Trabalho e Salários

Operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) no Brasil foi de R$ 2.670 por mês, e a média R$ 2.869,17. O cálculo usa 2.916 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7151-40.

Salário mediano

R$ 2.670

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.869,17

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 2.250–R$ 3.230

metade das contratações

Amostra

2.916

contratações no período

Como o salário de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) se distribui

Distribuição do salário de admissão de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares): metade das contratações entre R$ 2.250 e R$ 3.230, mediana de R$ 2.670A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 2.250) ao terceiro quartil (R$ 3.230). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.670. O ponto escuro é a média, de R$ 2.869,17. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milR$ 4 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,7 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 2.916 admissões de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 289. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 3.504 admissões e 2.803 desligamentos, saldo de +701 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 480 admissões e mediana de R$ 2.925.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.925R$ 3.163,33480
Minas gerais (MG)R$ 2.525R$ 2.756,17396
Goiás (GO)R$ 2.775R$ 2.850,38271
Santa Catarina (SC)R$ 2.225R$ 2.557,84204
Paraná (PR)R$ 3.075R$ 3.399,17165
Pará (PA)R$ 2.425R$ 2.559,72150
Mato Grosso (MT)R$ 2.875R$ 3.224,33137
Bahia (BA)R$ 2.775R$ 2.955,10134
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.875R$ 2.988,37116
Ceará (CE)R$ 2.575R$ 2.709,28104
Espírito Santo (ES)R$ 2.125R$ 2.625,14104
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 3.262,7893
Maranhão (MA)—R$ 2.597,9887
Rio Grande do Sul (RS)—R$ 2.583,1383
Piauí (PI)—R$ 2.487,4572
Paraíba (PB)—R$ 2.000,8365
Tocantins (TO)—R$ 3.325,1454
Pernambuco (PE)—R$ 2.780,9254
Amazonas (AM)—R$ 2.682,6937
Mediana do salário de admissão de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) por estado, de R$ 3.075 em Paraná (PR) a R$ 2.125 em Espírito Santo (ES)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) no período, da maior para a menor.Paraná (PR)R$ 3.075São Paulo (SP)R$ 2.925Mato Grosso (MT)R$ 2.875Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.875Goiás (GO)R$ 2.775Bahia (BA)R$ 2.775Ceará (CE)R$ 2.575Minas gerais (MG)R$ 2.525Pará (PA)R$ 2.425Santa Catarina (SC)R$ 2.225Espírito Santo (ES)R$ 2.125
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 2.754,831876,5%
5ª Completo FundamentalR$ 3.035,34832,9%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.827,8631310,9%
Fundamental CompletoR$ 2.870,1144915,7%
Médio IncompletoR$ 2.795,4030510,6%
Médio CompletoR$ 2.884,841.52753,3%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.430,27363
25 a 29 anosR$ 2.670,07477
30 a 39 anosR$ 2.880,98925
40 a 49 anosR$ 3.053,63742
50 anos ou maisR$ 3.137,12406

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 2.389 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 139 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 131 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 66 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 56 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 52 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
7151-40
Título oficial
Operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares)
Família ocupacional
7151 — Trabalhadores na Operação de Máquinas de Terraplenagem e Fundações

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares)

A CBO registra estes sinônimos para o código 7151-40. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Condutor de asfaltadora
  • Condutor de pavimentadora
  • Conservador de estradas de rodagem
  • Pavimentador
  • Trabalhador de pavimentação (rodovias)
  • Trabalhadores de conservação de rodovias

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.670 por mês e a média R$ 2.869,17. Metade das 2.916 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.250 e R$ 3.230. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7151-40, dentro da família ocupacional 7151 — Trabalhadores na Operação de Máquinas de Terraplenagem e Fundações.
Em qual estado operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Tocantins teve o maior salário de admissão: R$ 3.325 (54 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares)

Quanto um operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 2.670 paga a quem é contratado como operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) fica 37% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 86% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.869,17 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.670 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 2.250 a R$ 3.230 significa?

Metade das 2.916 contratações de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) do período ficou entre R$ 2.250 e R$ 3.230. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.250 e um quarto, mais de R$ 3.230. A distância entre as duas pontas é de R$ 980 por mês, ou R$ 11.760 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,44 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.670, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares).

Em que estado vale mais a pena trabalhar como operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares)?

Entre os 11 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares): R$ 3.075 em 165 contratações. A menor ficou em Espírito Santo, com R$ 2.125 em 104 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 45%, ou R$ 950 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 480 das 2.916 admissões de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 45% vista aqui.

Dá para trabalhar como operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.527 das 2.864 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 53,3%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.754,83 com "Até 5ª Incompleto" a R$ 3.035,34 com "5ª Completo Fundamental". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) foi "Construção", com 2.389 admissões, ou 84,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 93,9% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Construção". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 3.504 admissões e 2.803 desligamentos de operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares), um saldo de +701 postos formais. O saldo positivo equivale a 20,0% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 20 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 3.504 admissões não querem dizer que existam 3.504 pessoas trabalhando como operador de pavimentadora (asfalto, concreto e materiais similares) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.