Trabalhador na cultura de mamona: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de trabalhador na cultura de mamona no Brasil foi de R$ 1.670 por mês, e a média R$ 1.661,58. O cálculo usa 64 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 6227-25.
Salário mediano
R$ 1.670
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 1.661,58
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.670–R$ 1.670
metade das contratações
Amostra
64
contratações no período
Como o salário de trabalhador na cultura de mamona se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 44 horas semanais.
- Movimentação no período: 65 admissões e 67 desligamentos, saldo de -2 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Goiás, com 64 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura: 64 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 6227-25
- Título oficial
- Trabalhador na cultura de mamona
- Família ocupacional
- 6227 — Trabalhadores Agrícolas na Cultura de Plantas Oleaginosas
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para trabalhador na cultura de mamona
A CBO registra estes sinônimos para o código 6227-25. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Quebrador de mamona
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um trabalhador na cultura de mamona?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 1.670 por mês e a média R$ 1.661,58. Metade das 64 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.670 e R$ 1.670. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de trabalhador na cultura de mamona?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 6227-25, dentro da família ocupacional 6227 — Trabalhadores Agrícolas na Cultura de Plantas Oleaginosas.
- Em qual estado trabalhador na cultura de mamona ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Goiás teve o maior salário de admissão: R$ 1.662 (64 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Trabalhador na cultura de dendê · R$ 1.630
- Trabalhador na cultura de soja · R$ 2.350
- Trabalhador na cultura de amendoim · R$ 2.030
- Trabalhador na cultura de coco-da-baía · R$ 1.630
- Trabalhador agropecuário em geral · R$ 1.810
- Trabalhador volante da agricultura · R$ 1.810
- Tratorista agrícola · R$ 2.370
- Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas · R$ 1.850
- Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas · R$ 2.510
- Trabalhador da pecuaria (bovinos corte) · R$ 2.130
- Jardineiro · R$ 1.850
- Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar · R$ 1.650
Entendendo o salário de trabalhador na cultura de mamona
Por que o salário de trabalhador na cultura de mamona fica abaixo da mediana do país?
A mediana de R$ 1.670 paga a quem é contratado como trabalhador na cultura de mamona fica 14% abaixo da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 2% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 1.661,58 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de trabalhador na cultura de mamona se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
Por que quase todo trabalhador na cultura de mamona entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 64 contratações de trabalhador na cultura de mamona do período ficou entre R$ 1.670 e R$ 1.670. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.670 e um quarto, mais de R$ 1.670. A distância entre as duas pontas é de R$ 0 por mês, ou R$ 0 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de trabalhador na cultura de mamona. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Quem contrata trabalhador na cultura de mamona é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou trabalhador na cultura de mamona foi "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura", com 64 admissões, ou 100,0% do total classificado. Foi o único setor com volume registrado no período.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de trabalhador na cultura de mamona tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e AqÜIcultura". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 44 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que trabalhador na cultura de mamona fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 65 admissões e 67 desligamentos de trabalhador na cultura de mamona, um saldo de -2 postos formais. O saldo negativo equivale a 3,1% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 65 admissões não querem dizer que existam 65 pessoas trabalhando como trabalhador na cultura de mamona no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Amostra
Quantas contratações entraram na conta. Com poucas contratações, qualquer média é instável: dois contratos atípicos mudam o resultado. Por isso só publicamos valores quando o recorte tem pelo menos 30 admissões.
Competência
O mês de referência de um arquivo do CAGED, escrito como ano e mês (por exemplo, 202608 para agosto de 2026). Somamos várias competências para que a amostra de cada ocupação fique grande o suficiente.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.