Operador de extrusora (química, petroquímica e afins): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) no Brasil foi de R$ 2.350 por mês, e a média R$ 2.602,68. O cálculo usa 2.182 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8131-15.
Salário mediano
R$ 2.350
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.602,68
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.050–R$ 2.890
metade das contratações
Amostra
2.182
contratações no período
Como o salário de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,4 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 396. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 2.495 admissões e 2.971 desligamentos, saldo de -476 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 874 admissões e mediana de R$ 2.525.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um operador de extrusora (química, petroquímica e afins) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.525 | R$ 2.877,68 | 874 |
| Amazonas (AM) | R$ 2.175 | R$ 2.631,10 | 245 |
| Paraná (PR) | R$ 2.225 | R$ 2.495,25 | 236 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.375 | R$ 2.635,02 | 228 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 1.975 | R$ 2.150,69 | 165 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.075 | R$ 2.226,88 | 146 |
| Goiás (GO) | — | R$ 2.304,86 | 82 |
| Pernambuco (PE) | — | R$ 1.960,15 | 37 |
| Bahia (BA) | — | R$ 2.228,45 | 37 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 3.095,93 | 31 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como operador de extrusora (química, petroquímica e afins) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.396,34 | 73 | 3,5% |
| Fundamental Completo | R$ 2.505,72 | 147 | 7,0% |
| Médio Incompleto | R$ 2.468,54 | 179 | 8,5% |
| Médio Completo | R$ 2.633,90 | 1.676 | 79,6% |
| Superior Incompleto | R$ 2.624,61 | 30 | 1,4% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.259,28 | 485 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.457,25 | 367 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.662,56 | 661 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.863,38 | 495 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.920,31 | 169 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.627,24 (2.075 admissões) e mulheres com R$ 2.126,39 (107 admissões), uma diferença de 23,6% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 1.547 contratações.
- Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 219 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 187 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 169 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 18 contratações.
- Construção: 13 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 8131-15
- Título oficial
- Operador de extrusora (química, petroquímica e afins)
- Família ocupacional
- 8131 — Operadores de Processos das Indústrias de Transformação de Produtos Químicos,
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para operador de extrusora (química, petroquímica e afins)
A CBO registra estes sinônimos para o código 8131-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Operador especializado de extrusora
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.350 por mês e a média R$ 2.602,68. Metade das 2.182 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.050 e R$ 2.890. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de operador de extrusora (química, petroquímica e afins)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8131-15, dentro da família ocupacional 8131 — Operadores de Processos das Indústrias de Transformação de Produtos Químicos,.
- Em qual estado operador de extrusora (química, petroquímica e afins) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 3.096 (31 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de produção (química, petroquímica e afins) · R$ 2.210
- Operador de processo (química, petroquímica e afins) · R$ 2.430
- Técnico de operação (química, petroquímica e afins) · R$ 2.590
- Operador de calandra (química, petroquímica e afins) · R$ 1.870
- Cilindrista (petroquímica e afins) · R$ 2.530
- Açougueiro · R$ 2.090
- Operador de máquinas fixas, em geral · R$ 2.310
- Magarefe · R$ 2.070
- Padeiro · R$ 2.110
- Abatedor · R$ 1.890
- Confeiteiro · R$ 2.110
- Retalhador de carne · R$ 1.990
Entendendo o salário de operador de extrusora (química, petroquímica e afins)
Quanto um operador de extrusora (química, petroquímica e afins) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.350 paga a quem é contratado como operador de extrusora (química, petroquímica e afins) fica 21% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 78% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.602,68 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.350 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.050 a R$ 2.890 significa?
Metade das 2.182 contratações de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) do período ficou entre R$ 2.050 e R$ 2.890. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.050 e um quarto, mais de R$ 2.890. A distância entre as duas pontas é de R$ 840 por mês, ou R$ 10.080 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,41 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.350, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um operador de extrusora (química, petroquímica e afins).
Onde operador de extrusora (química, petroquímica e afins) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 6 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a operador de extrusora (química, petroquímica e afins): R$ 2.525 em 874 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Sul, com R$ 1.975 em 165 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 28%, ou R$ 550 por mês.
São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou operador de extrusora (química, petroquímica e afins) no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 28% vista aqui.
Dá para trabalhar como operador de extrusora (química, petroquímica e afins) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.676 das 2.105 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 79,6%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.396,34 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.633,90 com "Médio Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata operador de extrusora (química, petroquímica e afins) é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou operador de extrusora (química, petroquímica e afins) foi "Indústrias de Transformação", com 1.547 admissões, ou 71,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 90,7% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de operador de extrusora (química, petroquímica e afins) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,4 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que operador de extrusora (química, petroquímica e afins) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.495 admissões e 2.971 desligamentos de operador de extrusora (química, petroquímica e afins), um saldo de -476 postos formais. O saldo negativo equivale a 19,1% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.495 admissões não querem dizer que existam 2.495 pessoas trabalhando como operador de extrusora (química, petroquímica e afins) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.