Apontador de mão-de-obra: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de apontador de mão-de-obra no Brasil foi de R$ 2.350 por mês, e a média R$ 2.443,49. O cálculo usa 5.188 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 4142-05.
Salário mediano
R$ 2.350
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.443,49
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.070–R$ 2.690
metade das contratações
Amostra
5.188
contratações no período
Como o salário de apontador de mão-de-obra se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 392. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 5.923 admissões e 5.271 desligamentos, saldo de +652 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 870 admissões e mediana de R$ 2.675.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um apontador de mão-de-obra por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.675 | R$ 2.755,57 | 870 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.075 | R$ 2.170,95 | 610 |
| Goiás (GO) | R$ 2.425 | R$ 2.548,31 | 541 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.825 | R$ 2.700,37 | 350 |
| Bahia (BA) | R$ 2.525 | R$ 2.465,61 | 312 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.325 | R$ 2.443,25 | 265 |
| Pará (PA) | R$ 2.425 | R$ 2.369,88 | 211 |
| Paraná (PR) | R$ 2.575 | R$ 2.591,56 | 174 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 2.225 | R$ 2.304,77 | 168 |
| Piauí (PI) | R$ 2.225 | R$ 2.195,84 | 166 |
| Ceará (CE) | R$ 2.575 | R$ 2.468,23 | 166 |
| Maranhão (MA) | R$ 2.425 | R$ 2.265,06 | 162 |
| Pernambuco (PE) | R$ 2.275 | R$ 2.391,66 | 147 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.575 | R$ 2.796,57 | 144 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.825 | R$ 1.988,99 | 118 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.375 | R$ 2.517,62 | 103 |
| Amazonas (AM) | R$ 2.225 | R$ 2.211,10 | 100 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 2.060,51 | 91 |
| Espírito Santo (ES) | — | R$ 2.387,03 | 81 |
| Tocantins (TO) | — | R$ 2.341,20 | 67 |
| Sergipe (SE) | — | R$ 2.028,96 | 67 |
| Alagoas (AL) | — | R$ 2.145,43 | 66 |
| Acre (AC) | — | R$ 1.859,95 | 64 |
| Rondônia (RO) | — | R$ 2.089,20 | 46 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 2.667,61 | 44 |
| Amapá (AP) | — | R$ 2.157,26 | 32 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como apontador de mão-de-obra no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.437,85 | 110 | 2,1% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.274,26 | 68 | 1,3% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.357,44 | 212 | 4,1% |
| Fundamental Completo | R$ 2.465,55 | 414 | 8,0% |
| Médio Incompleto | R$ 2.324,17 | 383 | 7,4% |
| Médio Completo | R$ 2.427,57 | 3.632 | 70,2% |
| Superior Incompleto | R$ 2.681,40 | 139 | 2,7% |
| Superior Completo | R$ 2.844,84 | 213 | 4,1% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.277,70 | 1.343 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.388,51 | 1.008 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.498,00 | 1.465 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.583,79 | 872 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.612,71 | 484 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.459,73 (4.505 admissões) e mulheres com R$ 2.336,35 (683 admissões), uma diferença de 5,3% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Construção: 3.542 contratações.
- Indústrias de Transformação: 429 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 301 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 289 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 193 contratações.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 174 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 4142-05
- Título oficial
- Apontador de mão-de-obra
- Família ocupacional
- 4142 — Apontadores e Conferentes
- Grande grupo
- Trabalhadores de serviços administrativos
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para apontador de mão-de-obra
A CBO registra estes sinônimos para o código 4142-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Anotador de mão-de-obra
- Anotador de pessoal
- Apontador de obras
- Apontador de pessoal
- Apropriador de mão-de-obra
- Controlador de mão-de-obra
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um apontador de mão-de-obra?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.350 por mês e a média R$ 2.443,49. Metade das 5.188 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.070 e R$ 2.690. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de apontador de mão-de-obra?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 4142-05, dentro da família ocupacional 4142 — Apontadores e Conferentes.
- Em qual estado apontador de mão-de-obra ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 2.825 (350 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser apontador de mão-de-obra?
- Entre as pessoas contratadas no período, 4,1% tinham ensino superior completo ou mais e 70,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Conferente de carga e descarga · R$ 2.210
- Apontador de produção · R$ 2.210
- Operador de caixa · R$ 1.830
- Auxiliar de logistica · R$ 2.030
- Assistente administrativo · R$ 2.210
- Auxiliar de escritório · R$ 1.950
- Recepcionista, em geral · R$ 1.810
- Almoxarife · R$ 2.110
- Operador de telemarketing ativo e receptivo · R$ 1.630
- Armazenista · R$ 1.930
- Estoquista · R$ 1.970
- Auxiliar de contabilidade · R$ 2.350
Entendendo o salário de apontador de mão-de-obra
Quanto um apontador de mão-de-obra ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.350 paga a quem é contratado como apontador de mão-de-obra fica 21% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 78% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.443,49 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.350 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 2.070 a R$ 2.690 significa?
Metade das 5.188 contratações de apontador de mão-de-obra do período ficou entre R$ 2.070 e R$ 2.690. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.070 e um quarto, mais de R$ 2.690. A distância entre as duas pontas é de R$ 620 por mês, ou R$ 7.440 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,3 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.350, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um apontador de mão-de-obra.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como apontador de mão-de-obra?
Entre os 17 estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro pagou a maior mediana de admissão a apontador de mão-de-obra: R$ 2.825 em 350 contratações. A menor ficou em Paraíba, com R$ 1.825 em 118 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 55%, ou R$ 1.000 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 870 das 5.188 admissões de apontador de mão-de-obra no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 55% vista aqui.
Dá para trabalhar como apontador de mão-de-obra sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 4,1% das admissões de apontador de mão-de-obra foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 3.632 das 5.171 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 70,2%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 2.844,84, contra R$ 2.274,26 de quem entrou com "5ª Completo Fundamental" — 25% de diferença. A CBO em si não exige diploma para apontador de mão-de-obra; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Quem contrata apontador de mão-de-obra é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou apontador de mão-de-obra foi "Construção", com 3.542 admissões, ou 71,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 86,7% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de apontador de mão-de-obra tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Construção". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de apontador de mão-de-obra está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 5.923 admissões e 5.271 desligamentos de apontador de mão-de-obra, um saldo de +652 postos formais. O saldo positivo equivale a 11,0% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 11 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 5.923 admissões não querem dizer que existam 5.923 pessoas trabalhando como apontador de mão-de-obra no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.