Trabalho e Salários

Auxiliar de pessoal: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de auxiliar de pessoal no Brasil foi de R$ 2.210 por mês, e a média R$ 2.314,90. O cálculo usa 18.853 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 4110-30.

Salário mediano

R$ 2.210

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 2.314,90

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 1.910–R$ 2.550

metade das contratações

Amostra

18.853

contratações no período

Como o salário de auxiliar de pessoal se distribui

Distribuição do salário de admissão de auxiliar de pessoal: metade das contratações entre R$ 1.910 e R$ 2.550, mediana de R$ 2.210A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 1.910) ao terceiro quartil (R$ 2.550). A linha grossa é a mediana, de R$ 2.210. O ponto escuro é a média, de R$ 2.314,90. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 1 milR$ 2 milR$ 3 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 2,2 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 18.853 admissões de auxiliar de pessoal em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,4 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 468. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 20.042 admissões e 17.707 desligamentos, saldo de +2.335 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 6.128 admissões e mediana de R$ 2.325.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como auxiliar de pessoal. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica no meio da tabela.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 2 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um auxiliar de pessoal por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 2.325R$ 2.482,396.128
Minas gerais (MG)R$ 2.225R$ 2.326,021.992
Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.025R$ 2.164,161.399
Paraná (PR)R$ 2.225R$ 2.328,481.399
Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.375R$ 2.490,29898
Santa Catarina (SC)R$ 2.525R$ 2.604,35895
Goiás (GO)R$ 2.025R$ 2.105,76806
Bahia (BA)R$ 2.025R$ 2.118,02679
Ceará (CE)R$ 1.875R$ 2.009,25670
Pernambuco (PE)R$ 1.875R$ 1.978,74514
Mato Grosso (MT)R$ 2.325R$ 2.451,19429
Espírito Santo (ES)R$ 2.125R$ 2.240,47414
Pará (PA)R$ 1.925R$ 2.072,93352
Distrito Federal (DF)R$ 2.225R$ 2.307,92338
Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.225R$ 2.419,84252
Amazonas (AM)R$ 1.825R$ 1.992,39237
Acre (AC)R$ 2.025R$ 2.002,82207
Paraíba (PB)R$ 1.825R$ 1.948,65196
Rio Grande do Norte (RN)R$ 1.825R$ 1.939,65190
Maranhão (MA)R$ 1.775R$ 1.914,79178
Sergipe (SE)R$ 1.825R$ 1.967,95140
Alagoas (AL)R$ 1.825R$ 2.040,99118
Rondônia (RO)R$ 1.825R$ 2.064,05111
Piauí (PI)R$ 1.825R$ 1.936,75110
Tocantins (TO)R$ 1.825R$ 2.105,95107
Roraima (RR)—R$ 1.975,8154
Amapá (AP)—R$ 1.973,5638
Mediana do salário de admissão de auxiliar de pessoal por estado, de R$ 2.525 em Santa Catarina (SC) a R$ 2.025 em Bahia (BA)Barras horizontais com a mediana de admissão em cada estado que teve pelo menos 30 contratações de auxiliar de pessoal no período, da maior para a menor.Santa Catarina (SC)R$ 2.525Rio Grande do Sul (RS)R$ 2.375São Paulo (SP)R$ 2.325Mato Grosso (MT)R$ 2.325Minas gerais (MG)R$ 2.225Paraná (PR)R$ 2.225Distrito Federal (DF)R$ 2.225Mato Grosso do Sul (MS)R$ 2.225Espírito Santo (ES)R$ 2.125Rio de Janeiro (RJ)R$ 2.025Goiás (GO)R$ 2.025Bahia (BA)R$ 2.025
Estados com amostra suficiente, ordenados pela mediana. Fonte: Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio.

