Programador de máquinas - ferramenta com comando numérico: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico no Brasil foi de R$ 4.010 por mês, e a média R$ 4.051,49. O cálculo usa 546 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3171-15.
Salário mediano
R$ 4.010
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 4.051,49
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.870–R$ 5.010
metade das contratações
Amostra
546
contratações no período
Como o salário de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,6 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 115. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 697 admissões e 901 desligamentos, saldo de -204 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 244 admissões e mediana de R$ 4.025.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um programador de máquinas - ferramenta com comando numérico por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 4.025 | R$ 4.335,87 | 244 |
| Minas gerais (MG) | — | R$ 3.215,74 | 78 |
| Paraná (PR) | — | R$ 4.449,69 | 57 |
| Santa Catarina (SC) | — | R$ 3.697,36 | 52 |
| Rio Grande do Sul (RS) | — | R$ 4.281,19 | 45 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como programador de máquinas - ferramenta com comando numérico no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 3.968,07 | 365 | 70,7% |
| Superior Incompleto | R$ 3.756,67 | 72 | 14,0% |
| Superior Completo | R$ 4.343,58 | 79 | 15,3% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 3.104,90 | 127 |
| 25 a 29 anos | R$ 3.851,93 | 114 |
| 30 a 39 anos | R$ 4.246,94 | 151 |
| 40 a 49 anos | R$ 4.870,75 | 123 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.143,88 (494 admissões) e mulheres com R$ 3.173,77 (52 admissões), uma diferença de 30,6% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 380 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 53 contratações.
- Informação e Comunicação: 41 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 34 contratações.
- Construção: 10 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 10 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3171-15
- Título oficial
- Programador de máquinas - ferramenta com comando numérico
- Família ocupacional
- 3171 — Técnicos de Desenvolvimento de Sistemas e Aplicações
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um programador de máquinas - ferramenta com comando numérico?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 4.010 por mês e a média R$ 4.051,49. Metade das 546 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.870 e R$ 5.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3171-15, dentro da família ocupacional 3171 — Técnicos de Desenvolvimento de Sistemas e Aplicações.
- Em qual estado programador de máquinas - ferramenta com comando numérico ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Paraná teve o maior salário de admissão: R$ 4.450 (57 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser programador de máquinas - ferramenta com comando numérico?
- Entre as pessoas contratadas no período, 15,3% tinham ensino superior completo ou mais e 70,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Programador de sistemas de informação · R$ 4.210
- Programador de internet · R$ 3.510
- Programador de multimídia · R$ 3.010
- Técnico de enfermagem · R$ 2.390
- Assistente de vendas · R$ 2.050
- Auxiliar de desenvolvimento infantil · R$ 1.850
- Técnico em segurança do trabalho · R$ 3.870
- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
- Controlador de entrada e saída · R$ 2.030
- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
- Inspetor de qualidade · R$ 2.410
- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
Entendendo o salário de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico
Quanto um programador de máquinas - ferramenta com comando numérico ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 4.010 paga a quem é contratado como programador de máquinas - ferramenta com comando numérico é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 96% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 4.051,49 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
Por que o salário de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 546 contratações de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico do período ficou entre R$ 2.870 e R$ 5.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.870 e um quarto, mais de R$ 5.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 2.140 por mês, ou R$ 25.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 1,7 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Que escolaridade o mercado exige de um programador de máquinas - ferramenta com comando numérico?
O mercado de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico é misto: 15,3% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (365 de 516 contratações classificadas).
A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 3.756,67 com "Superior Incompleto" a R$ 4.343,58 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.
Quem contrata programador de máquinas - ferramenta com comando numérico é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou programador de máquinas - ferramenta com comando numérico foi "Indústrias de Transformação", com 380 admissões, ou 72,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Informação e Comunicação — chega-se a 89,8% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Indústrias de Transformação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,6 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que programador de máquinas - ferramenta com comando numérico fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 697 admissões e 901 desligamentos de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico, um saldo de -204 postos formais. O saldo negativo equivale a 29,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 697 admissões não querem dizer que existam 697 pessoas trabalhando como programador de máquinas - ferramenta com comando numérico no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 30 a 39 anos estão 29,3% das admissões de programador de máquinas - ferramenta com comando numérico — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 40 a 49 anos entrou com média de R$ 4.870,75 e 18 a 24 anos, com R$ 3.104,90 — 57% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.