Trabalho e Salários

Bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas): quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) no Brasil foi de R$ 1.810 por mês, e a média R$ 1.800,66. O cálculo usa 450 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 5112-20.

Salário mediano

R$ 1.810

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 1.800,66

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.690–R$ 1.810

metade das contratações

Amostra

450

contratações no período

Como o salário de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) se distribui

Distribuição do salário de admissão de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas): metade das contratações entre R$ 1.690 e R$ 1.810, mediana de R$ 1.810A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.690) ao terceiro quartil (R$ 1.810). A linha grossa é a mediana, de R$ 1.810. O ponto escuro é a média, de R$ 1.800,66. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 1,8 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 450 admissões de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,9 horas semanais.
  • Movimentação no período: 451 admissões e 469 desligamentos, saldo de -18 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 288 admissões e mediana de R$ 1.825.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas). Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 1 estado da tabela aparece sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 1.825R$ 1.834,02288
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 1.747,3479

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Médio CompletoR$ 1.801,9138492,8%
Superior CompletoR$ 1.850,48307,2%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 1.804,99145
25 a 29 anosR$ 1.796,0383
30 a 39 anosR$ 1.797,40123
40 a 49 anosR$ 1.800,6070

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 1.781,42 (146 admissões) e mulheres com R$ 1.809,90 (304 admissões), uma diferença de 1,6% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 295 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 118 contratações.
  • Construção: 24 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 11 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 2 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
5112-20
Título oficial
Bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas)
Família ocupacional
5112 — Fiscais e Cobradores dos Transportes Coletivos

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas)?
Na contratação, a mediana foi de R$ 1.810 por mês e a média R$ 1.800,66. Metade das 450 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.690 e R$ 1.810. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas)?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 5112-20, dentro da família ocupacional 5112 — Fiscais e Cobradores dos Transportes Coletivos.
Em qual estado bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, São Paulo teve o maior salário de admissão: R$ 1.825 (288 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas)?
Entre as pessoas contratadas no período, 7,2% tinham ensino superior completo ou mais e 92,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas)

O salário de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 1.810 paga a quem é contratado como bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) fica a 7% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 17% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 1.800,66 quase coincide com a mediana, o que indica salários homogêneos: as contratações de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) se concentram numa faixa estreita, sem um punhado de contratos altos distorcendo o retrato. Nesse caso, média e mediana contam a mesma história.

Por que quase todo bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) entra ganhando o mesmo valor?

Metade das 450 contratações de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) do período ficou entre R$ 1.690 e R$ 1.810. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.690 e um quarto, mais de R$ 1.810. A distância entre as duas pontas é de R$ 120 por mês, ou R$ 1.440 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,07 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.

Dá para trabalhar como bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) sem faculdade?

A faculdade não é a porta de entrada: só 7,2% das admissões de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 384 das 414 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 92,8%.

A diferença de salário entre os níveis de escolaridade é pequena nesta ocupação: de R$ 1.801,91 com "Médio Completo" a R$ 1.850,48 com "Superior Completo". Estudar mais ajuda a entrar, mas quase não muda o salário de admissão de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) — ele é definido mais pelo posto do que pelo diploma. A CBO não exige diploma por si só: esta é a escolaridade observada nas contratações reais.

Quem contrata bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) é quase sempre um setor só — qual?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 295 admissões, ou 65,6% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Transporte, Armazenagem e Correio, Construção — chega-se a 97,1% das contratações.

Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Atividades Administrativas e Serviços Complementares". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 43,9 horas por semana, praticamente o limite de 44 horas da CLT — ou seja, o valor desta página já é de jornada cheia.

Por que bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 451 admissões e 469 desligamentos de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas), um saldo de -18 postos formais. O saldo negativo equivale a 4,0% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 451 admissões não querem dizer que existam 451 pessoas trabalhando como bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Com que idade se entra na carreira de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas)?

O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 18 a 24 anos estão 34,4% das admissões de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) — é a idade típica de entrada nesta ocupação.

A diferença entre faixas de idade é pequena: de R$ 1.796,03 em 25 a 29 anos a R$ 1.804,99 em 18 a 24 anos. O salário de entrada de bilheteiro (estações de metrô, ferroviárias e assemelhadas) é definido pelo posto, e quase não premia tempo de estrada no momento da admissão.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

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CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.