Trabalho e Salários

Tratorista agrícola: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de tratorista agrícola no Brasil foi de R$ 2.370 por mês, e a média R$ 2.443,05. O cálculo usa 40.896 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 6410-15.

Salário mediano

R$ 2.370

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.443,05

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.010–R$ 2.690

metade das contratações

Amostra

40.896

contratações no período

Como o salário de tratorista agrícola se distribui

Distribuição do salário de admissão de tratorista agrícola: metade das contratações entre R$ 2.010 e R$ 2.690, mediana de R$ 2.370A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.010) ao terceiro quartil (R$ 2.690). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.370. O ponto escuro é a média, de R$ 2.443,05. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,4 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 40.896 admissões de tratorista agrícola em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 382. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 45.097 admissões e 40.592 desligamentos, saldo de +4.505 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 12.404 admissões e mediana de R$ 2.425.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como tratorista agrícola. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 4 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um tratorista agrícola por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.425R$ 2.424,6012.404
Minas gerais (MG)R$ 2.375R$ 2.379,627.747
Mato Grosso (MT)R$ 3.075R$ 3.130,394.081
Goiás (GO)R$ 2.375R$ 2.488,682.993
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.325R$ 2.429,302.598
Bahia (BA)R$ 2.175R$ 2.320,901.896
Paraná (PR)R$ 2.275R$ 2.433,421.873
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.275R$ 2.351,341.035
Pará (PA)R$ 2.275R$ 2.424,17772
Espírito Santo (ES)R$ 2.025R$ 2.075,67733
Pernambuco (PE)R$ 1.875R$ 1.972,40719
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.925R$ 1.936,99707
Maranhão (MA)R$ 2.175R$ 2.223,18459
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.975R$ 2.055,80427
Tocantins (TO)R$ 2.525R$ 2.560,79412
Santa Catarina (SC)R$ 2.025R$ 2.246,54396
Paraíba (PB)R$ 1.875R$ 1.957,19307
Alagoas (AL)R$ 2.025R$ 1.970,50253
Piauí (PI)R$ 2.025R$ 2.224,17211
Ceará (CE)R$ 1.925R$ 1.973,92185
Rondônia (RO)R$ 2.325R$ 2.433,23179
Acre (AC)R$ 1.775R$ 1.919,30148
Sergipe (SE)—R$ 1.895,7288
Distrito Federal (DF)—R$ 2.372,1875
Amapá (AP)—R$ 1.781,8859
Roraima (RR)—R$ 2.691,6648
Mediana do salário de admissão de tratorista agrícola por estado, de R$ 3.075 em Mato Grosso (MT) a R$ 2.175 em Maranhão (MA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de tratorista agrícola no período, da maior para a menor.Mato Grosso (MT)R$ 3.075Tocantins (TO)R$ 2.525São Paulo (SP)R$ 2.425Minas gerais (MG)R$ 2.375Goiás (GO)R$ 2.375Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.325Rondônia (RO)R$ 2.325Paraná (PR)R$ 2.275Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.275Pará (PA)R$ 2.275Bahia (BA)R$ 2.175Maranhão (MA)R$ 2.175
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como tratorista agrícola no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.286,091880,5%
Até 5ª IncompletoR$ 2.425,542.1555,3%
5ª Completo FundamentalR$ 2.413,091.6063,9%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.434,714.42610,8%
Fundamental CompletoR$ 2.442,455.62713,8%
Médio IncompletoR$ 2.489,444.0539,9%
Médio CompletoR$ 2.438,5122.35954,7%
Superior IncompletoR$ 2.579,032560,6%
Superior CompletoR$ 2.564,982120,5%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.392,997.841
25 a 29 anosR$ 2.455,267.170
30 a 39 anosR$ 2.471,5911.860
40 a 49 anosR$ 2.450,518.643
50 anos ou maisR$ 2.425,815.346

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.445,22 (39.600 admissões) e mulheres com R$ 2.376,91 (1.296 admissões), uma diferença de 2,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 27.000 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 6.751 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 2.429 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 2.026 contratações.
  • Construção: 1.316 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 513 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
6410-15
Título oficial
Tratorista agrícola
Família ocupacional
6410 — Trabalhadores da Mecanização Agrícola

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para tratorista agrícola

A CBO registra estes sinônimos para o código 6410-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Arador
  • Operador de adubadeira
  • Operador de implementos agrícolas
  • Operador de máquina agrícola
  • Tratorista operador de roçadeira
  • Tratorista operador de semeadeira

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um tratorista agrícola?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.370 por mês e a média R$ 2.443,05. Metade das 40.896 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.690. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de tratorista agrícola?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 6410-15, dentro da família ocupacional 6410 — Trabalhadores da Mecanização Agrícola.
Em qual estado tratorista agrícola ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 3.075 (4.081 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser tratorista agrícola?
Entre as pessoas contratadas no período, 0,5% tinham ensino superior completo ou mais e 54,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de tratorista agrícola

Quanto um tratorista agrícola ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.370 paga a quem é contratado como tratorista agrícola fica 22% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 79% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.443,05 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.370 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 2.010 a R$ 2.690 significa?

Metade das 40.896 contratações de tratorista agrícola do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.690. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 2.690. A distância entre as duas pontas é de R$ 680 por mês, ou R$ 8.160 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,34 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.370, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um tratorista agrícola.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como tratorista agrícola?

Entre os 22 estados com amostra suficiente, Mato Grosso pagou a maior mediana de admissão a tratorista agrícola: R$ 3.075 em 4.081 contratações. A menor ficou em Acre, com R$ 1.775 em 148 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 73%, ou R$ 1.300 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 12.404 das 40.896 admissões de tratorista agrícola no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 73% vista aqui.

Dá para trabalhar como tratorista agrícola sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,5% das admissões de tratorista agrícola foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 22.359 das 40.882 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 54,7%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.286,09 com "Analfabeto" a R$ 2.579,03 com "Superior Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de tratorista agrícola — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata tratorista agrícola é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou tratorista agrícola foi "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura", com 27.000 admissões, ou 67,4% do total classificado. Somando os três primeiros — Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura, Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 90,4% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de tratorista agrícola tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de tratorista agrícola está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 45.097 admissões e 40.592 desligamentos de tratorista agrícola, um saldo de +4.505 postos formais. O saldo positivo equivale a 10,0% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 10 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 45.097 admissões não querem dizer que existam 45.097 pessoas trabalhando como tratorista agrícola no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.