Cartonageiro, a mão (caixas de papelão): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) no Brasil foi de R$ 1.990 por mês, e a média R$ 1.991,58. O cálculo usa 529 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8332-05.
Salário mediano
R$ 1.990
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 1.991,58
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.750–R$ 2.210
metade das contratações
Amostra
529
contratações no período
Como o salário de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,5 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 651. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 865 admissões e 761 desligamentos, saldo de +104 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 147 admissões e mediana de R$ 2.125.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um cartonageiro, a mão (caixas de papelão) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.125 | R$ 2.230,58 | 147 |
| Minas gerais (MG) | R$ 1.975 | R$ 1.898,30 | 112 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.225 | R$ 2.186,66 | 110 |
| Amazonas (AM) | — | R$ 1.640,00 | 51 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 1.800,90 | 45 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como cartonageiro, a mão (caixas de papelão) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.087,96 | 40 | 8,1% |
| Fundamental Completo | R$ 2.026,32 | 47 | 9,6% |
| Médio Incompleto | R$ 2.001,02 | 89 | 18,1% |
| Médio Completo | R$ 1.977,51 | 315 | 64,2% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 1.944,84 | 188 |
| 25 a 29 anos | R$ 1.998,22 | 88 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.025,53 | 129 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.031,80 | 79 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.045,34 | 35 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.981,59 (313 admissões) e mulheres com R$ 2.006,06 (216 admissões), uma diferença de 1,2% a favor das mulheres.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 473 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 24 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 23 contratações.
- Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 3 contratações.
- Educação: 3 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 2 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 8332-05
- Título oficial
- Cartonageiro, a mão (caixas de papelão)
- Família ocupacional
- 8332 — Trabalhadores Artesanais de Produtos de Papel e Papelão
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para cartonageiro, a mão (caixas de papelão)
A CBO registra estes sinônimos para o código 8332-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Confeccionador de caixas de papelão, a mão
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 1.990 por mês e a média R$ 1.991,58. Metade das 529 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.750 e R$ 2.210. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de cartonageiro, a mão (caixas de papelão)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8332-05, dentro da família ocupacional 8332 — Trabalhadores Artesanais de Produtos de Papel e Papelão.
- Em qual estado cartonageiro, a mão (caixas de papelão) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.225 (110 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Açougueiro · R$ 2.090
- Operador de máquinas fixas, em geral · R$ 2.310
- Magarefe · R$ 2.070
- Padeiro · R$ 2.110
- Abatedor · R$ 1.890
- Confeiteiro · R$ 2.110
- Operador de produção (química, petroquímica e afins) · R$ 2.210
- Retalhador de carne · R$ 1.990
- Moldador de plástico por injeção · R$ 2.290
- Trabalhador de tratamento do leite e fabricação de laticínios e afins · R$ 1.970
- Oleiro (fabricação de tijolos) · R$ 1.730
- Auxiliar de laboratório de análises físico-químicas · R$ 2.050
Entendendo o salário de cartonageiro, a mão (caixas de papelão)
O salário de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 1.990 paga a quem é contratado como cartonageiro, a mão (caixas de papelão) fica a 2% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 1.991,58 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
O que a faixa de R$ 1.750 a R$ 2.210 significa?
Metade das 529 contratações de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) do período ficou entre R$ 1.750 e R$ 2.210. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.750 e um quarto, mais de R$ 2.210. A distância entre as duas pontas é de R$ 460 por mês, ou R$ 5.520 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,26 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 1.990, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um cartonageiro, a mão (caixas de papelão).
Onde cartonageiro, a mão (caixas de papelão) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 3 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a cartonageiro, a mão (caixas de papelão): R$ 2.225 em 110 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 1.975 em 112 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 13%, ou R$ 250 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 147 das 529 admissões de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 13% vista aqui.
Dá para trabalhar como cartonageiro, a mão (caixas de papelão) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 0,0% das admissões de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 315 das 491 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 64,2%.
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.977,51 com "Médio Completo" a R$ 2.087,96 com "6ª a 9ª Fundamental". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata cartonageiro, a mão (caixas de papelão) é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou cartonageiro, a mão (caixas de papelão) foi "Indústrias de Transformação", com 473 admissões, ou 89,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 98,5% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,5 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de cartonageiro, a mão (caixas de papelão) está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 865 admissões e 761 desligamentos de cartonageiro, a mão (caixas de papelão), um saldo de +104 postos formais. O saldo positivo equivale a 12,0% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 12 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 865 admissões não querem dizer que existam 865 pessoas trabalhando como cartonageiro, a mão (caixas de papelão) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Grau de instrução
A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.