Trabalho e Salários

Operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias no Brasil foi de R$ 2.110 por mês, e a média R$ 2.140,87. O cálculo usa 3.601 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8418-10.

Salário mediano

R$ 2.110

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.140,87

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.870–R$ 2.350

metade das contratações

Amostra

3.601

contratações no período

Como o salário de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias se distribui

Distribuição do salário de admissão de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias: metade das contratações entre R$ 1.870 e R$ 2.350, mediana de R$ 2.110A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.870) ao terceiro quartil (R$ 2.350). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.110. O ponto escuro é a média, de R$ 2.140,87. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,1 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 3.601 admissões de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,2 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 546. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 3.768 admissões e 5.118 desligamentos, saldo de -1.350 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 1.530 admissões e mediana de R$ 2.325.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 8 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.325R$ 2.338,371.530
Minas gerais (MG)R$ 1.825R$ 1.895,69505
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.075R$ 2.041,99337
Santa Catarina (SC)R$ 2.025R$ 2.182,97229
Paraná (PR)R$ 2.175R$ 2.334,41179
Goiás (GO)R$ 1.925R$ 1.970,32164
Espírito Santo (ES)—R$ 2.049,1095
Bahia (BA)—R$ 1.878,6586
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 1.904,2763
Ceará (CE)—R$ 2.040,8659
Mato Grosso (MT)—R$ 1.705,4954
Pernambuco (PE)—R$ 1.868,3045
Rondônia (RO)—R$ 1.792,2934
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.769,6631
Mediana do salário de admissão de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias por estado, de R$ 2.325 em São Paulo (SP) a R$ 1.825 em Minas gerais (MG)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.325Paraná (PR)R$ 2.175Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.075Santa Catarina (SC)R$ 2.025Goiás (GO)R$ 1.925Minas gerais (MG)R$ 1.825
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 2.130,82411,1%
5ª Completo FundamentalR$ 2.352,88601,7%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.033,751073,0%
Fundamental CompletoR$ 2.124,721975,5%
Médio IncompletoR$ 2.072,283349,3%
Médio CompletoR$ 2.142,992.71675,6%
Superior IncompletoR$ 2.131,36732,0%
Superior CompletoR$ 2.438,45661,8%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.892,2971
18 a 24 anosR$ 2.089,811.062
25 a 29 anosR$ 2.142,30657
30 a 39 anosR$ 2.158,64968
40 a 49 anosR$ 2.208,31635
50 anos ou maisR$ 2.184,31196

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.193,41 (2.150 admissões) e mulheres com R$ 2.063,02 (1.451 admissões), uma diferença de 6,3% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 2.910 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 230 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 209 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 204 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 26 contratações.
  • Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 6 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8418-10
Título oficial
Operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias
Família ocupacional
8418 — Família ocupacional 8418

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias

A CBO registra estes sinônimos para o código 8418-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Baleiro (fabricação)
  • Bolacheiro
  • Laminador de massas alimentícias
  • Misturador de massas alimentícias
  • Operador de máquina na fabricação de macarrão.
  • Operador de preparo de massas (alimentícias)
  • Preparador de massas alimentícias - na fabricação

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.110 por mês e a média R$ 2.140,87. Metade das 3.601 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.870 e R$ 2.350. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8418-10, dentro da família ocupacional 8418 — Família ocupacional 8418.
Em qual estado operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.325 (1.530 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,8% tinham ensino superior completo ou mais e 75,6% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias

O salário de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.110 paga a quem é contratado como operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias fica a 8% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 68% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.140,87 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

O que a faixa de R$ 1.870 a R$ 2.350 significa?

Metade das 3.601 contratações de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias do período ficou entre R$ 1.870 e R$ 2.350. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.870 e um quarto, mais de R$ 2.350. A distância entre as duas pontas é de R$ 480 por mês, ou R$ 5.760 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,26 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.110, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias.

Onde operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 6 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias: R$ 2.325 em 1.530 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.825 em 505 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 27%, ou R$ 500 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 27% vista aqui.

Dá para trabalhar como operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,8% das admissões de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 2.716 das 3.594 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 75,6%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.033,75 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.438,45 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias foi "Indústrias de Transformação", com 2.910 admissões, ou 81,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Alojamento e Alimentação — chega-se a 93,4% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,2 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 3.768 admissões e 5.118 desligamentos de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias, um saldo de -1.350 postos formais. O saldo negativo equivale a 35,8% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 3.768 admissões não querem dizer que existam 3.768 pessoas trabalhando como operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.