Trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte no Brasil foi de R$ 1.810 por mês, e a média R$ 1.877,16. O cálculo usa 939 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 6224-05.
Salário mediano
R$ 1.810
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 1.877,16
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.710–R$ 1.950
metade das contratações
Amostra
939
contratações no período
Como o salário de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 44 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 812. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 939 admissões e 832 desligamentos, saldo de +107 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Minas gerais, com 517 admissões e mediana de R$ 1.725.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| Minas gerais (MG) | R$ 1.725 | R$ 1.819,43 | 517 |
| São Paulo (SP) | R$ 1.975 | R$ 2.031,13 | 197 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 1.805,75 | 68 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Até 5ª Incompleto | R$ 1.843,13 | 67 | 7,4% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 1.822,26 | 39 | 4,3% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 1.793,12 | 110 | 12,1% |
| Fundamental Completo | R$ 1.854,59 | 124 | 13,6% |
| Médio Incompleto | R$ 1.893,74 | 120 | 13,2% |
| Médio Completo | R$ 1.906,69 | 449 | 49,4% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 1.817,54 | 270 |
| 25 a 29 anos | R$ 1.893,92 | 145 |
| 30 a 39 anos | R$ 1.931,65 | 219 |
| 40 a 49 anos | R$ 1.889,53 | 182 |
| 50 anos ou mais | R$ 1.887,54 | 99 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.898,95 (499 admissões) e mulheres com R$ 1.852,45 (440 admissões), uma diferença de 2,5% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 773 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 139 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 24 contratações.
- Outras Atividades de Serviços: 2 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 1 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 6224-05
- Título oficial
- Trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte
- Família ocupacional
- 6224 — Trabalhadores Agrícolas no Cultivo de Flores e Plantas Ornamentais
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte
A CBO registra estes sinônimos para o código 6224-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Floricultor no cultivo de flores e folhagens de corte
- Trabalhador na floricultura (flores e folhagens de corte)
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 1.810 por mês e a média R$ 1.877,16. Metade das 939 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.710 e R$ 1.950. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 6224-05, dentro da família ocupacional 6224 — Trabalhadores Agrícolas no Cultivo de Flores e Plantas Ornamentais.
- Em qual estado trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 1.975 (197 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Trabalhador no cultivo de plantas ornamentais · R$ 2.010
- Trabalhador no cultivo de mudas · R$ 1.890
- Trabalhador no cultivo de flores em vaso · R$ 2.110
- Trabalhador no cultivo de forrações · R$ 1.870
- Trabalhador agropecuário em geral · R$ 1.810
- Trabalhador volante da agricultura · R$ 1.810
- Tratorista agrícola · R$ 2.370
- Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas · R$ 1.850
- Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas · R$ 2.510
- Trabalhador da pecuaria (bovinos corte) · R$ 2.130
- Jardineiro · R$ 1.850
- Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar · R$ 1.650
Entendendo o salário de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte
O salário de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 1.810 paga a quem é contratado como trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte fica a 7% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 17% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 1.877,16 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.810 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
Por que quase todo trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 939 contratações de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte do período ficou entre R$ 1.710 e R$ 1.950. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.710 e um quarto, mais de R$ 1.950. A distância entre as duas pontas é de R$ 240 por mês, ou R$ 2.880 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,14 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 2 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte: R$ 1.975 em 197 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.725 em 517 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 14%, ou R$ 250 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Minas gerais respondeu por 517 das 939 admissões de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 14% vista aqui.
Dá para trabalhar como trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 449 das 909 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 49,4%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.793,12 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 1.906,69 com "Médio Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte foi "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura", com 773 admissões, ou 82,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 99,7% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 939 admissões e 832 desligamentos de trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte, um saldo de +107 postos formais. O saldo positivo equivale a 11,4% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 11 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 939 admissões não querem dizer que existam 939 pessoas trabalhando como trabalhador no cultivo de flores e folhagens de corte no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.