Trabalho e Salários

Auxiliar de produção farmacêutica: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de auxiliar de produção farmacêutica no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 2.088,87. O cálculo usa 6.360 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5152-25.

Salário mediano

R$ 2.010

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.088,87

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.770–R$ 2.310

metade das contratações

Amostra

6.360

contratações no período

Como o salário de auxiliar de produção farmacêutica se distribui

Distribuição do salário de admissão de auxiliar de produção farmacêutica: metade das contratações entre R$ 1.770 e R$ 2.310, mediana de R$ 2.010A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.770) ao terceiro quartil (R$ 2.310). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.010. O ponto escuro é a média, de R$ 2.088,87. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 6.360 admissões de auxiliar de produção farmacêutica em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 42,7 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 615. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 6.473 admissões e 5.374 desligamentos, saldo de +1.099 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 2.582 admissões e mediana de R$ 2.325.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como auxiliar de produção farmacêutica. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 4 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um auxiliar de produção farmacêutica por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.325R$ 2.375,882.582
Minas gerais (MG)R$ 1.775R$ 1.880,73778
Goiás (GO)R$ 1.725R$ 1.778,51633
Paraná (PR)R$ 2.025R$ 2.013,26586
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.975R$ 1.941,95379
Santa Catarina (SC)R$ 2.175R$ 2.244,69280
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.925R$ 1.928,04245
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.749,89156
Ceará (CE)R$ 1.675R$ 1.703,07120
Pernambuco (PE)R$ 1.675R$ 1.693,17104
Espírito Santo (ES)R$ 1.775R$ 1.810,27104
Distrito Federal (DF)—R$ 1.803,3598
Amazonas (AM)—R$ 1.856,3881
Mato Grosso (MT)—R$ 1.768,0746
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 1.917,8838
Mediana do salário de admissão de auxiliar de produção farmacêutica por estado, de R$ 2.325 em São Paulo (SP) a R$ 1.675 em Pernambuco (PE)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de auxiliar de produção farmacêutica no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.325Santa Catarina (SC)R$ 2.175Paraná (PR)R$ 2.025Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.975Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.925Minas gerais (MG)R$ 1.775Espírito Santo (ES)R$ 1.775Goiás (GO)R$ 1.725Bahia (BA)R$ 1.675Ceará (CE)R$ 1.675Pernambuco (PE)R$ 1.675
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como auxiliar de produção farmacêutica no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.963,891582,5%
Fundamental CompletoR$ 2.035,491282,0%
Médio IncompletoR$ 1.978,632504,0%
Médio CompletoR$ 2.087,785.21382,7%
Superior IncompletoR$ 2.120,932944,7%
Superior CompletoR$ 2.261,492604,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 2.021,582.205
25 a 29 anosR$ 2.076,241.131
30 a 39 anosR$ 2.118,311.567
40 a 49 anosR$ 2.173,271.102
50 anos ou maisR$ 2.197,57318

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.127,77 (2.600 admissões) e mulheres com R$ 2.061,97 (3.760 admissões), uma diferença de 3,2% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Indústrias de Transformação: 3.539 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.457 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 840 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 373 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 53 contratações.
  • Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 21 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
5152-25
Título oficial
Auxiliar de produção farmacêutica
Família ocupacional
5152 — Auxiliares de Laboratório da Saúde

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um auxiliar de produção farmacêutica?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 2.088,87. Metade das 6.360 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.770 e R$ 2.310. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de auxiliar de produção farmacêutica?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5152-25, dentro da família ocupacional 5152 — Auxiliares de Laboratório da Saúde.
Em qual estado auxiliar de produção farmacêutica ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.325 (2.582 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser auxiliar de produção farmacêutica?
Entre as pessoas contratadas no período, 4,1% tinham ensino superior completo ou mais e 82,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de auxiliar de produção farmacêutica

O salário de auxiliar de produção farmacêutica está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como auxiliar de produção farmacêutica fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.088,87 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.010 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 1.770 a R$ 2.310 significa?

Metade das 6.360 contratações de auxiliar de produção farmacêutica do período ficou entre R$ 1.770 e R$ 2.310. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.770 e um quarto, mais de R$ 2.310. A distância entre as duas pontas é de R$ 540 por mês, ou R$ 6.480 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,31 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.010, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um auxiliar de produção farmacêutica.

Onde auxiliar de produção farmacêutica ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 11 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a auxiliar de produção farmacêutica: R$ 2.325 em 2.582 contratações. A menor ficou em Pernambuco, com R$ 1.675 em 104 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 39%, ou R$ 650 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou auxiliar de produção farmacêutica no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 39% vista aqui.

Dá para trabalhar como auxiliar de produção farmacêutica sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 4,1% das admissões de auxiliar de produção farmacêutica foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 5.213 das 6.303 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 82,7%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.963,89 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.261,49 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de auxiliar de produção farmacêutica — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Em que setores um auxiliar de produção farmacêutica encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou auxiliar de produção farmacêutica foi "Indústrias de Transformação", com 3.539 admissões, ou 56,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 92,9% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como auxiliar de produção farmacêutica: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 42,7 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de auxiliar de produção farmacêutica está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 6.473 admissões e 5.374 desligamentos de auxiliar de produção farmacêutica, um saldo de +1.099 postos formais. O saldo positivo equivale a 17,0% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 17 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 6.473 admissões não querem dizer que existam 6.473 pessoas trabalhando como auxiliar de produção farmacêutica no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.