Trabalho e Salários

Coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde no Brasil foi de R$ 1.770 por mês, e a média R$ 1.795,16. O cálculo usa 1.878 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5142-30.

Salário mediano

R$ 1.770

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.795,16

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 1.910

metade das contratações

Amostra

1.878

contratações no período

Como o salário de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde se distribui

Distribuição do salário de admissão de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde: metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 1.910, mediana de R$ 1.770A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 1.910). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.770. O ponto escuro é a média, de R$ 1.795,16. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.878 admissões de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 41,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 836. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.907 admissões e 1.591 desligamentos, saldo de +316 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 488 admissões e mediana de R$ 1.825.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 10 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 1.825R$ 1.885,45488
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.725R$ 1.749,60200
Minas gerais (MG)R$ 1.675R$ 1.769,02166
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.775R$ 1.762,26139
Paraná (PR)R$ 2.025R$ 1.971,01122
Pernambuco (PE)—R$ 1.637,3196
Mato Grosso (MT)—R$ 1.779,7386
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.624,3782
Bahia (BA)—R$ 1.627,3876
Piauí (PI)—R$ 1.680,8365
Espírito Santo (ES)—R$ 1.805,2454
Distrito Federal (DF)—R$ 1.807,3854
Santa Catarina (SC)—R$ 2.026,2451
Pará (PA)—R$ 1.689,3247
Goiás (GO)—R$ 1.843,4437
Mediana do salário de admissão de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde por estado, de R$ 2.025 em Paraná (PR) a R$ 1.675 em Minas gerais (MG)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde no período, da maior para a menor.Paraná (PR)R$ 2.025São Paulo (SP)R$ 1.825Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.775Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.725Minas gerais (MG)R$ 1.675
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 1.845,63442,4%
5ª Completo FundamentalR$ 1.825,09341,9%
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.827,891608,7%
Fundamental CompletoR$ 1.813,761769,6%
Médio IncompletoR$ 1.816,091337,3%
Médio CompletoR$ 1.779,841.28670,2%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.800,99270
25 a 29 anosR$ 1.802,20260
30 a 39 anosR$ 1.788,02536
40 a 49 anosR$ 1.787,34514
50 anos ou maisR$ 1.807,95296

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.837,88 (1.090 admissões) e mulheres com R$ 1.736,07 (788 admissões), uma diferença de 5,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 678 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 663 contratações.
  • Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação: 322 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 62 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 32 contratações.
  • Outras Atividades de Serviços: 30 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
5142-30
Título oficial
Coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde
Família ocupacional
5142 — Família ocupacional 5142

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde

A CBO registra estes sinônimos para o código 5142-30. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Coletor de lixo hospitalar
  • Coletor de resíduos de saúde
  • Coletor de resíduos hospitalares

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.770 por mês e a média R$ 1.795,16. Metade das 1.878 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.910. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5142-30, dentro da família ocupacional 5142 — Família ocupacional 5142.
Em qual estado coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.026 (51 contratações no período).
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde

O salário de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.770 paga a quem é contratado como coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde fica a 9% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 5% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.795,16 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 1.878 contratações de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 1.910. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 1.910. A distância entre as duas pontas é de R$ 280 por mês, ou R$ 3.360 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,17 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 5 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde: R$ 2.025 em 122 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.675 em 166 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 21%, ou R$ 350 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 488 das 1.878 admissões de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 21% vista aqui.

Dá para trabalhar como coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.286 das 1.833 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 70,2%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.779,84 com "Médio Completo" a R$ 1.845,63 com "Até 5ª Incompleto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Em que setores um coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 678 admissões, ou 37,9% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Saúde Humana e Serviços Sociais, Água, Esgoto, Atividades de Gestão de Resíduos e Descontaminação — chega-se a 93,1% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 41,9 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.907 admissões e 1.591 desligamentos de coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde, um saldo de +316 postos formais. O saldo positivo equivale a 16,6% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 17 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.907 admissões não querem dizer que existam 1.907 pessoas trabalhando como coletor de resíduos sólidos de serviços de saúde no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

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Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.