Trabalho e Salários

Auxiliar nos serviços de alimentação: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de auxiliar nos serviços de alimentação no Brasil foi de R$ 1.830 por mês, e a média R$ 1.897,06. O cálculo usa 270.924 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5135-05.

Salário mediano

R$ 1.830

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.897,06

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.710–R$ 2.070

metade das contratações

Amostra

270.924

contratações no período

Como o salário de auxiliar nos serviços de alimentação se distribui

Distribuição do salário de admissão de auxiliar nos serviços de alimentação: metade das contratações entre R$ 1.710 e R$ 2.070, mediana de R$ 1.830A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.710) ao terceiro quartil (R$ 2.070). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.830. O ponto escuro é a média, de R$ 1.897,06. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 270.924 admissões de auxiliar nos serviços de alimentação em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,3 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 766. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 278.418 admissões e 246.528 desligamentos, saldo de +31.890 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 85.422 admissões e mediana de R$ 2.075.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como auxiliar nos serviços de alimentação. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. Recortes com menos contratações ficam em branco em vez de mostrar uma média instável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um auxiliar nos serviços de alimentação por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.075R$ 2.055,7885.422
Minas gerais (MG)R$ 1.725R$ 1.792,9025.397
Paraná (PR)R$ 1.925R$ 1.946,7422.399
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.725R$ 1.770,5421.621
Santa Catarina (SC)R$ 2.125R$ 2.102,7818.653
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.925R$ 1.883,3717.311
Goiás (GO)R$ 1.725R$ 1.765,4810.837
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.710,158.740
Mato Grosso (MT)R$ 1.725R$ 1.809,306.673
Pernambuco (PE)R$ 1.725R$ 1.731,416.429
Ceará (CE)R$ 1.675R$ 1.677,096.360
Distrito Federal (DF)R$ 1.775R$ 1.769,676.138
Espírito Santo (ES)R$ 1.725R$ 1.775,966.095
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.775R$ 1.819,444.613
Pará (PA)R$ 1.675R$ 1.694,463.798
Amazonas (AM)R$ 1.675R$ 1.696,023.275
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.660,352.670
Paraíba (PB)R$ 1.675R$ 1.661,002.556
Rondônia (RO)R$ 1.725R$ 1.743,171.979
Maranhão (MA)R$ 1.675R$ 1.706,881.932
Alagoas (AL)R$ 1.675R$ 1.706,671.883
Piauí (PI)R$ 1.675R$ 1.685,561.412
Sergipe (SE)R$ 1.675R$ 1.689,731.324
Tocantins (TO)R$ 1.725R$ 1.747,031.291
Amapá (AP)R$ 1.625R$ 1.692,87774
Roraima (RR)R$ 1.625R$ 1.666,10675
Acre (AC)R$ 1.625R$ 1.686,18546
Mediana do salário de admissão de auxiliar nos serviços de alimentação por estado, de R$ 2.125 em Santa Catarina (SC) a R$ 1.725 em Espírito Santo (ES)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de auxiliar nos serviços de alimentação no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 2.125São Paulo (SP)R$ 2.075Paraná (PR)R$ 1.925Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.925Distrito Federal (DF)R$ 1.775Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.775Minas gerais (MG)R$ 1.725Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.725Goiás (GO)R$ 1.725Mato Grosso (MT)R$ 1.725Pernambuco (PE)R$ 1.725Espírito Santo (ES)R$ 1.725
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como auxiliar nos serviços de alimentação no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 1.942,551.4670,5%
Até 5ª IncompletoR$ 1.905,875.0371,9%
5ª Completo FundamentalR$ 1.900,123.1641,2%
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.896,5511.5554,3%
Fundamental CompletoR$ 1.912,0121.1417,8%
Médio IncompletoR$ 1.899,9625.1009,3%
Médio CompletoR$ 1.892,74196.20672,4%
Superior IncompletoR$ 1.930,953.5701,3%
Superior CompletoR$ 1.956,263.5141,3%
Pós-Graduação completaR$ 1.961,871480,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.832,643.258
18 a 24 anosR$ 1.877,9066.828
25 a 29 anosR$ 1.894,7744.034
30 a 39 anosR$ 1.902,8769.351
40 a 49 anosR$ 1.907,4055.083
50 anos ou maisR$ 1.918,2631.558

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.910,04 (87.979 admissões) e mulheres com R$ 1.890,82 (182.945 admissões), uma diferença de 1,0% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Alojamento e Alimentação: 166.900 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 43.475 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 20.422 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 20.093 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 6.301 contratações.
  • Educação: 4.492 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
5135-05
Título oficial
Auxiliar nos serviços de alimentação
Família ocupacional
5135 — Trabalhadores Auxiliares nos Serviços de Alimentação

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para auxiliar nos serviços de alimentação

A CBO registra estes sinônimos para o código 5135-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Ajudante de churrasqueiro
  • Ajudante de confeiteiro
  • Ajudante de cozinha
  • Ajudante de padeiro
  • Ajudante de pizzaiolo
  • Ajudante de sushiman
  • Auxiliar de churrasqueiro
  • Auxiliar de confeiteiro
  • Auxiliar de cozinha
  • Auxiliar de padeiro
  • Auxiliar de pizzaiolo
  • Auxiliar de sushiman

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um auxiliar nos serviços de alimentação?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.830 por mês e a média R$ 1.897,06. Metade das 270.924 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.070. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de auxiliar nos serviços de alimentação?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5135-05, dentro da família ocupacional 5135 — Trabalhadores Auxiliares nos Serviços de Alimentação.
Em qual estado auxiliar nos serviços de alimentação ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.125 (18.653 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser auxiliar nos serviços de alimentação?
Entre as pessoas contratadas no período, 1,4% tinham ensino superior completo ou mais e 72,4% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de auxiliar nos serviços de alimentação

O salário de auxiliar nos serviços de alimentação está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.830 paga a quem é contratado como auxiliar nos serviços de alimentação fica a 6% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 26% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.897,06 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.830 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

Por que quase todo auxiliar nos serviços de alimentação entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 270.924 contratações de auxiliar nos serviços de alimentação do período ficou entre R$ 1.710 e R$ 2.070. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.710 e um quarto, mais de R$ 2.070. A distância entre as duas pontas é de R$ 360 por mês, ou R$ 4.320 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,21 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de auxiliar nos serviços de alimentação. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde auxiliar nos serviços de alimentação ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 27 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a auxiliar nos serviços de alimentação: R$ 2.125 em 18.653 contratações. A menor ficou em Acre, com R$ 1.625 em 546 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 31%, ou R$ 500 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 85.422 das 270.924 admissões de auxiliar nos serviços de alimentação no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 31% vista aqui.

Dá para trabalhar como auxiliar nos serviços de alimentação sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 1,4% das admissões de auxiliar nos serviços de alimentação foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 196.206 das 270.902 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 72,4%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.892,74 com "Médio Completo" a R$ 1.961,87 com "Pós-Graduação completa". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de auxiliar nos serviços de alimentação — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata auxiliar nos serviços de alimentação é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou auxiliar nos serviços de alimentação foi "Alojamento e Alimentação", com 166.900 admissões, ou 63,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Alojamento e Alimentação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 88,2% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de auxiliar nos serviços de alimentação tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Alojamento e Alimentação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,3 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de auxiliar nos serviços de alimentação está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 278.418 admissões e 246.528 desligamentos de auxiliar nos serviços de alimentação, um saldo de +31.890 postos formais. O saldo positivo equivale a 11,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 11 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 278.418 admissões não querem dizer que existam 278.418 pessoas trabalhando como auxiliar nos serviços de alimentação no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.