Supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) no Brasil foi de R$ 3.250 por mês, e a média R$ 4.200,00. O cálculo usa 319 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7606-05.
Salário mediano
R$ 3.250
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 4.200,00
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.390–R$ 5.010
metade das contratações
Amostra
319
contratações no período
Como o salário de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,7 horas semanais.
- Movimentação no período: 329 admissões e 513 desligamentos, saldo de -184 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 118 admissões e mediana de R$ 3.475.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 3.437,54 | 201 | 76,4% |
| Superior Completo | R$ 6.378,53 | 62 | 23,6% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.819,10 | 36 |
| 25 a 29 anos | R$ 3.070,05 | 35 |
| 30 a 39 anos | R$ 4.222,19 | 101 |
| 40 a 49 anos | R$ 4.903,85 | 100 |
| 50 anos ou mais | R$ 4.866,57 | 42 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.453,46 (229 admissões) e mulheres com R$ 3.555,08 (90 admissões), uma diferença de 25,3% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 192 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 50 contratações.
- Informação e Comunicação: 30 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 19 contratações.
- Construção: 7 contratações.
- Educação: 7 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7606-05
- Título oficial
- Supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)
- Família ocupacional
- 7606 — Supervisores das Artes Gráficas
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)
A CBO registra estes sinônimos para o código 7606-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Chefe de divisão gráfica
- Chefe de seção de artes gráficas
- Coordenador de artes gráficas
- Encarregado de gráfica
- Mestre das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)
- Mestre de fotogravuras
- Mestre de fotolito
- Mestre de gravação (indústria gráfica)
- Mestre de produção (indústria gráfica)
- Mestre de serviços gráficos
- Mestre gravador de clichê
- Mestre impressor
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 3.250 por mês e a média R$ 4.200,00. Metade das 319 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.390 e R$ 5.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7606-05, dentro da família ocupacional 7606 — Supervisores das Artes Gráficas.
- Em qual estado supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 3.475 (118 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 23,6% tinham ensino superior completo ou mais e 76,4% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
- Carregador (armazém) · R$ 2.010
- Motorista de furgão ou veículo similar · R$ 2.310
- Soldador · R$ 3.090
- Carregador (veículos de transportes terrestres) · R$ 1.890
- Eletricista de instalações · R$ 2.310
- Montador de estruturas metálicas · R$ 2.510
Entendendo o salário de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)
Quanto um supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 3.250 paga a quem é contratado como supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) fica 67% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 93% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 4.200,00 está 29% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que o salário de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 319 contratações de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) do período ficou entre R$ 2.390 e R$ 5.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.390 e um quarto, mais de R$ 5.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 2.620 por mês, ou R$ 31.440 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 2,1 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Que escolaridade o mercado exige de um supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)?
O mercado de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) é misto: 23,6% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (201 de 263 contratações classificadas).
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 6.378,53, contra R$ 3.437,54 de quem entrou com "Médio Completo" — 86% de diferença. A CBO em si não exige diploma para supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Quem contrata supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) foi "Indústrias de Transformação", com 192 admissões, ou 63,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Informação e Comunicação — chega-se a 89,2% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,7 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 329 admissões e 513 desligamentos de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica), um saldo de -184 postos formais. O saldo negativo equivale a 55,9% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 329 admissões não querem dizer que existam 329 pessoas trabalhando como supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica)?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 30 a 39 anos estão 32,2% das admissões de supervisor das artes gráficas (indústria editorial e gráfica) — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 40 a 49 anos entrou com média de R$ 4.903,85 e 18 a 24 anos, com R$ 2.819,10 — 74% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.