Trabalho e Salários

Instalador-reparador de redes e cabos telefônicos: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos no Brasil foi de R$ 1.770 por mês, e a média R$ 1.868,29. O cálculo usa 2.720 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7313-25.

Salário mediano

R$ 1.770

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.868,29

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 1.930

metade das contratações

Amostra

2.720

contratações no período

Como o salário de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos se distribui

Distribuição do salário de admissão de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos: metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 1.930, mediana de R$ 1.770A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 1.930). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.770. O ponto escuro é a média, de R$ 1.868,29. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 2.720 admissões de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 839. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 2.759 admissões e 2.531 desligamentos, saldo de +228 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 1.058 admissões e mediana de R$ 1.925.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como instalador-reparador de redes e cabos telefônicos. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 13 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um instalador-reparador de redes e cabos telefônicos por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 1.925R$ 1.946,181.058
Minas gerais (MG)R$ 1.625R$ 1.768,61303
Goiás (GO)R$ 1.675R$ 1.760,53186
Paraná (PR)R$ 2.025R$ 2.072,15125
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.875R$ 1.893,98120
Pernambuco (PE)R$ 1.625R$ 1.670,77114
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 2.042,6794
Espírito Santo (ES)—R$ 1.831,4787
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.711,1483
Bahia (BA)—R$ 1.773,6463
Sergipe (SE)—R$ 1.795,8261
Santa Catarina (SC)—R$ 2.054,8857
Pará (PA)—R$ 1.653,8548
Paraíba (PB)—R$ 1.644,4548
Distrito Federal (DF)—R$ 1.999,7040
Maranhão (MA)—R$ 1.712,5034
Rondônia (RO)—R$ 1.723,6532
Ceará (CE)—R$ 1.688,1032
Mato Grosso (MT)—R$ 2.048,9832
Mediana do salário de admissão de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos por estado, de R$ 2.025 em Paraná (PR) a R$ 1.625 em Pernambuco (PE)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos no período, da maior para a menor.Paraná (PR)R$ 2.025São Paulo (SP)R$ 1.925Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.875Goiás (GO)R$ 1.675Minas gerais (MG)R$ 1.625Pernambuco (PE)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como instalador-reparador de redes e cabos telefônicos no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Fundamental CompletoR$ 1.963,65712,6%
Médio IncompletoR$ 1.972,041264,7%
Médio CompletoR$ 1.853,742.35987,8%
Superior IncompletoR$ 1.959,96612,3%
Superior CompletoR$ 1.994,77692,6%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.806,02715
25 a 29 anosR$ 1.838,82651
30 a 39 anosR$ 1.896,34874
40 a 49 anosR$ 1.937,43371
50 anos ou maisR$ 2.017,18103

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.869,64 (2.677 admissões) e mulheres com R$ 1.784,44 (43 admissões), uma diferença de 4,8% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Informação e Comunicação: 1.631 contratações.
  • Construção: 473 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 269 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 163 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 118 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 53 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7313-25
Título oficial
Instalador-reparador de redes e cabos telefônicos
Família ocupacional
7313 — Instaladores-reparadores de Linhas e Equipamentos de Telecomunicações

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um instalador-reparador de redes e cabos telefônicos?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.770 por mês e a média R$ 1.868,29. Metade das 2.720 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.930. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7313-25, dentro da família ocupacional 7313 — Instaladores-reparadores de Linhas e Equipamentos de Telecomunicações.
Em qual estado instalador-reparador de redes e cabos telefônicos ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.055 (57 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser instalador-reparador de redes e cabos telefônicos?
Entre as pessoas contratadas no período, 2,6% tinham ensino superior completo ou mais e 87,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos

O salário de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.770 paga a quem é contratado como instalador-reparador de redes e cabos telefônicos fica a 9% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 5% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.868,29 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.770 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

Por que quase todo instalador-reparador de redes e cabos telefônicos entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 2.720 contratações de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.930. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 1.930. A distância entre as duas pontas é de R$ 300 por mês, ou R$ 3.600 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,18 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde instalador-reparador de redes e cabos telefônicos ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 6 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a instalador-reparador de redes e cabos telefônicos: R$ 2.025 em 125 contratações. A menor ficou em Pernambuco, com R$ 1.625 em 114 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 25%, ou R$ 400 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 1.058 das 2.720 admissões de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 25% vista aqui.

Dá para trabalhar como instalador-reparador de redes e cabos telefônicos sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 2,6% das admissões de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 2.359 das 2.686 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 87,8%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.853,74 com "Médio Completo" a R$ 1.994,77 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata instalador-reparador de redes e cabos telefônicos é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou instalador-reparador de redes e cabos telefônicos foi "Informação e Comunicação", com 1.631 admissões, ou 60,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Informação e Comunicação, Construção, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 87,7% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Informação e Comunicação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.759 admissões e 2.531 desligamentos de instalador-reparador de redes e cabos telefônicos, um saldo de +228 postos formais. O saldo positivo equivale a 8,3% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 8 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.759 admissões não querem dizer que existam 2.759 pessoas trabalhando como instalador-reparador de redes e cabos telefônicos no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.