Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) no Brasil foi de R$ 4.010 por mês, e a média R$ 4.992,47. O cálculo usa 2.404 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3951-05.
Salário mediano
R$ 4.010
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 4.992,47
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.710–R$ 6.030
metade das contratações
Amostra
2.404
contratações no período
Como o salário de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 42,1 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 116. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 2.701 admissões e 2.753 desligamentos, saldo de -52 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 1.087 admissões e mediana de R$ 4.625.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 4.625 | R$ 5.804,74 | 1.087 |
| Minas gerais (MG) | R$ 3.825 | R$ 4.023,45 | 271 |
| Paraná (PR) | R$ 4.025 | R$ 4.364,86 | 192 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 4.375 | R$ 4.319,10 | 176 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 4.075 | R$ 5.341,44 | 151 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 3.525 | R$ 4.697,28 | 119 |
| Goiás (GO) | — | R$ 4.136,93 | 78 |
| Ceará (CE) | — | R$ 3.473,41 | 64 |
| Bahia (BA) | — | R$ 4.028,31 | 50 |
| Mato Grosso (MT) | — | R$ 3.687,26 | 43 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 3.335,28 | 560 | 24,2% |
| Superior Incompleto | R$ 3.790,69 | 371 | 16,0% |
| Superior Completo | R$ 5.540,37 | 1.035 | 44,7% |
| Mestrado | R$ 7.218,39 | 90 | 3,9% |
| Doutorado | R$ 8.207,93 | 61 | 2,6% |
| Pós-Graduação completa | R$ 8.049,90 | 199 | 8,6% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 3.416,73 | 646 |
| 25 a 29 anos | R$ 4.826,52 | 639 |
| 30 a 39 anos | R$ 6.106,71 | 694 |
| 40 a 49 anos | R$ 5.784,39 | 291 |
| 50 anos ou mais | R$ 6.161,18 | 115 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 5.227,50 (1.222 admissões) e mulheres com R$ 4.749,48 (1.182 admissões), uma diferença de 10,1% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 911 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 558 contratações.
- Educação: 215 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 165 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 149 contratações.
- Saúde Humana e Serviços Sociais: 95 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3951-05
- Título oficial
- Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)
- Família ocupacional
- 3951 — Técnicos de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)
A CBO registra estes sinônimos para o código 3951-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento de processos
- Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento de produtos
- Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias energéticas
- Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento em telecomunicações
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 4.010 por mês e a média R$ 4.992,47. Metade das 2.404 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.710 e R$ 6.030. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3951-05, dentro da família ocupacional 3951 — Técnicos de Apoio em Pesquisa e Desenvolvimento.
- Em qual estado técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 4.625 (1.087 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 59,8% tinham ensino superior completo ou mais e 24,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal · R$ 2.850
- Técnico de enfermagem · R$ 2.390
- Assistente de vendas · R$ 2.050
- Auxiliar de desenvolvimento infantil · R$ 1.850
- Técnico em segurança do trabalho · R$ 3.870
- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
- Controlador de entrada e saída · R$ 2.030
- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
- Inspetor de qualidade · R$ 2.410
- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
- Tecnólogo em logística de transporte · R$ 2.610
- Técnico de obras civis · R$ 3.190
Entendendo o salário de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)
Quanto um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 4.010 paga a quem é contratado como técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 96% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 4.992,47 está 25% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que o salário de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 2.404 contratações de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) do período ficou entre R$ 2.710 e R$ 6.030. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.710 e um quarto, mais de R$ 6.030. A distância entre as duas pontas é de R$ 3.320 por mês, ou R$ 39.840 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 2,2 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Onde técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 6 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal): R$ 4.625 em 1.087 contratações. A menor ficou em Rio de Janeiro, com R$ 3.525 em 119 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 31%, ou R$ 1.100 por mês.
São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 31% vista aqui.
Que escolaridade o mercado exige de um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal)?
O mercado de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) é misto: 59,8% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (1.035 de 2.316 contratações classificadas).
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Doutorado" recebeu em média R$ 8.207,93, contra R$ 3.335,28 de quem entrou com "Médio Completo" — 146% de diferença. A CBO em si não exige diploma para técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) foi "Indústrias de Transformação", com 911 admissões, ou 43,5% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas, Educação — chega-se a 80,5% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 42,1 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.701 admissões e 2.753 desligamentos de técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal), um saldo de -52 postos formais. O saldo negativo equivale a 1,9% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.701 admissões não querem dizer que existam 2.701 pessoas trabalhando como técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento (exceto agropecuário e florestal) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.