Operador de máquinas fixas, em geral: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de operador de máquinas fixas, em geral no Brasil foi de R$ 2.310 por mês, e a média R$ 2.388,48. O cálculo usa 34.020 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8621-50.
Salário mediano
R$ 2.310
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.388,48
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.010–R$ 2.650
metade das contratações
Amostra
34.020
contratações no período
Como o salário de operador de máquinas fixas, em geral se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,7 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 414. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 40.334 admissões e 46.929 desligamentos, saldo de -6.595 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 10.936 admissões e mediana de R$ 2.375.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um operador de máquinas fixas, em geral por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.375 | R$ 2.474,68 | 10.936 |
| Paraná (PR) | R$ 2.325 | R$ 2.365,31 | 3.795 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.825 | R$ 2.754,52 | 3.714 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.075 | R$ 2.257,23 | 2.908 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.325 | R$ 2.452,97 | 2.541 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.175 | R$ 2.322,13 | 2.099 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 1.975 | R$ 2.236,16 | 1.000 |
| Goiás (GO) | R$ 2.075 | R$ 2.257,19 | 979 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.625 | R$ 1.784,98 | 896 |
| Bahia (BA) | R$ 2.125 | R$ 2.255,55 | 823 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 2.175 | R$ 2.378,15 | 757 |
| Ceará (CE) | R$ 1.675 | R$ 1.907,26 | 646 |
| Amazonas (AM) | R$ 2.025 | R$ 2.273,34 | 593 |
| Pará (PA) | R$ 2.125 | R$ 2.162,61 | 437 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.625 | R$ 1.758,74 | 414 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 2.225 | R$ 2.461,46 | 309 |
| Maranhão (MA) | R$ 2.775 | R$ 2.577,80 | 235 |
| Alagoas (AL) | R$ 1.775 | R$ 1.976,40 | 155 |
| Rondônia (RO) | R$ 2.225 | R$ 2.243,44 | 142 |
| Piauí (PI) | R$ 2.025 | R$ 2.201,76 | 142 |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 1.775 | R$ 1.940,82 | 113 |
| Sergipe (SE) | R$ 1.725 | R$ 1.832,86 | 108 |
| Tocantins (TO) | R$ 2.225 | R$ 2.450,93 | 103 |
| Distrito Federal (DF) | R$ 1.825 | R$ 2.145,38 | 102 |
| Acre (AC) | — | R$ 2.744,41 | 30 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de máquinas fixas, em geral no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 2.349,97 | 119 | 0,3% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.522,72 | 676 | 2,0% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.453,64 | 411 | 1,2% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.476,97 | 1.600 | 4,7% |
| Fundamental Completo | R$ 2.426,16 | 2.741 | 8,1% |
| Médio Incompleto | R$ 2.350,34 | 2.816 | 8,3% |
| Médio Completo | R$ 2.373,19 | 24.532 | 72,1% |
| Superior Incompleto | R$ 2.443,65 | 562 | 1,7% |
| Superior Completo | R$ 2.549,32 | 519 | 1,5% |
| Pós-Graduação completa | R$ 2.629,42 | 37 | 0,1% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 2.031,10 | 70 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.240,87 | 9.124 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.359,52 | 6.296 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.440,02 | 9.510 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.513,69 | 6.226 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.498,32 | 2.743 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.431,53 (27.455 admissões) e mulheres com R$ 2.208,42 (6.565 admissões), uma diferença de 10,1% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 19.426 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 4.736 contratações.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 3.228 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 3.008 contratações.
- Construção: 1.520 contratações.
- Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 664 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 8621-50
- Título oficial
- Operador de máquinas fixas, em geral
- Família ocupacional
- 8621 — Operadores de Máquinas a Vapor e Utilidades
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para operador de máquinas fixas, em geral
A CBO registra estes sinônimos para o código 8621-50. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Manipulador de máquinas fixas
- Maquinista de máquina fixa
- Operador de casa de máquinas - exceto embarcações
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um operador de máquinas fixas, em geral?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.310 por mês e a média R$ 2.388,48. Metade das 34.020 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.650. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de operador de máquinas fixas, em geral?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8621-50, dentro da família ocupacional 8621 — Operadores de Máquinas a Vapor e Utilidades.
- Em qual estado operador de máquinas fixas, em geral ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 2.825 (3.714 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser operador de máquinas fixas, em geral?
- Entre as pessoas contratadas no período, 1,6% tinham ensino superior completo ou mais e 72,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de caldeira · R$ 2.470
- Operador de utilidade (produção e distribuição de vapor, gás, óleo, combustível, energia, oxigênio) · R$ 2.530
- Operador de estação de bombeamento · R$ 2.110
- Operador de abastecimento de combustível de aeronave · R$ 2.570
- Maquinista de embarcações · R$ 2.150
- Operador de compressor de ar · R$ 2.070
- Operador de bateria de gás de hulha · R$ 2.210
- Foguista (locomotivas a vapor) · R$ 2.050
- Açougueiro · R$ 2.090
- Magarefe · R$ 2.070
- Padeiro · R$ 2.110
- Abatedor · R$ 1.890
Entendendo o salário de operador de máquinas fixas, em geral
Quanto um operador de máquinas fixas, em geral ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.310 paga a quem é contratado como operador de máquinas fixas, em geral fica 18% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 77% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.388,48 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.310 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.010 a R$ 2.650 significa?
Metade das 34.020 contratações de operador de máquinas fixas, em geral do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.650. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 2.650. A distância entre as duas pontas é de R$ 640 por mês, ou R$ 7.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,32 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.310, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de máquinas fixas, em geral.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como operador de máquinas fixas, em geral?
Entre os 24 estados com amostra suficiente, Mato Grosso pagou a maior mediana de admissão a operador de máquinas fixas, em geral: R$ 2.825 em 3.714 contratações. A menor ficou em Paraíba, com R$ 1.625 em 414 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 74%, ou R$ 1.200 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 10.936 das 34.020 admissões de operador de máquinas fixas, em geral no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 74% vista aqui.
Dá para trabalhar como operador de máquinas fixas, em geral sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 1,6% das admissões de operador de máquinas fixas, em geral foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 24.532 das 34.013 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 72,1%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.349,97 com "Analfabeto" a R$ 2.629,42 com "Pós-Graduação completa". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de operador de máquinas fixas, em geral — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um operador de máquinas fixas, em geral encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de máquinas fixas, em geral foi "Indústrias de Transformação", com 19.426 admissões, ou 59,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura — chega-se a 84,1% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como operador de máquinas fixas, em geral: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,7 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que operador de máquinas fixas, em geral fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 40.334 admissões e 46.929 desligamentos de operador de máquinas fixas, em geral, um saldo de -6.595 postos formais. O saldo negativo equivale a 16,4% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 40.334 admissões não querem dizer que existam 40.334 pessoas trabalhando como operador de máquinas fixas, em geral no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.