Trabalho e Salários

Comerciante atacadista: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de comerciante atacadista no Brasil foi de R$ 1.770 por mês, e a média R$ 2.097,70. O cálculo usa 2.433 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 1414-05.

Salário mediano

R$ 1.770

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.097,70

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.630–R$ 2.190

metade das contratações

Amostra

2.433

contratações no período

Como o salário de comerciante atacadista se distribui

Distribuição do salário de admissão de comerciante atacadista: metade das contratações entre R$ 1.630 e R$ 2.190, mediana de R$ 1.770A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.630) ao terceiro quartil (R$ 2.190). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.770. O ponto escuro é a média, de R$ 2.097,70. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 2.433 admissões de comerciante atacadista em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 834. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 2.528 admissões e 2.358 desligamentos, saldo de +170 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 479 admissões e mediana de R$ 2.225.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como comerciante atacadista. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no terço de baixo.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 6 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um comerciante atacadista por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.225R$ 2.574,88479
Paraná (PR)R$ 2.525R$ 2.484,57399
Ceará (CE)R$ 1.625R$ 1.639,11222
Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.775R$ 2.038,86207
Pernambuco (PE)R$ 1.625R$ 1.664,75184
Piauí (PI)R$ 1.675R$ 1.683,43159
Minas gerais (MG)R$ 1.725R$ 2.115,35112
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625R$ 1.727,63109
Paraíba (PB)R$ 1.675R$ 1.699,28109
Maranhão (MA)—R$ 1.736,0878
Santa Catarina (SC)—R$ 2.883,1073
Amazonas (AM)—R$ 1.668,1363
Bahia (BA)—R$ 1.854,4158
Rio Grande do Sul (RS)—R$ 2.245,2034
Espírito Santo (ES)—R$ 1.954,2232
Mediana do salário de admissão de comerciante atacadista por estado, de R$ 2.525 em Paraná (PR) a R$ 1.625 em Rio Grande do Norte (RN)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de comerciante atacadista no período, da maior para a menor.Paraná (PR)R$ 2.525São Paulo (SP)R$ 2.225Rio de Janeiro (RJ)R$ 1.775Minas gerais (MG)R$ 1.725Piauí (PI)R$ 1.675Paraíba (PB)R$ 1.675Ceará (CE)R$ 1.625Pernambuco (PE)R$ 1.625Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.625
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como comerciante atacadista no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.107,87321,3%
Fundamental CompletoR$ 2.159,051154,8%
Médio IncompletoR$ 2.047,841164,8%
Médio CompletoR$ 2.012,051.99883,1%
Superior IncompletoR$ 2.046,01542,2%
Superior CompletoR$ 3.660,17883,7%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.694,8350
18 a 24 anosR$ 1.884,11835
25 a 29 anosR$ 2.042,75450
30 a 39 anosR$ 2.145,47567
40 a 49 anosR$ 2.487,69344
50 anos ou maisR$ 2.447,43176

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.305,29 (1.258 admissões) e mulheres com R$ 1.875,45 (1.175 admissões), uma diferença de 22,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.635 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 313 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 216 contratações.
  • Alojamento e Alimentação: 134 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 38 contratações.
  • Educação: 26 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
1414-05
Título oficial
Comerciante atacadista
Família ocupacional
1414 — Gerentes de Operações Comerciais e de Assistência Técnica

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para comerciante atacadista

A CBO registra estes sinônimos para o código 1414-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Adeleiro (comércio atacadista)
  • Alfarrabista
  • Alheiro (comércio atacadista)
  • Antiquário (comércio atacadista)
  • Arborário
  • Armarinheiro (comércio atacadista)
  • Armazenário (comércio atacadista)
  • Armeiro (comércio atacadista)
  • Arrombador (comércio de gado)
  • Arrombador - no comércio de gado - empregador
  • Atacadista
  • Boiadeiro (comércio de gado)

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um comerciante atacadista?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.770 por mês e a média R$ 2.097,70. Metade das 2.433 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.190. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de comerciante atacadista?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 1414-05, dentro da família ocupacional 1414 — Gerentes de Operações Comerciais e de Assistência Técnica.
Em qual estado comerciante atacadista ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.883 (73 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser comerciante atacadista?
Entre as pessoas contratadas no período, 3,7% tinham ensino superior completo ou mais e 83,1% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de comerciante atacadista

O salário de comerciante atacadista está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.770 paga a quem é contratado como comerciante atacadista fica a 9% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 5% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.097,70 está 19% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de comerciante atacadista bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

O que a faixa de R$ 1.630 a R$ 2.190 significa?

Metade das 2.433 contratações de comerciante atacadista do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 2.190. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 2.190. A distância entre as duas pontas é de R$ 560 por mês, ou R$ 6.720 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,34 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 1.770, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um comerciante atacadista.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como comerciante atacadista?

Entre os 9 estados com amostra suficiente, Paraná pagou a maior mediana de admissão a comerciante atacadista: R$ 2.525 em 399 contratações. A menor ficou em Rio Grande do Norte, com R$ 1.625 em 109 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 55%, ou R$ 900 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 479 das 2.433 admissões de comerciante atacadista no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 55% vista aqui.

Dá para trabalhar como comerciante atacadista sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 3,7% das admissões de comerciante atacadista foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 1.998 das 2.403 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 83,1%.

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 3.660,17, contra R$ 2.012,05 de quem entrou com "Médio Completo" — 82% de diferença. A CBO em si não exige diploma para comerciante atacadista; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Quem contrata comerciante atacadista é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou comerciante atacadista foi "Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas", com 1.635 admissões, ou 69,2% do total classificado. Somando os três primeiros — Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, Indústrias de Transformação, Atividades Administrativas e Serviços Complementares — chega-se a 91,6% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de comerciante atacadista tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

O mercado de comerciante atacadista está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 2.528 admissões e 2.358 desligamentos de comerciante atacadista, um saldo de +170 postos formais. O saldo positivo equivale a 6,7% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 7 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 2.528 admissões não querem dizer que existam 2.528 pessoas trabalhando como comerciante atacadista no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.