Trabalho e Salários

Mestre (indústria têxtil e de confecções): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de mestre (indústria têxtil e de confecções) no Brasil foi de R$ 1.650 por mês, e a média R$ 2.018,84. O cálculo usa 1.266 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7601-25.

Salário mediano

R$ 1.650

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.018,84

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 1.770

metade das contratações

Amostra

1.266

contratações no período

Como o salário de mestre (indústria têxtil e de confecções) se distribui

Distribuição do salário de admissão de mestre (indústria têxtil e de confecções): metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 1.770, mediana de R$ 1.650A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 1.770). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.650. O ponto escuro é a média, de R$ 2.018,84. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,7 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.266 admissões de mestre (indústria têxtil e de confecções) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 881. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.287 admissões e 1.326 desligamentos, saldo de -39 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Ceará, com 521 admissões e mediana de R$ 1.625.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como mestre (indústria têxtil e de confecções). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um mestre (indústria têxtil e de confecções) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Ceará (CE)R$ 1.625R$ 1.671,60521
São Paulo (SP)R$ 2.075R$ 3.015,90118
Pernambuco (PE)R$ 1.675R$ 1.708,32104
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.661,19101
Piauí (PI)—R$ 1.737,0781
Paraíba (PB)—R$ 1.648,2854
Maranhão (MA)—R$ 1.724,1747
Bahia (BA)—R$ 2.006,2339
Paraná (PR)—R$ 2.480,7137
Santa Catarina (SC)—R$ 5.808,7535
Minas gerais (MG)—R$ 2.765,0034
Amazonas (AM)—R$ 1.822,8733
Mediana do salário de admissão de mestre (indústria têxtil e de confecções) por estado, de R$ 2.075 em São Paulo (SP) a R$ 1.625 em Rio Grande do Norte (RN)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de mestre (indústria têxtil e de confecções) no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.075Pernambuco (PE)R$ 1.675Ceará (CE)R$ 1.625Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como mestre (indústria têxtil e de confecções) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.708,53373,0%
Fundamental CompletoR$ 1.850,53665,4%
Médio IncompletoR$ 2.038,11665,4%
Médio CompletoR$ 1.872,391.01082,7%
Superior CompletoR$ 5.600,14423,4%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.707,67386
25 a 29 anosR$ 1.789,03218
30 a 39 anosR$ 1.993,64338
40 a 49 anosR$ 2.511,52223
50 anos ou maisR$ 2.849,1387

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.059,20 (887 admissões) e mulheres com R$ 1.924,36 (379 admissões), uma diferença de 7,0% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 873 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 158 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 144 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 18 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 16 contratações.
  • Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 14 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7601-25
Título oficial
Mestre (indústria têxtil e de confecções)
Família ocupacional
7601 — Supervisores da Indústria Têxtil

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para mestre (indústria têxtil e de confecções)

A CBO registra estes sinônimos para o código 7601-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Mestre de acabamento de fios
  • Mestre de acabamento em confecção
  • Mestre de alvejamento de tecidos
  • Mestre de bobinadeira têxtil
  • Mestre de cerzideira
  • Mestre de espularia
  • Mestre de estampagem
  • Mestre de fiação de algodão
  • Mestre de fiação de juta
  • Mestre de fiação de lã
  • Mestre de fiação de linho
  • Mestre de fiação de tecelagem

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um mestre (indústria têxtil e de confecções)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.650 por mês e a média R$ 2.018,84. Metade das 1.266 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.770. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de mestre (indústria têxtil e de confecções)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7601-25, dentro da família ocupacional 7601 — Supervisores da Indústria Têxtil.
Em qual estado mestre (indústria têxtil e de confecções) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 5.809 (35 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser mestre (indústria têxtil e de confecções)?
Entre as pessoas contratadas no período, 3,4% tinham ensino superior completo ou mais e 82,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de mestre (indústria têxtil e de confecções)

Por que o salário de mestre (indústria têxtil e de confecções) fica abaixo da mediana do país?

A mediana de R$ 1.650 paga a quem é contratado como mestre (indústria têxtil e de confecções) fica 15% abaixo da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 2% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.018,84 está 22% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de mestre (indústria têxtil e de confecções) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que quase todo mestre (indústria têxtil e de confecções) entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 1.266 contratações de mestre (indústria têxtil e de confecções) do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.770. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 1.770. A distância entre as duas pontas é de R$ 140 por mês, ou R$ 1.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,09 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de mestre (indústria têxtil e de confecções). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde mestre (indústria têxtil e de confecções) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 4 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a mestre (indústria têxtil e de confecções): R$ 2.075 em 118 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Norte, com R$ 1.625 em 101 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 28%, ou R$ 450 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Ceará respondeu por 521 das 1.266 admissões de mestre (indústria têxtil e de confecções) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 28% vista aqui.

Dá para trabalhar como mestre (indústria têxtil e de confecções) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 3,4% das admissões de mestre (indústria têxtil e de confecções) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.010 das 1.221 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 82,7%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 5.600,14, contra R$ 1.708,53 de quem entrou com "6ª a 9ª Fundamental" — 228% de diferença. A CBO em si não exige diploma para mestre (indústria têxtil e de confecções); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata mestre (indústria têxtil e de confecções) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou mestre (indústria têxtil e de confecções) foi "Indústrias de Transformação", com 873 admissões, ou 71,4% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 96,1% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de mestre (indústria têxtil e de confecções) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que mestre (indústria têxtil e de confecções) fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.287 admissões e 1.326 desligamentos de mestre (indústria têxtil e de confecções), um saldo de -39 postos formais. O saldo negativo equivale a 3,0% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.287 admissões não querem dizer que existam 1.287 pessoas trabalhando como mestre (indústria têxtil e de confecções) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.