Trabalho e Salários

Analista de planejamento e orçamento - apo: quanto ganha e qual é o salário médio

A mediana do salário de admissão de analista de planejamento e orçamento - apo no Brasil foi de R$ 4.510 por mês, e a média R$ 5.395,57. O cálculo usa 1.303 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 1115-10.

Salário mediano

R$ 4.510

metade ganha mais, metade menos

Salário médio

R$ 5.395,57

média aritmética

Faixa mais comum

R$ 3.310–R$ 6.510

metade das contratações

Amostra

1.303

contratações no período

Como o salário de analista de planejamento e orçamento - apo se distribui

Distribuição do salário de admissão de analista de planejamento e orçamento - apo: metade das contratações entre R$ 3.310 e R$ 6.510, mediana de R$ 4.510A faixa colorida vai do primeiro quartil (R$ 3.310) ao terceiro quartil (R$ 6.510). A linha grossa é a mediana, de R$ 4.510. O ponto escuro é a média, de R$ 5.395,57. A linha tracejada é a mediana nacional de admissão, de R$ 1.950.R$ 0R$ 2 milR$ 4 milR$ 6 milR$ 8 milmediana nacionalp25p75mediana R$ 4,5 mil
Faixa interquartil, mediana e média das 1.303 admissões de analista de planejamento e orçamento - apo em março de 2026 a agosto de 2026. Gráfico próprio, gerado a partir dos microdados do Novo CAGED.

O que esses números dizem

  • Jornada contratada média: 43,2 horas semanais.
  • No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 78. Veja as profissões que mais pagam.
  • Movimentação no período: 1.315 admissões e 1.516 desligamentos, saldo de -201 vagas formais.
  • Estado que mais contratou: São Paulo, com 534 admissões e mediana de R$ 5.025.

Antes de usar este número

Como ler este número

É salário de admissão, não salário de carreira

O valor é o combinado no contrato no dia em que a pessoa foi contratada como analista de planejamento e orçamento - apo. Quem está na empresa há anos, recebeu promoção ou acumulou adicionais ganha mais do que isto. Entre as ocupações de amostra grande, esta fica entre as 10% que mais pagam.

De onde vem o dado

Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026

São as competências 202603, 202604, 202605, 202606, 202607, 202608, baixadas do PDET do Ministério do Trabalho e Emprego e conferidas em 07/10/2026. Dados públicos, sem identificação do trabalhador. A classificação das ocupações é a CBO 2002.

Cuidado

Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito

Só publicamos valor com 30 admissões ou mais no recorte. É por isso que 5 estados da tabela aparecem sem mediana: havia contratações, mas poucas demais para um valor estável.

O que fazer com isso

Compare com o piso da sua categoria

Nenhum salário pode ficar abaixo do piso da convenção coletiva, do piso legal da categoria ou do salário mínimo. Confira a convenção vigente no Sistema Mediador e veja os pisos salariais por categoria.

Quanto ganha um analista de planejamento e orçamento - apo por estado

Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.

EstadoMedianaMédiaContratações
São Paulo (SP)R$ 5.025R$ 5.583,21534
Minas gerais (MG)R$ 3.925R$ 4.859,66260
Rio de Janeiro (RJ)—R$ 7.021,3889
Paraná (PR)—R$ 4.461,0264
Goiás (GO)—R$ 4.729,1064
Santa Catarina (SC)—R$ 5.035,3852
Espírito Santo (ES)—R$ 6.370,5037

Salário por escolaridade

Escolaridade declarada de quem foi contratado como analista de planejamento e orçamento - apo no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.

EscolaridadeSalário médioContrataçõesParticipação
Médio CompletoR$ 3.648,0235727,8%
Superior IncompletoR$ 4.026,9514511,3%
Superior CompletoR$ 6.213,8165450,9%
Pós-Graduação completaR$ 7.456,0812810,0%

Salário por faixa de idade

O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.

Faixa de idadeSalário médioContratações
18 a 24 anosR$ 3.671,00224
25 a 29 anosR$ 4.967,47391
30 a 39 anosR$ 5.809,22447
40 a 49 anosR$ 6.801,95165
50 anos ou maisR$ 7.557,4271

Homens e mulheres

Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 5.559,27 (707 admissões) e mulheres com R$ 5.201,37 (596 admissões), uma diferença de 6,9% a favor dos homens.

