Inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) no Brasil foi de R$ 2.370 por mês, e a média R$ 2.642,63. O cálculo usa 2.279 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3423-10.
Salário mediano
R$ 2.370
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.642,63
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.050–R$ 2.890
metade das contratações
Amostra
2.279
contratações no período
Como o salário de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 380. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 2.316 admissões e 2.496 desligamentos, saldo de -180 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 835 admissões e mediana de R$ 2.375.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.375 | R$ 2.676,62 | 835 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.375 | R$ 2.615,03 | 356 |
| Paraná (PR) | R$ 2.525 | R$ 2.772,67 | 205 |
| Goiás (GO) | R$ 2.375 | R$ 2.299,95 | 173 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.425 | R$ 2.419,75 | 138 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.325 | R$ 2.695,68 | 114 |
| Santa Catarina (SC) | — | R$ 2.897,03 | 77 |
| Bahia (BA) | — | R$ 2.833,95 | 74 |
| Espírito Santo (ES) | — | R$ 2.519,53 | 65 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | — | R$ 2.653,95 | 53 |
| Amazonas (AM) | — | R$ 2.443,11 | 36 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 3.048,39 | 35 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.389,39 | 42 | 1,9% |
| Fundamental Completo | R$ 2.477,64 | 101 | 4,6% |
| Médio Incompleto | R$ 2.382,74 | 78 | 3,5% |
| Médio Completo | R$ 2.567,11 | 1.636 | 73,9% |
| Superior Incompleto | R$ 2.708,24 | 130 | 5,9% |
| Superior Completo | R$ 3.232,58 | 227 | 10,3% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.248,25 | 386 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.472,96 | 386 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.690,24 | 704 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.855,63 | 518 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.919,86 | 280 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.712,19 (1.825 admissões) e mulheres com R$ 2.363,02 (454 admissões), uma diferença de 14,8% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 1.602 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 245 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 153 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 87 contratações.
- Indústrias de Transformação: 86 contratações.
- Construção: 55 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3423-10
- Título oficial
- Inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas)
- Família ocupacional
- 3423 — Técnicos em Transportes Rodoviários
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas)
A CBO registra estes sinônimos para o código 3423-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Agente rodoviário
- Chefe de garagem (transporte rodoviário)
- Controlador de serviço de transporte rodoviário
- Inspetor de carga e descarga
- Inspetor de carregadoria de embarque rodoviário
- Inspetor de tráfego rodoviário
- Inspetor de transporte rodoviário
- Instrutor de motoristas
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.370 por mês e a média R$ 2.642,63. Metade das 2.279 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.050 e R$ 2.890. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3423-10, dentro da família ocupacional 3423 — Técnicos em Transportes Rodoviários.
- Em qual estado inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio Grande do Sul teve o maior salário de admissão: R$ 3.048 (35 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 10,3% tinham ensino superior completo ou mais e 73,9% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Supervisor de carga e descarga · R$ 3.190
- Chefe de serviço de transporte rodoviário (passageiros e cargas) · R$ 3.010
- Técnico de enfermagem · R$ 2.390
- Assistente de vendas · R$ 2.050
- Auxiliar de desenvolvimento infantil · R$ 1.850
- Técnico em segurança do trabalho · R$ 3.870
- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
- Controlador de entrada e saída · R$ 2.030
- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
- Inspetor de qualidade · R$ 2.410
- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
- Tecnólogo em logística de transporte · R$ 2.610
Entendendo o salário de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas)
Quanto um inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.370 paga a quem é contratado como inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) fica 22% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 79% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.642,63 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.370 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.050 a R$ 2.890 significa?
Metade das 2.279 contratações de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) do período ficou entre R$ 2.050 e R$ 2.890. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.050 e um quarto, mais de R$ 2.890. A distância entre as duas pontas é de R$ 840 por mês, ou R$ 10.080 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,41 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.370, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas).
Onde inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 6 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas): R$ 2.525 em 205 contratações. A menor ficou em Mato Grosso, com R$ 2.325 em 114 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 9%, ou R$ 200 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 835 das 2.279 admissões de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 9% vista aqui.
Dá para trabalhar como inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 10,3% das admissões de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.636 das 2.214 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 73,9%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 3.232,58, contra R$ 2.382,74 de quem entrou com "Médio Incompleto" — 36% de diferença. A CBO em si não exige diploma para inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Quem contrata inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) foi "Transporte, Armazenagem e Correio", com 1.602 admissões, ou 71,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Transporte, Armazenagem e Correio, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 89,8% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Transporte, Armazenagem e Correio". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.316 admissões e 2.496 desligamentos de inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas), um saldo de -180 postos formais. O saldo negativo equivale a 7,8% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.316 admissões não querem dizer que existam 2.316 pessoas trabalhando como inspetor de serviços de transportes rodoviários (passageiros e cargas) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.