Embalador, a máquina: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de embalador, a máquina no Brasil foi de R$ 2.110 por mês, e a média R$ 2.116,85. O cálculo usa 8.093 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7841-10.
Salário mediano
R$ 2.110
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.116,85
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.830–R$ 2.330
metade das contratações
Amostra
8.093
contratações no período
Como o salário de embalador, a máquina se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,7 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 544. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 9.453 admissões e 9.610 desligamentos, saldo de -157 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 3.177 admissões e mediana de R$ 2.275.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um embalador, a máquina por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.275 | R$ 2.262,48 | 3.177 |
| Minas gerais (MG) | R$ 1.825 | R$ 1.971,86 | 1.106 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.075 | R$ 2.143,31 | 933 |
| Paraná (PR) | R$ 2.125 | R$ 2.124,19 | 812 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.175 | R$ 2.252,02 | 547 |
| Goiás (GO) | R$ 1.725 | R$ 1.806,26 | 233 |
| Pará (PA) | R$ 1.625 | R$ 1.759,96 | 181 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 1.875 | R$ 1.961,44 | 173 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 1.775 | R$ 1.860,11 | 160 |
| Bahia (BA) | R$ 1.725 | R$ 1.808,72 | 114 |
| Mato Grosso (MT) | — | R$ 2.120,80 | 81 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 1.841,53 | 67 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 1.767,38 | 67 |
| Amazonas (AM) | — | R$ 2.222,58 | 64 |
| Ceará (CE) | — | R$ 1.789,13 | 58 |
| Sergipe (SE) | — | R$ 1.632,12 | 56 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | — | R$ 1.941,32 | 55 |
| Paraíba (PB) | — | R$ 1.696,79 | 47 |
| Maranhão (MA) | — | R$ 1.744,60 | 46 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 1.799,83 | 39 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como embalador, a máquina no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.130,66 | 97 | 1,2% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.034,71 | 77 | 1,0% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.068,96 | 411 | 5,1% |
| Fundamental Completo | R$ 2.095,73 | 734 | 9,1% |
| Médio Incompleto | R$ 2.069,53 | 800 | 9,9% |
| Médio Completo | R$ 2.126,06 | 5.691 | 70,5% |
| Superior Incompleto | R$ 2.133,09 | 140 | 1,7% |
| Superior Completo | R$ 2.313,29 | 118 | 1,5% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.864,22 | 139 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.053,83 | 2.718 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.123,64 | 1.413 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.154,68 | 2.023 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.187,10 | 1.245 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.196,52 | 515 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.130,54 (4.805 admissões) e mulheres com R$ 2.096,84 (3.288 admissões), uma diferença de 1,6% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 5.350 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.287 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 824 contratações.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 281 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 110 contratações.
- Construção: 77 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7841-10
- Título oficial
- Embalador, a máquina
- Família ocupacional
- 7841 — Trabalhadores de Embalagem e de Etiquetagem
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para embalador, a máquina
A CBO registra estes sinônimos para o código 7841-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Ajudante de ensacador, a máquina
- Empacotador, a máquina
- Inspetor de material de embalagem
- Lacrador de embalagens, a máquina
- Operador de embalagem, a máquina
- Operador de máquina a vácuo
- Operador de máquina de embalar
- Operador de máquina de embrulhar
- Operador de máquina de empacotar
- Operador de máquina pneumática
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um embalador, a máquina?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.110 por mês e a média R$ 2.116,85. Metade das 8.093 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.830 e R$ 2.330. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de embalador, a máquina?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7841-10, dentro da família ocupacional 7841 — Trabalhadores de Embalagem e de Etiquetagem.
- Em qual estado embalador, a máquina ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.275 (3.177 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser embalador, a máquina?
- Entre as pessoas contratadas no período, 1,5% tinham ensino superior completo ou mais e 70,5% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Embalador, a mão · R$ 1.810
- Operador de máquina de envasar líquidos · R$ 2.270
- Operador de prensa de enfardamento · R$ 2.030
- Operador de máquina de etiquetar · R$ 2.030
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Carregador (armazém) · R$ 2.010
- Motorista de furgão ou veículo similar · R$ 2.310
- Soldador · R$ 3.090
Entendendo o salário de embalador, a máquina
O salário de embalador, a máquina está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.110 paga a quem é contratado como embalador, a máquina fica a 8% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 68% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.116,85 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de embalador, a máquina se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
O que a faixa de R$ 1.830 a R$ 2.330 significa?
Metade das 8.093 contratações de embalador, a máquina do período ficou entre R$ 1.830 e R$ 2.330. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.830 e um quarto, mais de R$ 2.330. A distância entre as duas pontas é de R$ 500 por mês, ou R$ 6.000 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,27 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.110, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um embalador, a máquina.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como embalador, a máquina?
Entre os 10 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a embalador, a máquina: R$ 2.275 em 3.177 contratações. A menor ficou em Pará, com R$ 1.625 em 181 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 40%, ou R$ 650 por mês.
São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou embalador, a máquina no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 40% vista aqui.
Dá para trabalhar como embalador, a máquina sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 1,5% das admissões de embalador, a máquina foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 5.691 das 8.068 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 70,5%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.034,71 com "5ª Completo Fundamental" a R$ 2.313,29 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de embalador, a máquina — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata embalador, a máquina é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou embalador, a máquina foi "Indústrias de Transformação", com 5.350 admissões, ou 67,5% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 94,1% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de embalador, a máquina tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,7 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que embalador, a máquina fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 9.453 admissões e 9.610 desligamentos de embalador, a máquina, um saldo de -157 postos formais. O saldo negativo equivale a 1,7% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 9.453 admissões não querem dizer que existam 9.453 pessoas trabalhando como embalador, a máquina no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.