Trabalho e Salários

Forneiro e operador (alto-forno): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de forneiro e operador (alto-forno) no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 2.140,01. O cálculo usa 1.512 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8212-05.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.140,01

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.730–R$ 2.410

metade das contratações

Amostra

1.512

contratações no período

Como o salário de forneiro e operador (alto-forno) se distribui

Distribuição do salário de admissão de forneiro e operador (alto-forno): metade das contratações entre R$ 1.730 e R$ 2.410, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.730) ao terceiro quartil (R$ 2.410). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 2.140,01. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.512 admissões de forneiro e operador (alto-forno) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 42,6 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 631. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.680 admissões e 1.897 desligamentos, saldo de -217 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Minas gerais, com 391 admissões e mediana de R$ 2.225.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como forneiro e operador (alto-forno). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 9 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um forneiro e operador (alto-forno) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Minas gerais (MG)R$ 2.225R$ 2.320,47391
São Paulo (SP)R$ 2.475R$ 2.567,88246
Maranhão (MA)R$ 1.675R$ 1.701,01140
Paraná (PR)R$ 2.125R$ 2.241,42103
Pernambuco (PE)—R$ 1.800,8780
Pará (PA)—R$ 2.025,3274
Ceará (CE)—R$ 1.696,4655
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 2.011,6152
Santa Catarina (SC)—R$ 2.497,1550
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.699,1646
Goiás (GO)—R$ 2.071,2443
Bahia (BA)—R$ 1.884,8532
Espírito Santo (ES)—R$ 2.033,6932
Mediana do salário de admissão de forneiro e operador (alto-forno) por estado, de R$ 2.475 em São Paulo (SP) a R$ 1.675 em Maranhão (MA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de forneiro e operador (alto-forno) no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.475Minas gerais (MG)R$ 2.225Paraná (PR)R$ 2.125Maranhão (MA)R$ 1.675
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como forneiro e operador (alto-forno) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 2.096,60704,7%
5ª Completo FundamentalR$ 2.045,28553,7%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.208,311177,9%
Fundamental CompletoR$ 2.202,741339,0%
Médio IncompletoR$ 2.095,601359,1%
Médio CompletoR$ 2.139,8797265,6%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.979,87306
25 a 29 anosR$ 2.132,47241
30 a 39 anosR$ 2.166,36433
40 a 49 anosR$ 2.204,32327
50 anos ou maisR$ 2.249,15197

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.148,17 (1.437 admissões) e mulheres com R$ 1.983,74 (75 admissões), uma diferença de 8,3% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 934 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 161 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 131 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 115 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 93 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 27 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
8212-05
Título oficial
Forneiro e operador (alto-forno)
Família ocupacional
8212 — Operadores de Fornos de Primeira Fusão e Aciaria

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para forneiro e operador (alto-forno)

A CBO registra estes sinônimos para o código 8212-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Ajudante de forneiro
  • Carregador de alto-forno
  • Forneiro auxiliar (alto-forno)
  • Forneiro de alto-forno
  • Operador de alto-forno
  • Operador de carregamento de alto-forno
  • Operador de centro de controle de alto-forno
  • Operador de inspeção de alto-forno

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um forneiro e operador (alto-forno)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 2.140,01. Metade das 1.512 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.410. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de forneiro e operador (alto-forno)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8212-05, dentro da família ocupacional 8212 — Operadores de Fornos de Primeira Fusão e Aciaria.
Em qual estado forneiro e operador (alto-forno) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.497 (50 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de forneiro e operador (alto-forno)

O salário de forneiro e operador (alto-forno) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como forneiro e operador (alto-forno) fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.140,01 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.010 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 1.730 a R$ 2.410 significa?

Metade das 1.512 contratações de forneiro e operador (alto-forno) do período ficou entre R$ 1.730 e R$ 2.410. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.730 e um quarto, mais de R$ 2.410. A distância entre as duas pontas é de R$ 680 por mês, ou R$ 8.160 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,39 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.010, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um forneiro e operador (alto-forno).

Em que estado vale mais a pena trabalhar como forneiro e operador (alto-forno)?

Entre os 4 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a forneiro e operador (alto-forno): R$ 2.475 em 246 contratações. A menor ficou em Maranhão, com R$ 1.675 em 140 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 48%, ou R$ 800 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Minas gerais respondeu por 391 das 1.512 admissões de forneiro e operador (alto-forno) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 48% vista aqui.

Dá para trabalhar como forneiro e operador (alto-forno) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de forneiro e operador (alto-forno) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 972 das 1.482 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 65,6%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.045,28 com "5ª Completo Fundamental" a R$ 2.208,31 com "6ª a 9ª Fundamental". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de forneiro e operador (alto-forno) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata forneiro e operador (alto-forno) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou forneiro e operador (alto-forno) foi "Indústrias de Transformação", com 934 admissões, ou 63,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura — chega-se a 83,9% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de forneiro e operador (alto-forno) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 42,6 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que forneiro e operador (alto-forno) fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.680 admissões e 1.897 desligamentos de forneiro e operador (alto-forno), um saldo de -217 postos formais. O saldo negativo equivale a 12,9% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.680 admissões não querem dizer que existam 1.680 pessoas trabalhando como forneiro e operador (alto-forno) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.