ferramenta convencionais no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 104% vista aqui.
Dá para trabalhar como operador de maquinas-ferramenta convencionais sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 2,0% das admissões de operador de maquinas-ferramenta convencionais foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 8.711 das 10.860 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 80,2%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 3.301,83, contra R$ 2.415,42 de quem entrou com "Até 5ª Incompleto" — 37% de diferença. A CBO em si não exige diploma para operador de maquinas-ferramenta convencionais; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Quem contrata operador de maquinas-ferramenta convencionais é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de maquinas-ferramenta convencionais foi "Indústrias de Transformação", com 7.686 admissões, ou 73,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 93,8% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de operador de maquinas-ferramenta convencionais tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,7 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que operador de maquinas-ferramenta convencionais fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 16.130 admissões e 16.710 desligamentos de operador de maquinas-ferramenta convencionais, um saldo de -580 postos formais. O saldo negativo equivale a 3,6% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 16.130 admissões não querem dizer que existam 16.130 pessoas trabalhando como operador de maquinas-ferramenta convencionais no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.