Trabalho e Salários

Porteiro: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de porteiro no Brasil foi de R$ 2.030 por mês, e a média R$ 1.993,14. O cálculo usa 146.216 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). Na CBO a profissão não tem um código único: ela se divide em 3 ocupações, somadas aqui.

Salário mediano

R$ 2.030

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.993,14

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.810–R$ 2.170

metade das contratações

Amostra

146.216

contratações no período

Como o salário de porteiro se distribui

Distribuição do salário de admissão de porteiro: metade das contratações entre R$ 1.810 e R$ 2.170, mediana de R$ 2.030A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.810) ao terceiro quartil (R$ 2.170). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.030. O ponto escuro é a média, de R$ 1.993,14. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 146.216 admissões de porteiro em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 42,1 horas semanais.
  • Movimentação no período: 151.832 admissões e 143.416 desligamentos, saldo de +8.416 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 67.068 admissões e mediana de R$ 2.025.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como porteiro. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. Recortes com menos contratações ficam em branco em vez de mostrar uma média instável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um porteiro por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.025R$ 2.096,5467.068
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.925R$ 1.937,1811.219
Minas gerais (MG)R$ 2.175R$ 2.105,259.395
Bahia (BA)R$ 1.725R$ 1.744,866.150
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.125R$ 2.030,995.737
Paraná (PR)R$ 2.275R$ 2.220,765.324
Goiás (GO)R$ 1.875R$ 1.870,425.047
Ceará (CE)R$ 1.775R$ 1.756,794.753
Pernambuco (PE)R$ 1.725R$ 1.729,244.352
Amazonas (AM)R$ 1.675R$ 1.686,853.519
Distrito Federal (DF)R$ 2.025R$ 1.992,803.464
Espírito Santo (ES)R$ 1.875R$ 1.924,883.271
Santa Catarina (SC)R$ 2.275R$ 2.232,402.628
Paraíba (PB)R$ 1.625R$ 1.655,872.230
Pará (PA)R$ 1.675R$ 1.727,182.181
Mato Grosso (MT)R$ 1.775R$ 1.866,471.623
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.675R$ 1.739,031.498
Maranhão (MA)R$ 1.675R$ 1.682,011.292
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 1.675R$ 1.753,601.148
Alagoas (AL)R$ 1.725R$ 1.715,321.108
Sergipe (SE)R$ 1.625R$ 1.646,96955
Piauí (PI)R$ 1.725R$ 1.748,08681
Amapá (AP)R$ 1.725R$ 1.699,19446
Acre (AC)R$ 1.775R$ 1.730,18442
Tocantins (TO)R$ 2.075R$ 1.988,08328
Rondônia (RO)R$ 1.875R$ 1.927,69231
Roraima (RR)R$ 1.625R$ 1.704,47115
Mediana do salário de admissão de porteiro por estado, de R$ 2.275 em Paraná (PR) a R$ 1.775 em Ceará (CE)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de porteiro no período, da maior para a menor.Paraná (PR)R$ 2.275Santa Catarina (SC)R$ 2.275Minas gerais (MG)R$ 2.175Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.125Tocantins (TO)R$ 2.075São Paulo (SP)R$ 2.025Distrito Federal (DF)R$ 2.025Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.925Goiás (GO)R$ 1.875Espírito Santo (ES)R$ 1.875Rondônia (RO)R$ 1.875Ceará (CE)R$ 1.775
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como porteiro no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
AnalfabetoR$ 2.102,876630,5%
Até 5ª IncompletoR$ 2.044,201.4591,0%
5ª Completo FundamentalR$ 1.979,889600,7%
6ª a 9ª FundamentalR$ 1.972,493.2992,3%
Fundamental CompletoR$ 2.020,769.4896,5%
Médio IncompletoR$ 2.007,166.5754,5%
Médio CompletoR$ 1.987,88117.87880,6%
Superior IncompletoR$ 2.021,432.7941,9%
Superior CompletoR$ 2.033,992.9392,0%
Pós-Graduação completaR$ 2.008,141400,1%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.894,9347
18 a 24 anosR$ 1.974,3722.212
25 a 29 anosR$ 1.987,3921.160
30 a 39 anosR$ 2.000,0441.103
40 a 49 anosR$ 1.996,6235.157
50 anos ou maisR$ 1.998,8726.408

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.988,47 (113.930 admissões) e mulheres com R$ 2.009,61 (32.286 admissões), uma diferença de 1,1% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 114.564 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 4.775 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 3.642 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 3.131 contratações.
  • Educação: 3.090 contratações.
  • Construção: 2.897 contratações.

Como a CBO classifica essa profissão

Profissão
Porteiro
Ocupações da CBO somadas
3

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Ocupações da CBO somadas nesta página

Cada uma tem página própria, com o salário calculado só para aquele código.

OcupaçãoCBOMedianaContratações
Porteiro de edifícios5174-10R$ 2.030125.535
Porteiro de locais de diversão5174-15R$ 1.93018.661
Porteiro (hotel)5174-05R$ 1.8502.020

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um porteiro?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.030 por mês e a média R$ 1.993,14. Metade das 146.216 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.170. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de porteiro?
A CBO não tem um código único para porteiro: a profissão se divide em 3 ocupações. As mais usadas são 5174-10 (Porteiro de edifícios), 5174-15 (Porteiro de locais de diversão), 5174-05 (Porteiro (hotel)).
Em qual estado porteiro ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Paraná teve o maior salário de admissão: R$ 2.275 (5.324 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser porteiro?
Entre as pessoas contratadas no período, 2,1% tinham ensino superior completo ou mais e 80,6% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de porteiro

O salário de porteiro está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.030 paga a quem é contratado como porteiro fica a 4% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 60% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.993,14 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de porteiro se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo porteiro entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 146.216 contratações de porteiro do período ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.170. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.810 e um quarto, mais de R$ 2.170. A distância entre as duas pontas é de R$ 360 por mês, ou R$ 4.320 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,2 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de porteiro. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como porteiro?

Entre os 27 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a porteiro: R$ 2.275 em 5.324 contratações. A menor ficou em Roraima, com R$ 1.625 em 115 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 40%, ou R$ 650 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 67.068 das 146.216 admissões de porteiro no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 40% vista aqui.

Dá para trabalhar como porteiro sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 2,1% das admissões de porteiro foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 117.878 das 146.196 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 80,6%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.972,49 com "6ª a 9ª Fundamental" a R$ 2.102,87 com "Analfabeto". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de porteiro — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata porteiro é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou porteiro foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 114.564 admissões, ou 86,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Saúde Humana e Serviços Sociais, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 93,1% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de porteiro tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Atividades Administrativas e Serviços Complementares". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 42,1 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de porteiro está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 151.832 admissões e 143.416 desligamentos de porteiro, um saldo de +8.416 postos formais. O saldo positivo equivale a 5,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 6 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 151.832 admissões não querem dizer que existam 151.832 pessoas trabalhando como porteiro no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Grande grupo

O primeiro nível da CBO, indicado pelo primeiro dígito do código: dez agrupamentos que vão dos membros das forças armadas aos trabalhadores de manutenção e reparação. É o recorte mais largo da classificação.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.