Supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo no Brasil foi de R$ 3.250 por mês, e a média R$ 4.540,34. O cálculo usa 234 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3732-20.
Salário mediano
R$ 3.250
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 4.540,34
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 2.010–R$ 6.010
metade das contratações
Amostra
234
contratações no período
Como o salário de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 42,7 horas semanais.
- Movimentação no período: 245 admissões e 336 desligamentos, saldo de -91 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 99 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | — | R$ 3.911,56 | 99 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 6.243,27 | 45 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Médio Completo | R$ 3.201,26 | 113 | 57,9% |
| Superior Completo | R$ 6.072,98 | 82 | 42,1% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 25 a 29 anos | R$ 3.385,26 | 40 |
| 30 a 39 anos | R$ 4.865,25 | 81 |
| 40 a 49 anos | R$ 5.604,90 | 50 |
| 50 anos ou mais | R$ 5.484,67 | 32 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.370,84 (173 admissões) e mulheres com R$ 5.021,04 (61 admissões), uma diferença de 12,9% a favor das mulheres.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 97 contratações.
- Informação e Comunicação: 62 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 23 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 16 contratações.
- Indústrias de Transformação: 9 contratações.
- Construção: 8 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3732-20
- Título oficial
- Supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo
- Família ocupacional
- 3732 — Técnicos em Operação de Sistemas de Televisão e de Produtoras de Vídeo
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo
A CBO registra estes sinônimos para o código 3732-20. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Chefe de operações de sistemas de televisão e produtoras de vídeo
- Coordenador de operações de sistemas de televisão e produtoras de vídeo
- Supervisor de operações de sistemas de televisão e produtoras de vídeo
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 3.250 por mês e a média R$ 4.540,34. Metade das 234 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 2.010 e R$ 6.010. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3732-20, dentro da família ocupacional 3732 — Técnicos em Operação de Sistemas de Televisão e de Produtoras de Vídeo.
- Em qual estado supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 6.243 (45 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo?
- Entre as pessoas contratadas no período, 42,1% tinham ensino superior completo ou mais e 57,9% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Supervisor de operacoes (midias audiovisuais) · R$ 3.310
- Supervisor tecnico (midias audiovisuais) · R$ 3.890
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- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
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- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
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- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
- Tecnólogo em logística de transporte · R$ 2.610
Entendendo o salário de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo
Quanto um supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 3.250 paga a quem é contratado como supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo fica 67% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950 — uma distância grande. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 93% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 4.540,34 está 40% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que o salário de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 234 contratações de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo do período ficou entre R$ 2.010 e R$ 6.010. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 2.010 e um quarto, mais de R$ 6.010. A distância entre as duas pontas é de R$ 4.000 por mês, ou R$ 48.000 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 3 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Que escolaridade o mercado exige de um supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo?
O mercado de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo é misto: 42,1% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (113 de 195 contratações classificadas).
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Superior Completo" recebeu em média R$ 6.072,98, contra R$ 3.201,26 de quem entrou com "Médio Completo" — 90% de diferença. A CBO em si não exige diploma para supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Em que setores um supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo encontra vaga?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo foi "Atividades Administrativas e Serviços Complementares", com 97 admissões, ou 45,1% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Informação e Comunicação, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 84,7% das contratações.
A distribuição por vários setores é uma boa notícia para quem procura vaga como supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo: a ocupação não depende de um único ramo da economia e consegue migrar quando um setor esfria. A jornada contratada média foi de 42,7 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 245 admissões e 336 desligamentos de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo, um saldo de -91 postos formais. O saldo negativo equivale a 37,1% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 245 admissões não querem dizer que existam 245 pessoas trabalhando como supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 30 a 39 anos estão 39,9% das admissões de supervisor técnico operacional de sistemas de televisão e produtoras de vídeo — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 40 a 49 anos entrou com média de R$ 5.604,90 e 25 a 29 anos, com R$ 3.385,26 — 66% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.