Operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) no Brasil foi de R$ 3.010 por mês, e a média R$ 3.156,28. O cálculo usa 571 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7112-25.
Salário mediano
R$ 3.010
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 3.156,28
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.430–R$ 3.870
metade das contratações
Amostra
571
contratações no período
Como o salário de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,4 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 232. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 695 admissões e 725 desligamentos, saldo de -30 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Minas gerais, com 193 admissões e mediana de R$ 3.025.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| Minas gerais (MG) | R$ 3.025 | R$ 3.145,81 | 193 |
| São Paulo (SP) | — | R$ 3.238,62 | 77 |
| Espírito Santo (ES) | — | R$ 3.023,96 | 44 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 3.526,37 | 35 |
| Santa Catarina (SC) | — | R$ 3.434,13 | 35 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.956,85 | 46 | 8,6% |
| Fundamental Completo | R$ 3.282,44 | 73 | 13,7% |
| Médio Incompleto | R$ 3.048,73 | 51 | 9,6% |
| Médio Completo | R$ 3.199,34 | 362 | 68,0% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.639,43 | 79 |
| 25 a 29 anos | R$ 3.124,37 | 85 |
| 30 a 39 anos | R$ 3.150,13 | 198 |
| 40 a 49 anos | R$ 3.304,36 | 132 |
| 50 anos ou mais | R$ 3.483,75 | 77 |
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Construção: 252 contratações.
- Indústrias Extrativas: 179 contratações.
- Indústrias de Transformação: 43 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 36 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 35 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 22 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7112-25
- Título oficial
- Operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)
- Família ocupacional
- 7112 — Família ocupacional 7112
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)
A CBO registra estes sinônimos para o código 7112-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Marteleteiro de rocha
- Marteleteiro detonador
- Operador de máquina de perfurar (minas e pedreiras)
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 3.010 por mês e a média R$ 3.156,28. Metade das 571 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.430 e R$ 3.870. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7112-25, dentro da família ocupacional 7112 — Família ocupacional 7112.
- Em qual estado operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 3.526 (35 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de caminhão (minas e pedreiras) · R$ 2.870
- Operador de máquina perfuratriz · R$ 2.810
- Operador de carregadeira · R$ 2.510
- Operador de máquina cortadora (minas e pedreiras) · R$ 2.850
- Operador de trator (minas e pedreiras) · R$ 2.630
- Operador de motoniveladora (extração de minerais sólidos) · R$ 3.850
- Operador de máquina de extração contínua (minas de carvão) · R$ 2.810
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
Entendendo o salário de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)
Quanto um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 3.010 paga a quem é contratado como operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) fica 54% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 91% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 3.156,28 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 3.010 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.430 a R$ 3.870 significa?
Metade das 571 contratações de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) do período ficou entre R$ 2.430 e R$ 3.870. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.430 e um quarto, mais de R$ 3.870. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.440 por mês, ou R$ 17.280 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,59 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 3.010, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras).
Dá para trabalhar como operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 362 das 532 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 68,0%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.956,85 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 3.282,44 com "Fundamental Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) foi "Construção", com 252 admissões, ou 44,4% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Indústrias Extrativas, Indústrias de Transformação — chega-se a 83,6% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,4 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 695 admissões e 725 desligamentos de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras), um saldo de -30 postos formais. O saldo negativo equivale a 4,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 695 admissões não querem dizer que existam 695 pessoas trabalhando como operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras)?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 30 a 39 anos estão 34,7% das admissões de operador de máquina perfuradora (minas e pedreiras) — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 50 anos ou mais entrou com média de R$ 3.483,75 e 18 a 24 anos, com R$ 2.639,43 — 32% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.