Conferente mercadoria (exceto carga e descarga): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de conferente mercadoria (exceto carga e descarga) no Brasil foi de R$ 2.150 por mês, e a média R$ 2.397,88. O cálculo usa 10.528 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 4141-20.
Salário mediano
R$ 2.150
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.397,88
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.870–R$ 2.450
metade das contratações
Amostra
10.528
contratações no período
Como o salário de conferente mercadoria (exceto carga e descarga) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 505. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 11.420 admissões e 12.715 desligamentos, saldo de -1.295 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 3.679 admissões e mediana de R$ 2.325.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um conferente mercadoria (exceto carga e descarga) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.325 | R$ 2.660,38 | 3.679 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.025 | R$ 2.223,53 | 1.578 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.425 | R$ 2.570,47 | 739 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 1.925 | R$ 2.147,02 | 554 |
| Paraná (PR) | R$ 2.225 | R$ 2.533,04 | 503 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.075 | R$ 2.384,21 | 460 |
| Goiás (GO) | R$ 1.875 | R$ 2.161,00 | 449 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 1.925 | R$ 2.359,86 | 412 |
| Bahia (BA) | R$ 1.875 | R$ 2.063,14 | 398 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.725 | R$ 2.423,81 | 237 |
| Ceará (CE) | R$ 1.725 | R$ 2.077,23 | 232 |
| Amazonas (AM) | R$ 1.725 | R$ 1.944,24 | 176 |
| Pará (PA) | R$ 1.925 | R$ 3.156,12 | 156 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.075 | R$ 2.222,20 | 155 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.675 | R$ 1.751,08 | 126 |
| Distrito Federal (DF) | — | R$ 2.074,45 | 87 |
| Rio Grande do Norte (RN) | — | R$ 1.798,19 | 82 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | — | R$ 2.088,72 | 73 |
| Maranhão (MA) | — | R$ 1.821,30 | 71 |
| Rondônia (RO) | — | R$ 1.861,95 | 69 |
| Piauí (PI) | — | R$ 1.784,88 | 65 |
| Sergipe (SE) | — | R$ 1.705,13 | 58 |
| Alagoas (AL) | — | R$ 1.834,01 | 55 |
| Tocantins (TO) | — | R$ 1.956,16 | 46 |
| Acre (AC) | — | R$ 1.835,43 | 37 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como conferente mercadoria (exceto carga e descarga) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Até 5ª Incompleto | R$ 2.090,79 | 31 | 0,3% |
| 5ª Completo Fundamental | R$ 2.224,52 | 31 | 0,3% |
| 6ª a 9ª Fundamental | R$ 2.134,36 | 119 | 1,1% |
| Fundamental Completo | R$ 2.222,84 | 348 | 3,3% |
| Médio Incompleto | R$ 2.114,02 | 605 | 5,8% |
| Médio Completo | R$ 2.202,21 | 8.038 | 76,6% |
| Superior Incompleto | R$ 2.230,03 | 337 | 3,2% |
| Superior Completo | R$ 4.262,02 | 899 | 8,6% |
| Pós-Graduação completa | R$ 4.963,24 | 92 | 0,9% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.859,67 | 113 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.083,46 | 3.198 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.337,89 | 2.205 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.588,37 | 2.916 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.801,89 | 1.499 |
| 50 anos ou mais | R$ 2.479,55 | 577 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.422,04 (7.548 admissões) e mulheres com R$ 2.336,69 (2.980 admissões), uma diferença de 3,7% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 4.230 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 2.308 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 2.166 contratações.
- Indústrias de Transformação: 945 contratações.
- Informação e Comunicação: 476 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 190 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 4141-20
- Título oficial
- Conferente mercadoria (exceto carga e descarga)
- Família ocupacional
- 4141 — Almoxarifes e Armazenistas
- Grande grupo
- Trabalhadores de serviços administrativos
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um conferente mercadoria (exceto carga e descarga)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.150 por mês e a média R$ 2.397,88. Metade das 10.528 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.870 e R$ 2.450. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de conferente mercadoria (exceto carga e descarga)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 4141-20, dentro da família ocupacional 4141 — Almoxarifes e Armazenistas.
- Em qual estado conferente mercadoria (exceto carga e descarga) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.425 (739 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser conferente mercadoria (exceto carga e descarga)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 9,4% tinham ensino superior completo ou mais e 76,6% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Auxiliar de logistica · R$ 2.030
- Almoxarife · R$ 2.110
- Armazenista · R$ 1.930
- Estoquista · R$ 1.970
- Expedidor de mercadorias · R$ 2.090
- Balanceiro · R$ 2.050
- Operador de caixa · R$ 1.830
- Assistente administrativo · R$ 2.210
- Auxiliar de escritório · R$ 1.950
- Recepcionista, em geral · R$ 1.810
- Operador de telemarketing ativo e receptivo · R$ 1.630
- Auxiliar de contabilidade · R$ 2.350
Entendendo o salário de conferente mercadoria (exceto carga e descarga)
O salário de conferente mercadoria (exceto carga e descarga) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.150 paga a quem é contratado como conferente mercadoria (exceto carga e descarga) fica a 10% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 70% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.397,88 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.150 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
O que a faixa de R$ 1.870 a R$ 2.450 significa?
Metade das 10.528 contratações de conferente mercadoria (exceto carga e descarga) do período ficou entre R$ 1.870 e R$ 2.450. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.870 e um quarto, mais de R$ 2.450. A distância entre as duas pontas é de R$ 580 por mês, ou R$ 6.960 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,31 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.150, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um conferente mercadoria (exceto carga e descarga).
Em que estado vale mais a pena trabalhar como conferente mercadoria (exceto carga e descarga)?
Entre os 15 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a conferente mercadoria (exceto carga e descarga): R$ 2.425 em 739 contratações. A menor ficou em Paraíba, com R$ 1.675 em 126 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 45%, ou R$ 750 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 3.679 das 10.528 admissões de conferente mercadoria (exceto carga e descarga) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 45% vista aqui.
Dá para trabalhar como conferente mercadoria (exceto carga e descarga) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 9,4% das admissões de conferente mercadoria (exceto carga e descarga) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 8.038 das 10.500 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 76,6%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 4.963,24, contra R$ 2.090,79 de quem entrou com "Até 5ª Incompleto" — 137% de diferença. A CBO em si não exige diploma para conferente mercadoria (exceto carga e descarga); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um conferente mercadoria (exceto carga e descarga) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou conferente mercadoria (exceto carga e descarga) foi "Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas", com 4.230 admissões, ou 41,0% do total classificado. Somando os três primeiros — Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Transporte, Armazenagem e Correio, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 84,4% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como conferente mercadoria (exceto carga e descarga): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.
Por que conferente mercadoria (exceto carga e descarga) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 11.420 admissões e 12.715 desligamentos de conferente mercadoria (exceto carga e descarga), um saldo de -1.295 postos formais. O saldo negativo equivale a 11,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 11.420 admissões não querem dizer que existam 11.420 pessoas trabalhando como conferente mercadoria (exceto carga e descarga) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.