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como auxiliar de pessoal no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Até 5ª IncompletoR$ 1.883,75300,2%
6ª a 9ª FundamentalR$ 2.018,26460,2%
Fundamental CompletoR$ 1.966,801901,0%
Médio IncompletoR$ 1.970,004232,2%
Médio CompletoR$ 2.186,138.90847,4%
Superior IncompletoR$ 2.299,393.69519,7%
Superior CompletoR$ 2.563,505.04326,8%
Pós-Graduação completaR$ 2.747,454672,5%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
Até 17 anosR$ 1.751,69260
18 a 24 anosR$ 2.159,176.834
25 a 29 anosR$ 2.373,464.151
30 a 39 anosR$ 2.421,514.596
40 a 49 anosR$ 2.484,592.232
50 anos ou maisR$ 2.454,52767

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.201,16 (3.919 admissões) e mulheres com R$ 2.344,75 (14.934 admissões), uma diferença de 6,1% a favor das mulheres.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 5.295 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 3.706 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 2.733 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 1.919 contratações.
  • Construção: 1.082 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 926 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
4110-30
Título oficial
Auxiliar de pessoal
Família ocupacional
4110 — Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Outros nomes para auxiliar de pessoal

A CBO registra estes sinônimos para o código 4110-30. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.

  • Apontador de cartões de ponto

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um auxiliar de pessoal?
Na contratação, a mediana foi de R$ 2.210 por mês e a média R$ 2.314,90. Metade das 18.853 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.910 e R$ 2.550. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de auxiliar de pessoal?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 4110-30, dentro da família ocupacional 4110 — Agentes, Assistentes e Auxiliares Administrativos.
Em qual estado auxiliar de pessoal ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Santa Catarina teve o maior salário de admissão: R$ 2.525 (895 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser auxiliar de pessoal?
Entre as pessoas contratadas no período, 29,3% tinham ensino superior completo ou mais e 47,4% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de auxiliar de pessoal

O salário de auxiliar de pessoal está na média do mercado formal?

A mediana de R$ 2.210 paga a quem é contratado como auxiliar de pessoal fica a 13% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 71% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 2.314,90 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.210 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.

O que a faixa de R$ 1.910 a R$ 2.550 significa?

Metade das 18.853 contratações de auxiliar de pessoal do período ficou entre R$ 1.910 e R$ 2.550. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.910 e um quarto, mais de R$ 2.550. A distância entre as duas pontas é de R$ 640 por mês, ou R$ 7.680 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

A dispersão é moderada: o terceiro quartil é 1,34 vez o primeiro. Há espaço de negociação em torno da mediana de R$ 2.210, e a diferença normalmente vem do porte do empregador, da região e da experiência que o empregador reconhece no momento de contratar um auxiliar de pessoal.

Em que estado vale mais a pena trabalhar como auxiliar de pessoal?

Entre os 25 estados com amostra suficiente, Santa Catarina pagou a maior mediana de admissão a auxiliar de pessoal: R$ 2.525 em 895 contratações. A menor ficou em Maranhão, com R$ 1.775 em 178 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 42%, ou R$ 750 por mês.

Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 6.128 das 18.853 admissões de auxiliar de pessoal no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 42% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um auxiliar de pessoal?

O mercado de auxiliar de pessoal é misto: 29,3% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (8.908 de 18.802 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 2.747,45, contra R$ 1.883,75 de quem entrou com "Até 5ª Incompleto" — 46% de diferença. A CBO em si não exige diploma para auxiliar de pessoal; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um auxiliar de pessoal encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou auxiliar de pessoal foi "Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas", com 5.295 admissões, ou 33,8% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 74,9% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como auxiliar de pessoal: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,4 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

O mercado de auxiliar de pessoal está abrindo vagas?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 20.042 admissões e 17.707 desligamentos de auxiliar de pessoal, um saldo de +2.335 postos formais. O saldo positivo equivale a 11,7% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 12 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 20.042 admissões não querem dizer que existam 20.042 pessoas trabalhando como auxiliar de pessoal no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Jornada contratada

As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.

Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).

Ver no glossário completo

CNAE

Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.

Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).

Ver no glossário completo

Grau de instrução

A escolaridade declarada pelo empregador na admissão, do analfabeto ao doutorado. Mostra o que o mercado exigiu de fato nas contratações do período, que não é necessariamente o que a lei ou o conselho profissional exige.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.