Setores que mais contratam

Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.

  • Construção: 303 contratações.
  • Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 179 contratações.
  • Indústrias de Transformação: 157 contratações.
  • Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 149 contratações.
  • Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 142 contratações.
  • Transporte, Armazenagem e Correio: 100 contratações.

A ocupação na CBO

Código CBO 2002
1115-10
Título oficial
Analista de planejamento e orçamento - apo
Família ocupacional
1115 — Gestores Públicos

O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.

Como esse valor é calculado

Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).

  • É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
  • É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
  • Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
  • Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um analista de planejamento e orçamento - apo?
Na contratação, a mediana foi de R$ 4.510 por mês e a média R$ 5.395,57. Metade das 1.303 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 3.310 e R$ 6.510. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
Qual é o CBO de analista de planejamento e orçamento - apo?
O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 1115-10, dentro da família ocupacional 1115 — Gestores Públicos.
Em qual estado analista de planejamento e orçamento - apo ganha mais?
Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 7.021 (89 contratações no período).
Precisa de faculdade para ser analista de planejamento e orçamento - apo?
Entre as pessoas contratadas no período, 60,9% tinham ensino superior completo ou mais e 27,8% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
Esse salário é líquido ou bruto?
É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.

Ocupações relacionadas

Entendendo o salário de analista de planejamento e orçamento - apo

Quanto um analista de planejamento e orçamento - apo ganha acima da mediana do país?

A mediana de R$ 4.510 paga a quem é contratado como analista de planejamento e orçamento - apo é mais do que o dobro da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 98% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.

A média de R$ 5.395,57 está 20% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de analista de planejamento e orçamento - apo bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.

Por que o salário de analista de planejamento e orçamento - apo varia tanto de um contrato para o outro?

Metade das 1.303 contratações de analista de planejamento e orçamento - apo do período ficou entre R$ 3.310 e R$ 6.510. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 3.310 e um quarto, mais de R$ 6.510. A distância entre as duas pontas é de R$ 3.200 por mês, ou R$ 38.400 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.

O terceiro quartil é 2 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de analista de planejamento e orçamento - apo está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.

Onde analista de planejamento e orçamento - apo ganha mais e onde ganha menos no Brasil?

Entre os 2 estados com amostra suficiente, São Paulo pagou a maior mediana de admissão a analista de planejamento e orçamento - apo: R$ 5.025 em 534 contratações. A menor ficou em Minas gerais, com R$ 3.925 em 260 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 28%, ou R$ 1.100 por mês.

São Paulo lidera as duas colunas: foi o estado que mais contratou analista de planejamento e orçamento - apo no período e também o que pagou a maior mediana. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 28% vista aqui.

Que escolaridade o mercado exige de um analista de planejamento e orçamento - apo?

O mercado de analista de planejamento e orçamento - apo é misto: 60,9% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Superior Completo" (654 de 1.284 contratações classificadas).

A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 7.456,08, contra R$ 3.648,02 de quem entrou com "Médio Completo" — 104% de diferença. A CBO em si não exige diploma para analista de planejamento e orçamento - apo; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.

Em que setores um analista de planejamento e orçamento - apo encontra vaga?

Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou analista de planejamento e orçamento - apo foi "Construção", com 303 admissões, ou 29,4% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Indústrias de Transformação — chega-se a 62,0% das contratações.

A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como analista de planejamento e orçamento - apo: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 43,2 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.

Por que analista de planejamento e orçamento - apo fechou mais vagas do que abriu?

Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 1.315 admissões e 1.516 desligamentos de analista de planejamento e orçamento - apo, um saldo de -201 postos formais. O saldo negativo equivale a 15,3% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.

Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 1.315 admissões não querem dizer que existam 1.315 pessoas trabalhando como analista de planejamento e orçamento - apo no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.

Os termos que esta página usa

CBO

Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Família ocupacional

Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.

Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.

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CAGED

Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Admissão

A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Desligamento

A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo de empregos

Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".

Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.

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Mediana

O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.

Ver no glossário completo

Média

A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.

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Quartil

Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.

Ver no glossário completo

Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.

Fonte dos dados

  • Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
  • Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
  • Data da coleta: 07/10/2026.
  • Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
  • Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
  • Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
  • Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.

Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.