Engenheiros de sistemas operacionais em computação: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de engenheiros de sistemas operacionais em computação no Brasil foi de R$ 12.510 por mês, e a média R$ 15.073,08. O cálculo usa 1.724 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 2122-15.
Salário mediano
R$ 12.510
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 15.073,08
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 8.290–R$ 18.010
metade das contratações
Amostra
1.724
contratações no período
Como o salário de engenheiros de sistemas operacionais em computação se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 41,2 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 11. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 1.733 admissões e 1.743 desligamentos, saldo de -10 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 1.194 admissões e mediana de R$ 14.525.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um engenheiros de sistemas operacionais em computação por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 14.525 | R$ 17.145,65 | 1.194 |
| Minas gerais (MG) | R$ 7.125 | R$ 9.731,41 | 152 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 12.713,45 | 83 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 9.240,13 | 75 |
| Paraná (PR) | — | R$ 10.257,26 | 47 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 13.874,55 | 44 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 6.902,24 | 34 |
| Santa Catarina (SC) | — | R$ 8.678,36 | 34 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como engenheiros de sistemas operacionais em computação no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 12.247,98 | 116 | 6,8% |
| Superior Incompleto | R$ 9.662,80 | 287 | 16,8% |
| Superior Completo | R$ 15.635,87 | 998 | 58,4% |
| Mestrado | R$ 22.308,80 | 65 | 3,8% |
| Pós-Graduação completa | R$ 17.886,23 | 242 | 14,2% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 7.603,80 | 314 |
| 25 a 29 anos | R$ 13.408,64 | 447 |
| 30 a 39 anos | R$ 17.985,01 | 663 |
| 40 a 49 anos | R$ 19.234,72 | 236 |
| 50 anos ou mais | R$ 18.496,24 | 61 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 15.424,94 (1.518 admissões) e mulheres com R$ 12.480,20 (206 admissões), uma diferença de 23,6% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Informação e Comunicação: 1.084 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 233 contratações.
- Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 208 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 105 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 34 contratações.
- Indústrias de Transformação: 29 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 2122-15
- Título oficial
- Engenheiros de sistemas operacionais em computação
- Família ocupacional
- 2122 — Engenheiros em Computação
- Grande grupo
- Profissionais das ciências e das artes
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para engenheiros de sistemas operacionais em computação
A CBO registra estes sinônimos para o código 2122-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Engenheiro de software computacional básico
- Engenheiro de suporte de sistemas operacionais em computação
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um engenheiros de sistemas operacionais em computação?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 12.510 por mês e a média R$ 15.073,08. Metade das 1.724 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 8.290 e R$ 18.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de engenheiros de sistemas operacionais em computação?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 2122-15, dentro da família ocupacional 2122 — Engenheiros em Computação.
- Em qual estado engenheiros de sistemas operacionais em computação ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 14.525 (1.194 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser engenheiros de sistemas operacionais em computação?
- Entre as pessoas contratadas no período, 76,4% tinham ensino superior completo ou mais e 6,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Engenheiro de aplicativos em computação · R$ 13.150
- Engenheiro de equipamentos em computacao · R$ 12.510
- Enfermeiro · R$ 4.150
- Administrador · R$ 4.010
- Analista de desenvolvimento de sistemas · R$ 7.510
- Analista de recursos humanos · R$ 3.810
- Farmacêutico · R$ 4.730
- Contador · R$ 4.510
- Secretária(o) executiva(o) · R$ 1.970
- Analista de suporte computacional · R$ 3.010
- Analista financeiro (instituições financeiras) · R$ 4.010
- Operador de negócios · R$ 1.990
Entendendo o salário de engenheiros de sistemas operacionais em computação
Quanto um engenheiros de sistemas operacionais em computação ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 12.510 paga a quem é contratado como engenheiros de sistemas operacionais em computação é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 100% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 15.073,08 está 20% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de engenheiros de sistemas operacionais em computação bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que o salário de engenheiros de sistemas operacionais em computação varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 1.724 contratações de engenheiros de sistemas operacionais em computação do período ficou entre R$ 8.290 e R$ 18.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 8.290 e um quarto, mais de R$ 18.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 9.720 por mês, ou R$ 116.640 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 2,2 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de engenheiros de sistemas operacionais em computação está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como engenheiros de sistemas operacionais em computação?
Entre os 2 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a engenheiros de sistemas operacionais em computação: R$ 14.525 em 1.194 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 7.125 em 152 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 104%, ou R$ 7.400 por mês.
São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou engenheiros de sistemas operacionais em computação no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 104% vista aqui.
Precisa de diploma de nível superior para ser engenheiros de sistemas operacionais em computação?
A contratação de engenheiros de sistemas operacionais em computação é dominada por quem tem diploma: 76,4% das admissões do período foram de pessoas com ensino superior completo ou mais. A escolaridade mais frequente foi "Superior Completo", com 998 das 1.708 contratações classificadas.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 22.308,80, contra R$ 9.662,80 de quem entrou com "Superior Incompleto" — 131% de diferença. A CBO em si não exige diploma para engenheiros de sistemas operacionais em computação; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Quem contrata engenheiros de sistemas operacionais em computação é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou engenheiros de sistemas operacionais em computação foi "Informação e Comunicação", com 1.084 admissões, ou 64,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Informação e Comunicação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados — chega-se a 90,1% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de engenheiros de sistemas operacionais em computação tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Informação e Comunicação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 41,2 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que engenheiros de sistemas operacionais em computação fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.733 admissões e 1.743 desligamentos de engenheiros de sistemas operacionais em computação, um saldo de -10 postos formais. O saldo negativo equivale a 0,6% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.733 admissões não querem dizer que existam 1.733 pessoas trabalhando como engenheiros de sistemas operacionais em computação no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.