Drageador (medicamentos): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de drageador (medicamentos) no Brasil foi de R$ 2.390 por mês, e a média R$ 2.458,39. O cálculo usa 348 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 8118-10.
Salário mediano
R$ 2.390
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.458,39
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.210–R$ 2.510
metade das contratações
Amostra
348
contratações no período
Como o salário de drageador (medicamentos) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,7 horas semanais.
- Movimentação no período: 348 admissões e 338 desligamentos, saldo de +10 vagas formais.
- Estado que mais contratou: Goiás, com 151 admissões e mediana de R$ 2.375.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um drageador (medicamentos) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| Goiás (GO) | R$ 2.375 | R$ 2.380,84 | 151 |
| São Paulo (SP) | R$ 2.525 | R$ 2.843,47 | 112 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 1.894,59 | 44 |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 2.206,57 | 105 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.348,01 | 71 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.468,97 | 83 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.850,21 | 70 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.542,22 (231 admissões) e mulheres com R$ 2.292,90 (117 admissões), uma diferença de 10,9% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Indústrias de Transformação: 186 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 137 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 21 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 2 contratações.
- Saúde Humana e Serviços Sociais: 2 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 8118-10
- Título oficial
- Drageador (medicamentos)
- Família ocupacional
- 8118 — Operadores de Máquinas e Instalações de Produtos Farmacêuticos, Cosméticos e Afins
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para drageador (medicamentos)
A CBO registra estes sinônimos para o código 8118-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Drageador
- Drageador manipulador
- Manipulador de seção de comprimidos e drágeas
- Trabalhador de fabricação de comprimidos e drágeas
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um drageador (medicamentos)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.390 por mês e a média R$ 2.458,39. Metade das 348 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.210 e R$ 2.510. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de drageador (medicamentos)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 8118-10, dentro da família ocupacional 8118 — Operadores de Máquinas e Instalações de Produtos Farmacêuticos, Cosméticos e Afins.
- Em qual estado drageador (medicamentos) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 2.525 (112 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de máquina de produtos farmacêuticos · R$ 2.510
- Operador de máquina de fabricação de cosméticos · R$ 1.970
- Operador de máquina de fabricação de produtos de higiene e limpeza (sabão, sabonete, detergente, · R$ 2.370
- Açougueiro · R$ 2.090
- Operador de máquinas fixas, em geral · R$ 2.310
- Magarefe · R$ 2.070
- Padeiro · R$ 2.110
- Abatedor · R$ 1.890
- Confeiteiro · R$ 2.110
- Operador de produção (química, petroquímica e afins) · R$ 2.210
- Retalhador de carne · R$ 1.990
- Moldador de plástico por injeção · R$ 2.290
Entendendo o salário de drageador (medicamentos)
Quanto um drageador (medicamentos) ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.390 paga a quem é contratado como drageador (medicamentos) fica 23% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 79% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.458,39 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de drageador (medicamentos) se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.
Por que quase todo drageador (medicamentos) entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 348 contratações de drageador (medicamentos) do período ficou entre R$ 2.210 e R$ 2.510. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.210 e um quarto, mais de R$ 2.510. A distância entre as duas pontas é de R$ 300 por mês, ou R$ 3.600 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,14 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de drageador (medicamentos). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde drageador (medicamentos) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 2 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a drageador (medicamentos): R$ 2.525 em 112 contratações. A menor ficou em Goiás, com R$ 2.375 em 151 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 6%, ou R$ 150 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Goiás respondeu por 151 das 348 admissões de drageador (medicamentos) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 6% vista aqui.
Em que setores um drageador (medicamentos) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou drageador (medicamentos) foi "Indústrias de Transformação", com 186 admissões, ou 53,4% do total classificado. Somando os três primeiros — Indústrias de Transformação, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 98,9% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como drageador (medicamentos): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,7 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
O mercado de drageador (medicamentos) está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 348 admissões e 338 desligamentos de drageador (medicamentos), um saldo de +10 postos formais. O saldo positivo equivale a 2,9% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 3 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 348 admissões não querem dizer que existam 348 pessoas trabalhando como drageador (medicamentos) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de drageador (medicamentos)?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 18 a 24 anos estão 31,9% das admissões de drageador (medicamentos) — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 40 a 49 anos entrou com média de R$ 2.850,21 e 18 a 24 anos, com R$ 2.206,57 — 29% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Salário bruto
O valor do contrato antes dos descontos de INSS e imposto de renda e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. Todos os salários desta seção são brutos; o que cai na conta é menor.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.