Trabalho e Salários

Digitador: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de digitador no Brasil foi de R$ 1.870 por mês, e a média R$ 1.935,21. O cálculo usa 2.372 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 4121-10.

Salário mediano

R$ 1.870

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.935,21

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.650–R$ 2.010

metade das contratações

Amostra

2.372

contratações no período

Como o salário de digitador se distribui

Distribuição do salário de admissão de digitador: metade das contratações entre R$ 1.650 e R$ 2.010, mediana de R$ 1.870A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.650) ao terceiro quartil (R$ 2.010). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.870. O ponto escuro é a média, de R$ 1.935,21. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,9 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 2.372 admissões de digitador em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 38,7 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 736. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 2.738 admissões e 3.001 desligamentos, saldo de -263 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: Santa Catarina, com 413 admissões e mediana de R$ 1.975.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como digitador. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 11 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um digitador por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
Santa Catarina (SC)R$ 1.975R$ 2.001,24413
São Paulo (SP)R$ 2.125R$ 2.233,04253
Bahia (BA)R$ 1.675R$ 1.659,92216
Pernambuco (PE)R$ 1.925R$ 1.949,22192
Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.625R$ 1.806,74149
Mato Grosso (MT)R$ 1.675R$ 1.776,51135
Minas gerais (MG)R$ 1.775R$ 1.907,92126
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.925R$ 1.975,55107
Ceará (CE)—R$ 1.682,7398
Pará (PA)—R$ 2.310,1672
Amazonas (AM)—R$ 2.329,3662
Tocantins (TO)—R$ 1.694,5659
Paraná (PR)—R$ 2.074,3856
Distrito Federal (DF)—R$ 1.939,6956
Goiás (GO)—R$ 1.948,6055
Mato Grosso do Sul (MS)—R$ 2.013,9451
Paraíba (PB)—R$ 1.786,3648
Piauí (PI)—R$ 1.774,3736
Rio Grande do Norte (RN)—R$ 1.874,1530
Mediana do salário de admissão de digitador por estado, de R$ 2.125 em São Paulo (SP) a R$ 1.625 em Rio Grande do Sul (RS)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de digitador no período, da maior para a menor.São Paulo (SP)R$ 2.125Santa Catarina (SC)R$ 1.975Pernambuco (PE)R$ 1.925Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.925Minas gerais (MG)R$ 1.775Bahia (BA)R$ 1.675Mato Grosso (MT)R$ 1.675Rio Grande do Sul (RS)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como digitador no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Médio IncompletoR$ 1.984,74733,1%
Médio CompletoR$ 1.890,741.60369,2%
Superior IncompletoR$ 1.917,7530713,2%
Superior CompletoR$ 2.085,4630413,1%
Pós-Graduação completaR$ 2.822,09311,3%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.747,5534
18 a 24 anosR$ 1.854,73971
25 a 29 anosR$ 1.963,31415
30 a 39 anosR$ 2.016,06517
40 a 49 anosR$ 2.019,43268
50 anos ou maisR$ 1.987,99163

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.971,29 (842 admissões) e mulheres com R$ 1.915,35 (1.530 admissões), uma diferença de 2,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 973 contratações.
  • Saúde Humana e Serviços Sociais: 368 contratações.
  • Informação e Comunicação: 232 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 210 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 169 contratações.
  • Educação: 130 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
4121-10
Título oficial
Digitador
Família ocupacional
4121 — Operadores de Equipamentos de Entrada e Transmissão de Dados

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para digitador

A CBO registra estes sinônimos para o código 4121-10. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Digitador de terminal
  • Operador de equipamentos de entrada de dados
  • Operador de microcomputador

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um digitador?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.870 por mês e a média R$ 1.935,21. Metade das 2.372 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.650 e R$ 2.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de digitador?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 4121-10, dentro da família ocupacional 4121 — Operadores de Equipamentos de Entrada e Transmissão de Dados.
Em qual estado digitador ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Amazonas teve o maior salário de admissão: R$ 2.329 (62 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser digitador?
Entre as pessoas contratadas no período, 14,5% tinham ensino superior completo ou mais e 69,2% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de digitador

O salário de digitador está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.870 paga a quem é contratado como digitador fica a 4% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 42% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.935,21 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 1.870 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

Por que quase todo digitador entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 2.372 contratações de digitador do período ficou entre R$ 1.650 e R$ 2.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.650 e um quarto, mais de R$ 2.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 360 por mês, ou R$ 4.320 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,22 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de digitador. Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Onde digitador ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 8 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a digitador: R$ 2.125 em 253 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Sul, com R$ 1.625 em 149 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 31%, ou R$ 500 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: Santa Catarina respondeu por 413 das 2.372 admissões de digitador no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 31% vista aqui.

Dá para trabalhar como digitador sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 14,5% das admissões de digitador foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.603 das 2.318 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 69,2%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 2.822,09, contra R$ 1.890,74 de quem entrou com "Médio Completo" — 49% de diferença. A CBO em si não exige diploma para digitador; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um digitador encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou digitador foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 973 admissões, ou 46,7% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Saúde Humana e Serviços Sociais, Informação e Comunicação — chega-se a 75,6% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como digitador: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 38,7 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que digitador fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.738 admissões e 3.001 desligamentos de digitador, um saldo de -263 postos formais. O saldo negativo equivale a 9,6% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.738 admissões não querem dizer que existam 2.738 pessoas trabalhando como digitador no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.