Trabalho e Salários

Supervisor de exploração agrícola: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de supervisor de exploração agrícola no Brasil foi de R$ 3.010 por mês, e a média R$ 3.609,57. O cálculo usa 4.704 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 6201-05.

Salário mediano

R$ 3.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 3.609,57

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.330–R$ 4.110

metade das contratações

Amostra

4.704

contratações no período

Como o salário de supervisor de exploração agrícola se distribui

Distribuição do salário de admissão de supervisor de exploração agrícola: metade das contratações entre R$ 2.330 e R$ 4.110, mediana de R$ 3.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.330) ao terceiro quartil (R$ 4.110). A linha grossa é a mediana, de R$ 3.010. O ponto escuro é a média, de R$ 3.609,57. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 3 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 4.704 admissões de supervisor de exploração agrícola em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 44,1 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 231. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 5.516 admissões e 6.839 desligamentos, saldo de -1.323 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 879 admissões e mediana de R$ 3.175.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como supervisor de exploração agrícola. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de cima.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um supervisor de exploração agrícola por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 3.175R$ 3.854,80879
Minas gerais (MG)R$ 2.925R$ 3.469,02827
Goiás (GO)R$ 3.025R$ 4.277,28659
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.525R$ 2.856,01300
Bahia (BA)R$ 2.425R$ 3.181,32290
Mato Grosso (MT)R$ 4.325R$ 4.850,80290
Pernambuco (PE)R$ 2.525R$ 2.842,80269
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.825R$ 4.384,24166
Paraná (PR)R$ 3.175R$ 4.048,62140
Espírito Santo (ES)R$ 2.425R$ 2.920,18130
Rio Grande do Norte (RN)R$ 2.175R$ 2.307,38111
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 2.551,2597
Maranhão (MA)—R$ 3.561,7382
Pará (PA)—R$ 4.102,9776
Santa Catarina (SC)—R$ 2.926,9072
Ceará (CE)—R$ 2.300,0262
Alagoas (AL)—R$ 3.355,6557
Paraíba (PB)—R$ 2.477,0752
Tocantins (TO)—R$ 4.030,7833
Mediana do salário de admissão de supervisor de exploração agrícola por estado, de R$ 4.325 em Mato Grosso (MT) a R$ 2.175 em Rio Grande do Norte (RN)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de supervisor de exploração agrícola no período, da maior para a menor.Mato Grosso (MT)R$ 4.325Mato Grosso do Sul (MS)R$ 3.825São Paulo (SP)R$ 3.175Paraná (PR)R$ 3.175Goiás (GO)R$ 3.025Minas gerais (MG)R$ 2.925Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.525Pernambuco (PE)R$ 2.525Bahia (BA)R$ 2.425Espírito Santo (ES)R$ 2.425Rio Grande do Norte (RN)R$ 2.175
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como supervisor de exploração agrícola no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 2.961,833337,1%
5ª Completo FundamentalR$ 3.393,241393,0%
6ª a 9ª FundamentalR$ 3.167,584429,5%
Fundamental CompletoR$ 3.195,864078,7%
Médio IncompletoR$ 3.065,293146,7%
Médio CompletoR$ 3.401,302.39051,1%
Superior IncompletoR$ 4.172,871433,1%
Superior CompletoR$ 5.933,7747310,1%
Pós-Graduação completaR$ 7.254,44330,7%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.530,44501
25 a 29 anosR$ 3.439,32689
30 a 39 anosR$ 3.844,621.559
40 a 49 anosR$ 3.850,671.283
50 anos ou maisR$ 3.598,44666

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 3.661,81 (4.249 admissões) e mulheres com R$ 3.121,68 (455 admissões), uma diferença de 17,3% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 3.275 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 472 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 462 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 189 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 127 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 83 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
6201-05
Título oficial
Supervisor de exploração agrícola
Família ocupacional
6201 — Supervisores na Exploração Agropecuária

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para supervisor de exploração agrícola

A CBO registra estes sinônimos para o código 6201-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Capataz da exploração agrícola
  • Capataz de horticultura
  • Capataz na fruticultura e na floricultura
  • Encarregado de horticultura
  • Encarregado de hortifrutigrangeiros
  • Fiscal de lavoura
  • Monitor agrícola
  • Orientador de plantio

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um supervisor de exploração agrícola?
Na contratação, a mediana foi de R$ 3.010 por mês e a média R$ 3.609,57. Metade das 4.704 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.330 e R$ 4.110. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de supervisor de exploração agrícola?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 6201-05, dentro da família ocupacional 6201 — Supervisores na Exploração Agropecuária.
Em qual estado supervisor de exploração agrícola ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 4.325 (290 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser supervisor de exploração agrícola?
Entre as pessoas contratadas no período, 10,8% tinham ensino superior completo ou mais e 51,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de supervisor de exploração agrícola

Quanto um supervisor de exploração agrícola ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 3.010 paga a quem é contratado como supervisor de exploração agrícola fica 54% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 91% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 3.609,57 está 20% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de supervisor de exploração agrícola bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de supervisor de exploração agrícola varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 4.704 contratações de supervisor de exploração agrícola do período ficou entre R$ 2.330 e R$ 4.110. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.330 e um quarto, mais de R$ 4.110. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.780 por mês, ou R$ 21.360 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 1,8 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de supervisor de exploração agrícola está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como supervisor de exploração agrícola?

Entre os 11 estados com amostra suficiente, Mato Grosso pagou a maior mediana de admissão a supervisor de exploração agrícola: R$ 4.325 em 290 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Norte, com R$ 2.175 em 111 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 99%, ou R$ 2.150 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 879 das 4.704 admissões de supervisor de exploração agrícola no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 99% vista aqui.

Dá para trabalhar como supervisor de exploração agrícola sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 10,8% das admissões de supervisor de exploração agrícola foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 2.390 das 4.674 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 51,1%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 7.254,44, contra R$ 2.961,83 de quem entrou com "Até 5ª Incompleto" — 145% de diferença. A CBO em si não exige diploma para supervisor de exploração agrícola; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata supervisor de exploração agrícola é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou supervisor de exploração agrícola foi "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura", com 3.275 admissões, ou 71,1% do total classificado. Somando os três primeiros — Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura, Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 91,3% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de supervisor de exploração agrícola tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44,1 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que supervisor de exploração agrícola fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 5.516 admissões e 6.839 desligamentos de supervisor de exploração agrícola, um saldo de -1.323 postos formais. O saldo negativo equivale a 24,0% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 5.516 admissões não querem dizer que existam 5.516 pessoas trabalhando como supervisor de exploração agrícola no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.