Trabalho e Salários

Costureiro, a máquina na confecção em série: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de costureiro, a máquina na confecção em série no Brasil foi de R$ 1.950 por mês, e a média R$ 2.024,27. O cálculo usa 19.630 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7632-15.

Salário mediano

R$ 1.950

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.024,27

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.730–R$ 2.170

metade das contratações

Amostra

19.630

contratações no período

Como o salário de costureiro, a máquina na confecção em série se distribui

Distribuição do salário de admissão de costureiro, a máquina na confecção em série: metade das contratações entre R$ 1.730 e R$ 2.170, mediana de R$ 1.950A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.730) ao terceiro quartil (R$ 2.170). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.950. O ponto escuro é a média, de R$ 2.024,27. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 19.630 admissões de costureiro, a máquina na confecção em série em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 684. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 21.170 admissões e 25.205 desligamentos, saldo de -4.035 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Santa Catarina, com 4.640 admissões e mediana de R$ 2.125.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como costureiro, a máquina na confecção em série. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 4 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um costureiro, a máquina na confecção em série por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Santa Catarina (SC)R$ 2.125R$ 2.255,674.640
São Paulo (SP)R$ 2.075R$ 2.165,434.214
Minas gerais (MG)R$ 1.725R$ 1.828,722.859
Paraná (PR)R$ 2.025R$ 2.070,522.361
Ceará (CE)R$ 1.675R$ 1.676,141.115
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.875R$ 1.899,34977
Goiás (GO)R$ 1.675R$ 1.759,62716
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025R$ 2.094,81589
Pernambuco (PE)R$ 1.825R$ 1.820,25556
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.635,24498
Espírito Santo (ES)R$ 1.825R$ 1.879,86286
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.730,92211
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825R$ 1.845,12147
Paraíba (PB)R$ 1.625R$ 1.678,78107
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 1.644,81105
Mato Grosso (MT)—R$ 2.027,2353
Amazonas (AM)—R$ 1.718,6335
Pará (PA)—R$ 1.780,1133
Maranhão (MA)—R$ 1.755,7432
Mediana do salário de admissão de costureiro, a máquina na confecção em série por estado, de R$ 2.125 em Santa Catarina (SC) a R$ 1.675 em Bahia (BA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de costureiro, a máquina na confecção em série no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 2.125São Paulo (SP)R$ 2.075Paraná (PR)R$ 2.025Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.025Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.875Pernambuco (PE)R$ 1.825Espírito Santo (ES)R$ 1.825Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.825Minas gerais (MG)R$ 1.725Ceará (CE)R$ 1.675Goiás (GO)R$ 1.675Bahia (BA)R$ 1.675
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como costureiro, a máquina na confecção em série no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 1.857,74840,4%
Até 5ª IncompletoR$ 2.076,282851,5%
5ª Completo FundamentalR$ 2.103,132601,3%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.033,728774,5%
Fundamental CompletoR$ 2.050,451.7999,2%
Médio IncompletoR$ 2.024,711.96010,0%
Médio CompletoR$ 2.014,7413.83070,5%
Superior IncompletoR$ 2.122,322831,4%
Superior CompletoR$ 2.121,472431,2%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.830,91228
18 a 24 anosR$ 1.906,244.074
25 a 29 anosR$ 1.966,822.701
30 a 39 anosR$ 2.031,815.243
40 a 49 anosR$ 2.096,854.346
50 anos ou maisR$ 2.137,102.986

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.952,25 (3.725 admissões) e mulheres com R$ 2.041,14 (15.905 admissões), uma diferença de 4,4% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 17.479 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.661 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 320 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 65 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 35 contratações.
  • Educação: 25 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7632-15
Título oficial
Costureiro, a máquina na confecção em série
Família ocupacional
7632 — Operadores de Máquinas para Costura de Peças do Vestuário

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para costureiro, a máquina na confecção em série

A CBO registra estes sinônimos para o código 7632-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Costureira de máquina overloque
  • Costureira de máquina reta
  • Costureira de máquinas industriais

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um costureiro, a máquina na confecção em série?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.950 por mês e a média R$ 2.024,27. Metade das 19.630 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.170. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de costureiro, a máquina na confecção em série?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7632-15, dentro da família ocupacional 7632 — Operadores de Máquinas para Costura de Peças do Vestuário.
Em qual estado costureiro, a máquina na confecção em série ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.125 (4.640 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser costureiro, a máquina na confecção em série?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,2% tinham ensino superior completo ou mais e 70,5% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de costureiro, a máquina na confecção em série

O salário de costureiro, a máquina na confecção em série está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.950 paga a quem é contratado como costureiro, a máquina na confecção em série fica a 0% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 48% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.024,27 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.950 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 1.730 a R$ 2.170 significa?

Metade das 19.630 contratações de costureiro, a máquina na confecção em série do período ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.170. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.730 e um quarto, mais de R$ 2.170. A distância entre as duas pontas é de R$ 440 por mês, ou R$ 5.280 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,25 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 1.950, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um costureiro, a máquina na confecção em série.

Onde costureiro, a máquina na confecção em série ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 15 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a costureiro, a máquina na confecção em série: R$ 2.125 em 4.640 contratações. A menor ficou em Sergipe, com R$ 1.625 em 105 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 31%, ou R$ 500 por mês.

Santa Catarina lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou costureiro, a máquina na confecção em série no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 31% vista aqui.

Dá para trabalhar como costureiro, a máquina na confecção em série sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,2% das admissões de costureiro, a máquina na confecção em série foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 13.830 das 19.621 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 70,5%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.857,74 com "Analfabeto" a R$ 2.122,32 com "Superior Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de costureiro, a máquina na confecção em série — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata costureiro, a máquina na confecção em série é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou costureiro, a máquina na confecção em série foi "Indústrias de Transformação", com 17.479 admissões, ou 89,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 99,4% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de costureiro, a máquina na confecção em série tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que costureiro, a máquina na confecção em série fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 21.170 admissões e 25.205 desligamentos de costureiro, a máquina na confecção em série, um saldo de -4.035 postos formais. O saldo negativo equivale a 19,1% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 21.170 admissões não querem dizer que existam 21.170 pessoas trabalhando como costureiro, a máquina na confecção em série no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.