Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras no Brasil foi de R$ 1.630 por mês, e a média R$ 1.655,45. O cálculo usa 4.854 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 6225-10.
Salário mediano
R$ 1.630
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 1.655,45
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.630–R$ 1.650
metade das contratações
Amostra
4.854
contratações no período
Como o salário de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 44 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 892. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 5.716 admissões e 4.656 desligamentos, saldo de +1.060 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Rio Grande do Norte, com 3.400 admissões e mediana de R$ 1.625.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 1.625 | R$ 1.651,35 | 3.400 |
| Ceará (CE) | R$ 1.625 | R$ 1.644,09 | 1.149 |
| Minas gerais (MG) | R$ 1.625 | R$ 1.724,97 | 111 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 1.775,42 | 83 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 1.633,35 | 49 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 1.661,92 | 90 | 1,9% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 1.645,19 | 611 | 12,7% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 1.654,40 | 266 | 5,5% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 1.646,05 | 1.308 | 27,1% |
| Fundamental Completo | R$ 1.667,85 | 574 | 11,9% |
| Médio Incompleto | R$ 1.645,08 | 736 | 15,2% |
| Médio Completo | R$ 1.669,28 | 1.242 | 25,7% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 1.643,45 | 1.412 |
| 25 a 29 anos | R$ 1.648,82 | 821 |
| 30 a 39 anos | R$ 1.657,69 | 1.264 |
| 40 a 49 anos | R$ 1.660,24 | 844 |
| 50 anos ou mais | R$ 1.693,48 | 482 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.655,46 (3.951 admissões) e mulheres com R$ 1.655,40 (903 admissões), praticamente sem diferença.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 4.842 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 11 contratações.
- Indústrias Extrativas: 1 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 6225-10
- Título oficial
- Trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras
- Família ocupacional
- 6225 — Trabalhadores Agrícolas na Fruticultura
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras
A CBO registra estes sinônimos para o código 6225-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Trabalhador da cultura de abacaxi
- Trabalhador da cultura de melancia
- Trabalhador da cultura de melão
- Trabalhador da cultura de morango
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 1.630 por mês e a média R$ 1.655,45. Metade das 4.854 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.650. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 6225-10, dentro da família ocupacional 6225 — Trabalhadores Agrícolas na Fruticultura.
- Em qual estado trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio Grande do Sul teve o maior salário de admissão: R$ 1.775 (83 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas · R$ 1.850
- Trabalhador no cultivo de trepadeiras frutíferas · R$ 1.670
- Trabalhador agropecuário em geral · R$ 1.810
- Trabalhador volante da agricultura · R$ 1.810
- Tratorista agrícola · R$ 2.370
- Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas · R$ 2.510
- Trabalhador da pecuaria (bovinos corte) · R$ 2.130
- Jardineiro · R$ 1.850
- Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar · R$ 1.650
- Trabalhador da avicultura de postura · R$ 1.930
- Trabalhador de extração florestal, em geral · R$ 1.810
- Trabalhador da cultura de café · R$ 1.650
Entendendo o salário de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras
Por que o salário de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras fica abaixo da mediana do país?
A mediana de R$ 1.630 paga a quem é contratado como trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras fica 16% abaixo da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 0% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 1.655,45 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
Por que quase todo trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 4.854 contratações de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.650. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 1.650. A distância entre as duas pontas é de R$ 20 por mês, ou R$ 240 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,01 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 3 estados com amostra suficiente, Rio Grande do Norte pagou a maior mediana de admissão a trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras: R$ 1.625 em 3.400 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.625 em 111 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 0%, ou R$ 0 por mês.
Rio Grande do Norte lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 0% vista aqui.
Dá para trabalhar como trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "6ª a 9ª Fundamental", com 1.308 das 4.827 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 25,7%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.645,08 com "Médio Incompleto" a R$ 1.669,28 com "Médio Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras foi "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura", com 4.842 admissões, ou 99,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Indústrias Extrativas — chega-se a 100,0% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 5.716 admissões e 4.656 desligamentos de trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras, um saldo de +1.060 postos formais. O saldo positivo equivale a 18,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 19 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 5.716 admissões não querem dizer que existam 5.716 pessoas trabalhando como trabalhador no cultivo de espécies frutíferas rasteiras no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.