Agente de estação (ferrovia e metrô): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de agente de estação (ferrovia e metrô) no Brasil foi de R$ 1.810 por mês, e a média R$ 2.117,24. O cálculo usa 775 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3424-05.
Salário mediano
R$ 1.810
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.117,24
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.810–R$ 2.150
metade das contratações
Amostra
775
contratações no período
Como o salário de agente de estação (ferrovia e metrô) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 38 horas semanais.
- No ranking de salário mediano entre as 898 ocupações com amostra grande (mínimo de 500 contratações), esta ocupação está na posição 783. Veja as profissões que mais pagam.
- Movimentação no período: 775 admissões e 755 desligamentos, saldo de +20 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 584 admissões e mediana de R$ 1.825.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um agente de estação (ferrovia e metrô) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 1.825 | R$ 2.047,89 | 584 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.175 | R$ 2.300,99 | 110 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como agente de estação (ferrovia e metrô) no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 2.026,80 | 664 | 95,7% |
| Superior Completo | R$ 3.417,54 | 30 | 4,3% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 1.943,62 | 230 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.159,45 | 125 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.349,63 | 208 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.104,99 | 141 |
| 50 anos ou mais | R$ 1.955,16 | 68 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.348,65 (308 admissões) e mulheres com R$ 1.964,61 (467 admissões), uma diferença de 19,5% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Construção: 451 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 313 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 4 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 3 contratações.
- Indústrias de Transformação: 2 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3424-05
- Título oficial
- Agente de estação (ferrovia e metrô)
- Família ocupacional
- 3424 — Técnicos em Transportes Metroferroviários
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para agente de estação (ferrovia e metrô)
A CBO registra estes sinônimos para o código 3424-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Agente de pátio e terminais (ferrovia e metrô)
- Assistente de estação (metrô e ferrovia)
- Chefe de estação (ferrovia)
- Supervisor de estação (metrô e ferrovia)
- Supervisor geral de operação (metrô)
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um agente de estação (ferrovia e metrô)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 1.810 por mês e a média R$ 2.117,24. Metade das 775 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.150. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de agente de estação (ferrovia e metrô)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3424-05, dentro da família ocupacional 3424 — Técnicos em Transportes Metroferroviários.
- Em qual estado agente de estação (ferrovia e metrô) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Mato Grosso teve o maior salário de admissão: R$ 2.175 (110 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser agente de estação (ferrovia e metrô)?
- Entre as pessoas contratadas no período, 4,3% tinham ensino superior completo ou mais e 95,7% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Operador de centro de controle (ferrovia e metrô) · R$ 2.270
- Técnico de enfermagem · R$ 2.390
- Assistente de vendas · R$ 2.050
- Auxiliar de desenvolvimento infantil · R$ 1.850
- Técnico em segurança do trabalho · R$ 3.870
- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
- Controlador de entrada e saída · R$ 2.030
- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
- Inspetor de qualidade · R$ 2.410
- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
- Tecnólogo em logística de transporte · R$ 2.610
- Técnico de obras civis · R$ 3.190
Entendendo o salário de agente de estação (ferrovia e metrô)
O salário de agente de estação (ferrovia e metrô) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 1.810 paga a quem é contratado como agente de estação (ferrovia e metrô) fica a 7% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 17% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.117,24 está 17% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de agente de estação (ferrovia e metrô) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que quase todo agente de estação (ferrovia e metrô) entra ganhando o mesmo valor?
Metade das 775 contratações de agente de estação (ferrovia e metrô) do período ficou entre R$ 1.810 e R$ 2.150. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.810 e um quarto, mais de R$ 2.150. A distância entre as duas pontas é de R$ 340 por mês, ou R$ 4.080 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
As pontas estão próximas: o terceiro quartil é apenas 1,19 vez o primeiro. Isso acontece quando um piso de convenção coletiva, um piso legal ou o próprio salário mínimo governam a contratação de agente de estação (ferrovia e metrô). Nesses casos, negociar acima da faixa é mais difícil, e o ganho costuma vir de adicionais e horas extras — que não entram neste valor.
Onde agente de estação (ferrovia e metrô) ganha mais e onde ganha menos no Brasil?
Entre os 2 estados com amostra suficiente, Mato Grosso pagou a maior mediana de admissão a agente de estação (ferrovia e metrô): R$ 2.175 em 110 contratações. A menor ficou em São Paulo, com R$ 1.825 em 584 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 19%, ou R$ 350 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 584 das 775 admissões de agente de estação (ferrovia e metrô) no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 19% vista aqui.
Dá para trabalhar como agente de estação (ferrovia e metrô) sem faculdade?
A faculdade não é a porta de entrada: só 4,3% das admissões de agente de estação (ferrovia e metrô) foram de pessoas com ensino superior completo. O perfil mais frequente foi "Médio Completo", com 664 das 694 contratações classificadas, e o ensino médio completo respondeu por 95,7%.
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 3.417,54, contra R$ 2.026,80 de quem entrou com "Médio Completo" — 69% de diferença. A CBO em si não exige diploma para agente de estação (ferrovia e metrô); o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um agente de estação (ferrovia e metrô) encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou agente de estação (ferrovia e metrô) foi "Construção", com 451 admissões, ou 58,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Construção, Transporte, Armazenagem e Correio, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 99,2% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como agente de estação (ferrovia e metrô): a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 38 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
O mercado de agente de estação (ferrovia e metrô) está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 775 admissões e 755 desligamentos de agente de estação (ferrovia e metrô), um saldo de +20 postos formais. O saldo positivo equivale a 2,6% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 3 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 775 admissões não querem dizer que existam 775 pessoas trabalhando como agente de estação (ferrovia e metrô) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
CNAE
Classificação Nacional de Atividades Econômicas: o código que diz o que a empresa faz, não o que o trabalhador faz. É por ela que se descobre quais setores contratam uma ocupação — comércio, saúde, construção, indústria.
Fonte: Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) — IBGE / Comissão Nacional de Classificação (Concla).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.