Montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) no Brasil foi de R$ 2.210 por mês, e a média R$ 2.293,10. O cálculo usa 9.516 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7251-05.
Salário mediano
R$ 2.210
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.293,10
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.010–R$ 2.490
metade das contratações
Amostra
9.516
contratações no período
Como o salário de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 476. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 12.265 admissões e 11.717 desligamentos, saldo de +548 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 3.661 admissões e mediana de R$ 2.225.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.225 | R$ 2.377,82 | 3.661 |
| Paraná (PR) | R$ 2.275 | R$ 2.378,64 | 1.119 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.325 | R$ 2.368,16 | 978 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.025 | R$ 2.217,24 | 853 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.225 | R$ 2.370,98 | 710 |
| Amazonas (AM) | R$ 2.325 | R$ 2.235,60 | 600 |
| Goiás (GO) | R$ 1.925 | R$ 2.043,08 | 275 |
| Pará (PA) | R$ 1.875 | R$ 1.974,66 | 186 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.025 | R$ 2.207,90 | 157 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 1.875 | R$ 2.019,39 | 142 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.675 | R$ 1.874,36 | 137 |
| Ceará (CE) | — | R$ 1.952,82 | 92 |
| Bahia (BA) | — | R$ 1.939,34 | 89 |
| Maranhão (MA) | — | R$ 2.132,83 | 69 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | — | R$ 2.182,87 | 64 |
| Espírito Santo (ES) | — | R$ 2.584,40 | 61 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 1.912,46 | 59 |
| Rondônia (RO) | — | R$ 2.046,43 | 51 |
| Sergipe (SE) | — | R$ 1.628,85 | 48 |
| Paraíba (PB) | — | R$ 1.864,59 | 45 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 1.882,89 | 39 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 2.401,44 | 34 | 0,4% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.194,89 | 59 | 0,6% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.034,77 | 82 | 0,9% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.271,61 | 208 | 2,2% |
| Fundamental Completo | R$ 2.327,64 | 543 | 5,7% |
| Médio Incompleto | R$ 2.199,65 | 639 | 6,7% |
| Médio Completo | R$ 2.286,60 | 7.621 | 80,1% |
| Superior Incompleto | R$ 2.454,10 | 173 | 1,8% |
| Superior Completo | R$ 2.877,17 | 150 | 1,6% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.883,32 | 115 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.160,11 | 3.179 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.281,40 | 1.755 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.364,27 | 2.465 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.441,01 | 1.446 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.490,31 | 535 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.332,65 (7.177 admissões) e mulheres com R$ 2.171,74 (2.339 admissões), uma diferença de 7,4% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 4.478 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.989 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.487 contratações.
- Construção: 1.096 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 302 contratações.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 37 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7251-05
- Título oficial
- Montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série)
- Família ocupacional
- 7251 — Família ocupacional 7251
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série)
A CBO registra estes sinônimos para o código 7251-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Montador de acessórios
- Montador de equipamento de escritório
- Montador de máquina de escrever
- Montador de máquinas (montagem em série)
- Montador instalador de acessórios
- Montador, a mão
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.210 por mês e a média R$ 2.293,10. Metade das 9.516 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.490. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7251-05, dentro da família ocupacional 7251 — Família ocupacional 7251.
- Em qual estado montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Espírito Santo teve o maior salário de admissão: R$ 2.584 (61 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 1,6% tinham ensino superior completo ou mais e 80,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
- Carregador (armazém) · R$ 2.010
- Motorista de furgão ou veículo similar · R$ 2.310
- Soldador · R$ 3.090
- Carregador (veículos de transportes terrestres) · R$ 1.890
- Eletricista de instalações · R$ 2.310
- Montador de estruturas metálicas · R$ 2.510
Entendendo o salário de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série)
O salário de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.210 paga a quem é contratado como montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) fica a 13% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 71% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.293,10 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.210 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
Por que quase todo montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 9.516 contratações de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.490. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 2.490. A distância entre as duas pontas é de R$ 480 por mês, ou R$ 5.760 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,24 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 11 estados com amostra suficiente, Rio Grande do Sul pagou a maior mediana de admissão a montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série): R$ 2.325 em 978 contratações. A menor ficou em Pernambuco, com R$ 1.675 em 137 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 39%, ou R$ 650 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 3.661 das 9.516 admissões de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 39% vista aqui.
Dá para trabalhar como montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 1,6% das admissões de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 7.621 das 9.509 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 80,1%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 2.877,17, contra R$ 2.034,77 de quem entrou com "5ª Completo Fundamental" — 41% de diferença. A CBO em si não exige diploma para montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) foi "Indústrias de Transformação", com 4.478 admissões, ou 47,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 84,7% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 12.265 admissões e 11.717 desligamentos de montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série), um saldo de +548 postos formais. O saldo positivo equivale a 4,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 4 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 12.265 admissões não querem dizer que existam 12.265 pessoas trabalhando como montador de máquinas, motores e acessórios (montagem em série) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.