Conferente de carga e descarga: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de conferente de carga e descarga no Brasil foi de R$ 2.210 por mês, e a média R$ 2.241,21. O cálculo usa 34.232 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 4142-15.
Salário mediano
R$ 2.210
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.241,21
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.970–R$ 2.490
metade das contratações
Amostra
34.232
contratações no período
Como o salário de conferente de carga e descarga se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,8 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 470. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 36.701 admissões e 42.956 desligamentos, saldo de -6.255 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 12.971 admissões e mediana de R$ 2.375.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um conferente de carga e descarga por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.375 | R$ 2.382,87 | 12.971 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.075 | R$ 2.134,73 | 3.166 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.475 | R$ 2.442,94 | 3.166 |
| Paraná (PR) | R$ 2.225 | R$ 2.225,26 | 2.963 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.175 | R$ 2.264,97 | 1.546 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.075 | R$ 2.157,31 | 1.355 |
| Goiás (GO) | R$ 2.025 | R$ 2.099,42 | 1.172 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 2.175 | R$ 2.182,84 | 1.094 |
| Bahia (BA) | R$ 1.825 | R$ 1.957,24 | 1.075 |
| Ceará (CE) | R$ 1.825 | R$ 1.870,41 | 816 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.375 | R$ 2.352,04 | 787 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.875 | R$ 1.935,97 | 764 |
| Amazonas (AM) | R$ 1.825 | R$ 1.954,17 | 533 |
| Pará (PA) | R$ 1.875 | R$ 1.951,40 | 493 |
| Distrito Federal (DF) | R$ 1.825 | R$ 1.969,60 | 371 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 1.975 | R$ 2.074,21 | 347 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.725 | R$ 1.845,12 | 244 |
| Maranhão (MA) | R$ 1.825 | R$ 1.949,32 | 240 |
| Piauí (PI) | R$ 1.675 | R$ 1.761,33 | 231 |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 1.675 | R$ 1.803,05 | 199 |
| Alagoas (AL) | R$ 1.875 | R$ 1.920,41 | 172 |
| Rondônia (RO) | R$ 1.825 | R$ 2.013,93 | 142 |
| Sergipe (SE) | R$ 1.825 | R$ 1.924,60 | 117 |
| Amapá (AP) | — | R$ 1.830,81 | 75 |
| Roraima (RR) | — | R$ 1.914,36 | 67 |
| Tocantins (TO) | — | R$ 2.126,92 | 56 |
| Acre (AC) | — | R$ 1.779,68 | 48 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como conferente de carga e descarga no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Analfabeto | R$ 2.246,19 | 62 | 0,2% |
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.229,98 | 241 | 0,7% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.192,96 | 194 | 0,6% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.152,24 | 670 | 2,0% |
| Fundamental Completo | R$ 2.230,11 | 1.591 | 4,6% |
| Médio Incompleto | R$ 2.197,68 | 2.171 | 6,3% |
| Médio Completo | R$ 2.237,65 | 27.121 | 79,2% |
| Superior Incompleto | R$ 2.302,38 | 973 | 2,8% |
| Superior Completo | R$ 2.410,10 | 1.139 | 3,3% |
| Pós-Graduação completa | R$ 2.650,28 | 61 | 0,2% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.908,38 | 172 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.172,26 | 9.759 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.245,56 | 7.462 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.270,64 | 9.959 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.305,87 | 4.952 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.288,59 | 1.889 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.240,79 (27.733 admissões) e mulheres com R$ 2.243,02 (6.499 admissões), praticamente sem diferença.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 14.023 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 10.749 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 5.227 contratações.
- Indústrias de Transformação: 3.094 contratações.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 299 contratações.
- Alojamento e Alimentação: 221 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 4142-15
- Título oficial
- Conferente de carga e descarga
- Família ocupacional
- 4142 — Apontadores e Conferentes
- Grande grupo
- Trabalhadores de serviços administrativos
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para conferente de carga e descarga
A CBO registra estes sinônimos para o código 4142-15. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Conferente de faturas e notas fiscais
- Conferente portuário
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um conferente de carga e descarga?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.210 por mês e a média R$ 2.241,21. Metade das 34.232 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.970 e R$ 2.490. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de conferente de carga e descarga?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 4142-15, dentro da família ocupacional 4142 — Apontadores e Conferentes.
- Em qual estado conferente de carga e descarga ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.475 (3.166 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser conferente de carga e descarga?
- Entre as pessoas contratadas no período, 3,5% tinham ensino superior completo ou mais e 79,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Apontador de produção · R$ 2.210
- Apontador de mão-de-obra · R$ 2.350
- Operador de caixa · R$ 1.830
- Auxiliar de logistica · R$ 2.030
- Assistente administrativo · R$ 2.210
- Auxiliar de escritório · R$ 1.950
- Recepcionista, em geral · R$ 1.810
- Almoxarife · R$ 2.110
- Operador de telemarketing ativo e receptivo · R$ 1.630
- Armazenista · R$ 1.930
- Estoquista · R$ 1.970
- Auxiliar de contabilidade · R$ 2.350
Entendendo o salário de conferente de carga e descarga
O salário de conferente de carga e descarga está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.210 paga a quem é contratado como conferente de carga e descarga fica a 13% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 71% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.241,21 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de conferente de carga e descarga se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
O que a faixa de R$ 1.970 a R$ 2.490 significa?
Metade das 34.232 contratações de conferente de carga e descarga do período ficou entre R$ 1.970 e R$ 2.490. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.970 e um quarto, mais de R$ 2.490. A distância entre as duas pontas é de R$ 520 por mês, ou R$ 6.240 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,26 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.210, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um conferente de carga e descarga.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como conferente de carga e descarga?
Entre os 23 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a conferente de carga e descarga: R$ 2.475 em 3.166 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Norte, com R$ 1.675 em 199 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 48%, ou R$ 800 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 12.971 das 34.232 admissões de conferente de carga e descarga no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 48% vista aqui.
Dá para trabalhar como conferente de carga e descarga sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 3,5% das admissões de conferente de carga e descarga foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 27.121 das 34.223 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 79,2%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 2.152,24 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.650,28 com "Pós-Graduação completa". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de conferente de carga e descarga — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Em que setores um conferente de carga e descarga encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou conferente de carga e descarga foi "Transporte, Armazenagem e Correio", com 14.023 admissões, ou 41,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Transporte, Armazenagem e Correio, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 89,2% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como conferente de carga e descarga: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,8 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que conferente de carga e descarga fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 36.701 admissões e 42.956 desligamentos de conferente de carga e descarga, um saldo de -6.255 postos formais. O saldo negativo equivale a 17,0% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 36.701 admissões não querem dizer que existam 36.701 pessoas trabalhando como conferente de carga e descarga no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.