Cortador de solas e palmilhas, a máquina: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de cortador de solas e palmilhas, a máquina no Brasil foi de R$ 2.550 por mês, e a média R$ 2.513,23. O cálculo usa 77 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 7641-10.
Salário mediano
R$ 2.550
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.513,23
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.010–R$ 2.910
metade das contratações
Amostra
77
contratações no período
Como o salário de cortador de solas e palmilhas, a máquina se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 44 horas semanais.
- Movimentação no período: 127 admissões e 168 desligamentos, saldo de -41 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 43 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 66 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 7 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 2 contratações.
- Outras Atividades de Serviços: 2 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 7641-10
- Título oficial
- Cortador de solas e palmilhas, a máquina
- Família ocupacional
- 7641 — Trabalhadores da Preparação da Confecção de Calçados
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para cortador de solas e palmilhas, a máquina
A CBO registra estes sinônimos para o código 7641-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Cortador de palmilhas
- Cortador de solas, a máquina
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um cortador de solas e palmilhas, a máquina?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.550 por mês e a média R$ 2.513,23. Metade das 77 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.910. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de cortador de solas e palmilhas, a máquina?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 7641-10, dentro da família ocupacional 7641 — Trabalhadores da Preparação da Confecção de Calçados.
- Em qual estado cortador de solas e palmilhas, a máquina ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.688 (43 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Preparador de calçados · R$ 1.930
- Cortador de calçados, a máquina (exceto solas e palmilhas) · R$ 1.750
- Preparador de solas e palmilhas · R$ 2.210
- Alimentador de linha de produção · R$ 2.010
- Servente de obras · R$ 1.770
- Motorista de caminhão (rotas regionais e internacionais) · R$ 2.770
- Pedreiro · R$ 2.610
- Ajudante de motorista · R$ 1.830
- Embalador, a mão · R$ 1.810
- Carregador (armazém) · R$ 2.010
- Motorista de furgão ou veículo similar · R$ 2.310
- Soldador · R$ 3.090
Entendendo o salário de cortador de solas e palmilhas, a máquina
Quanto um cortador de solas e palmilhas, a máquina ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.550 paga a quem é contratado como cortador de solas e palmilhas, a máquina fica 31% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 83% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.513,23 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de cortador de solas e palmilhas, a máquina se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
O que a faixa de R$ 2.010 a R$ 2.910 significa?
Metade das 77 contratações de cortador de solas e palmilhas, a máquina do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 2.910. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 2.910. A distância entre as duas pontas é de R$ 900 por mês, ou R$ 10.800 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,45 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.550, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um cortador de solas e palmilhas, a máquina.
Quem contrata cortador de solas e palmilhas, a máquina é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou cortador de solas e palmilhas, a máquina foi "Indústrias de Transformação", com 66 admissões, ou 85,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 97,4% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de cortador de solas e palmilhas, a máquina tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que cortador de solas e palmilhas, a máquina fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 127 admissões e 168 desligamentos de cortador de solas e palmilhas, a máquina, um saldo de -41 postos formais. O saldo negativo equivale a 32,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 127 admissões não querem dizer que existam 127 pessoas trabalhando como cortador de solas e palmilhas, a máquina no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Amostra
Quantas contratações entraram na conta. Com poucas contratações, qualquer média é instável: dois contratos atípicos mudam o resultado. Por isso só publicamos valores quando o recorte tem pelo menos 30 admissões.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.