Trabalho e Salários

Analista de desenvolvimento de sistemas: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de analista de desenvolvimento de sistemas no Brasil foi de R$ 7.510 por mês, e a média R$ 8.372,60. O cálculo usa 35.141 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 2124-05.

Salário mediano

R$ 7.510

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 8.372,60

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 4.330–R$ 11.050

metade das contratações

Amostra

35.141

contratações no período

Como o salário de analista de desenvolvimento de sistemas se distribui

Distribuição do salário de admissão de analista de desenvolvimento de sistemas: metade das contratações entre R$ 4.330 e R$ 11.050, mediana de R$ 7.510A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 4.330) ao terceiro quartil (R$ 11.050). A linha grossa é a mediana, de R$ 7.510. O ponto escuro é a média, de R$ 8.372,60. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 5 milR$ 10 milR$ 15 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 7,5 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 35.141 admissões de analista de desenvolvimento de sistemas em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 41,7 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 31. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 35.385 admissões e 33.691 desligamentos, saldo de +1.694 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 18.873 admissões e mediana de R$ 8.175.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como analista de desenvolvimento de sistemas. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica entre as 10% que mais pagam.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 7 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um analista de desenvolvimento de sistemas por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 8.175R$ 9.175,3718.873
Minas gerais (MG)R$ 6.425R$ 7.230,263.292
Rio de Janeiro (RJ)R$ 7.025R$ 7.965,542.257
Paraná (PR)R$ 5.775R$ 7.109,861.775
Distrito Federal (DF)R$ 8.225R$ 8.660,611.647
Rio Grande do Sul (RS)R$ 7.825R$ 8.980,701.561
Santa Catarina (SC)R$ 6.625R$ 8.100,371.412
Pernambuco (PE)R$ 5.075R$ 5.977,921.079
Ceará (CE)R$ 8.125R$ 7.232,57573
Espírito Santo (ES)R$ 8.225R$ 8.105,95571
Bahia (BA)R$ 5.125R$ 5.959,01444
Goiás (GO)R$ 4.225R$ 5.197,48403
Amazonas (AM)R$ 5.525R$ 6.088,34286
Mato Grosso (MT)R$ 6.125R$ 7.602,57265
Pará (PA)R$ 3.625R$ 4.134,85115
Paraíba (PB)—R$ 4.724,3695
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 4.993,9090
Sergipe (SE)—R$ 4.547,1080
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 5.226,7770
Alagoas (AL)—R$ 6.273,4760
Maranhão (MA)—R$ 3.866,9448
Piauí (PI)—R$ 3.959,3548
Mediana do salário de admissão de analista de desenvolvimento de sistemas por estado, de R$ 8.225 em Distrito Federal (DF) a R$ 5.125 em Bahia (BA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de analista de desenvolvimento de sistemas no período, da maior para a menor.Distrito Federal (DF)R$ 8.225Espírito Santo (ES)R$ 8.225São Paulo (SP)R$ 8.175Ceará (CE)R$ 8.125Rio Grande do Sul (RS)R$ 7.825Rio de Janeiro (RJ)R$ 7.025Santa Catarina (SC)R$ 6.625Minas gerais (MG)R$ 6.425Mato Grosso (MT)R$ 6.125Paraná (PR)R$ 5.775Amazonas (AM)R$ 5.525Bahia (BA)R$ 5.125
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como analista de desenvolvimento de sistemas no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Fundamental CompletoR$ 5.725,04340,1%
Médio IncompletoR$ 5.525,06860,2%
Médio CompletoR$ 5.715,813.96011,3%
Superior IncompletoR$ 5.901,206.53318,6%
Superior CompletoR$ 9.038,5819.26554,9%
MestradoR$ 12.557,124761,4%
DoutoradoR$ 12.419,251590,5%
Pós-Graduação completaR$ 10.882,844.58813,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 4.993,687.681
25 a 29 anosR$ 7.672,828.870
30 a 39 anosR$ 9.696,9211.672
40 a 49 anosR$ 10.850,345.116
50 anos ou maisR$ 10.944,721.703

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 8.597,01 (27.758 admissões) e mulheres com R$ 7.528,89 (7.383 admissões), uma diferença de 14,2% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Informação e Comunicação: 19.624 contratações.
  • Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 3.799 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 3.380 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 2.367 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.829 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 1.529 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
2124-05
Título oficial
Analista de desenvolvimento de sistemas
Família ocupacional
2124 — Analistas de Tecnologia da Informação

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para analista de desenvolvimento de sistemas

A CBO registra estes sinônimos para o código 2124-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Analista de sistemas (informática)
  • Analista de sistemas para internet
  • Analista de sistemas web (webmaster)
  • Consultor de tecnologia da informação
  • Tecnólogo em processamento de dados
  • Tecnólogo em sistemas para internet

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de desenvolvimento de sistemas?
Na contratação, a mediana foi de R$ 7.510 por mês e a média R$ 8.372,60. Metade das 35.141 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 4.330 e R$ 11.050. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de analista de desenvolvimento de sistemas?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 2124-05, dentro da família ocupacional 2124 — Analistas de Tecnologia da Informação.
Em qual estado analista de desenvolvimento de sistemas ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Distrito Federal teve o maior salário de admissão: R$ 8.225 (1.647 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser analista de desenvolvimento de sistemas?
Entre as pessoas contratadas no período, 69,8% tinham ensino superior completo ou mais e 11,3% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de analista de desenvolvimento de sistemas

Quanto um analista de desenvolvimento de sistemas ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 7.510 paga a quem é contratado como analista de desenvolvimento de sistemas é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 99% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 8.372,60 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 7.510 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

Por que o salário de analista de desenvolvimento de sistemas varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 35.141 contratações de analista de desenvolvimento de sistemas do período ficou entre R$ 4.330 e R$ 11.050. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 4.330 e um quarto, mais de R$ 11.050. A distância entre as duas pontas é de R$ 6.720 por mês, ou R$ 80.640 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 2,6 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de analista de desenvolvimento de sistemas está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como analista de desenvolvimento de sistemas?

Entre os 15 estados com amostra suficiente, Distrito Federal pagou a maior mediana de admissão a analista de desenvolvimento de sistemas: R$ 8.225 em 1.647 contratações. A menor ficou em Pará, com R$ 3.625 em 115 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 127%, ou R$ 4.600 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 18.873 das 35.141 admissões de analista de desenvolvimento de sistemas no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 127% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um analista de desenvolvimento de sistemas?

O mercado de analista de desenvolvimento de sistemas é misto: 69,8% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (19.265 de 35.101 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Mestrado" recebeu em média R$ 12.557,12, contra R$ 5.525,06 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 127% de diferença. A CBO em si não exige diploma para analista de desenvolvimento de sistemas; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata analista de desenvolvimento de sistemas é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou analista de desenvolvimento de sistemas foi "Informação e Comunicação", com 19.624 admissões, ou 60,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Informação e Comunicação, Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 82,4% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de analista de desenvolvimento de sistemas tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Informação e Comunicação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 41,7 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de analista de desenvolvimento de sistemas está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 35.385 admissões e 33.691 desligamentos de analista de desenvolvimento de sistemas, um saldo de +1.694 postos formais. O saldo positivo equivale a 4,8% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 5 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 35.385 admissões não querem dizer que existam 35.385 pessoas trabalhando como analista de desenvolvimento de sistemas no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.