Bancário: quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de bancário no Brasil foi de R$ 2.310 por mês, e a média R$ 2.492,95. O cálculo usa 12.528 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). Na CBO a profissão não tem um código único: ela se divide em 5 ocupações, somadas aqui.
Família de escriturários de serviços bancários, que é como o emprego em banco aparece na CBO.
Salário mediano
R$ 2.310
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.492,95
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.830–R$ 3.090
metade das contratações
Amostra
12.528
contratações no período
Como o salário de bancário se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 40,2 horas semanais.
- Movimentação no período: 14.107 admissões e 14.033 desligamentos, saldo de +74 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 2.461 admissões e mediana de R$ 2.525.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um bancário por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | R$ 2.525 | R$ 2.678,06 | 2.461 |
| Minas gerais (MG) | R$ 2.575 | R$ 2.591,87 | 1.620 |
| Paraná (PR) | R$ 2.325 | R$ 2.425,39 | 1.061 |
| Santa Catarina (SC) | R$ 2.275 | R$ 2.549,13 | 1.059 |
| Rio Grande do Sul (RS) | R$ 2.675 | R$ 2.718,28 | 955 |
| Rio de Janeiro (RJ) | R$ 2.175 | R$ 2.582,59 | 691 |
| Goiás (GO) | R$ 2.175 | R$ 2.375,60 | 502 |
| Maranhão (MA) | R$ 1.725 | R$ 2.052,43 | 439 |
| Ceará (CE) | R$ 1.675 | R$ 1.944,57 | 422 |
| Bahia (BA) | R$ 1.975 | R$ 2.448,05 | 407 |
| Mato Grosso (MT) | R$ 2.225 | R$ 2.342,37 | 370 |
| Espírito Santo (ES) | R$ 2.275 | R$ 2.254,02 | 331 |
| Distrito Federal (DF) | R$ 1.725 | R$ 2.185,19 | 272 |
| Pernambuco (PE) | R$ 1.925 | R$ 2.475,11 | 266 |
| Pará (PA) | R$ 2.525 | R$ 2.885,21 | 236 |
| Mato Grosso do Sul (MS) | R$ 2.525 | R$ 2.571,20 | 228 |
| Rondônia (RO) | R$ 1.925 | R$ 2.042,61 | 201 |
| Piauí (PI) | R$ 1.675 | R$ 2.025,53 | 160 |
| Paraíba (PB) | R$ 1.725 | R$ 2.319,22 | 152 |
| Amazonas (AM) | R$ 1.775 | R$ 2.290,25 | 145 |
| Sergipe (SE) | R$ 2.525 | R$ 2.428,73 | 137 |
| Rio Grande do Norte (RN) | R$ 1.825 | R$ 2.318,71 | 130 |
| Tocantins (TO) | R$ 2.125 | R$ 2.327,20 | 103 |
| Acre (AC) | — | R$ 2.249,89 | 56 |
| Alagoas (AL) | — | R$ 2.968,03 | 52 |
| Amapá (AP) | — | R$ 2.774,67 | 37 |
| Roraima (RR) | — | R$ 1.904,71 | 30 |
Salário por escolaridade
Escolaridade declarada de quem foi contratado como bancário no período. Serve como retrato do que o mercado exige na prática.
| Escolaridade | Salário médio | Contratações | Participação |
|---|---|---|---|
| Fundamental Completo | R$ 1.809,41 | 88 | 0,7% |
| Médio Incompleto | R$ 1.924,83 | 173 | 1,4% |
| Médio Completo | R$ 2.120,04 | 5.239 | 42,0% |
| Superior Incompleto | R$ 2.686,57 | 3.300 | 26,5% |
| Superior Completo | R$ 2.847,80 | 3.184 | 25,5% |
| Pós-Graduação completa | R$ 3.239,49 | 482 | 3,9% |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| Até 17 anos | R$ 1.783,35 | 103 |
| 18 a 24 anos | R$ 2.302,50 | 4.679 |
| 25 a 29 anos | R$ 2.531,11 | 3.133 |
| 30 a 39 anos | R$ 2.632,33 | 3.265 |
| 40 a 49 anos | R$ 2.684,14 | 990 |
| 50 anos ou mais | R$ 3.131,55 | 330 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 2.728,40 (4.166 admissões) e mulheres com R$ 2.375,64 (8.362 admissões), uma diferença de 14,8% a favor dos homens.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 7.863 contratações.
- Atividades Administrativas e Serviços Complementares: 1.814 contratações.
- Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas: 1.596 contratações.
- Alojamento e Alimentação: 482 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 143 contratações.
- Transporte, Armazenagem e Correio: 142 contratações.
Como a CBO classifica essa profissão
- Profissão
- Bancário
- Ocupações da CBO somadas
- 5
- Grande grupo
- Trabalhadores de serviços administrativos
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Ocupações da CBO somadas nesta página
Cada uma tem página própria, com o salário calculado só para aquele código.
| Ocupação | CBO | Mediana | Contratações |
|---|---|---|---|
| Atendente de agência | 4132-05 | R$ 2.310 | 7.233 |
| Caixa de banco | 4132-10 | R$ 2.090 | 3.867 |
| Escriturário de banco | 4132-25 | R$ 3.330 | 938 |
| Operador de cobrança bancária | 4132-30 | R$ 1.890 | 338 |
| Conferente de serviços bancários | 4132-20 | R$ 2.350 | 147 |
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um bancário?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.310 por mês e a média R$ 2.492,95. Metade das 12.528 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.830 e R$ 3.090. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de bancário?
- A CBO não tem um código único para bancário: a profissão se divide em 5 ocupações. As mais usadas são 4132-05 (Atendente de agência), 4132-10 (Caixa de banco), 4132-25 (Escriturário de banco), 4132-30 (Operador de cobrança bancária).
- Em qual estado bancário ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Alagoas teve o maior salário de admissão: R$ 2.968 (52 contratações no período).
- Precisa de faculdade para ser bancário?
- Entre as pessoas contratadas no período, 29,4% tinham ensino superior completo ou mais e 42,0% tinham ensino médio completo. A CBO não exige diploma por si só; a escolaridade acima é a observada nas contratações reais.
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Atendente de agência · R$ 2.310
- Caixa de banco · R$ 2.090
- Escriturário de banco · R$ 3.330
- Operador de cobrança bancária · R$ 1.890
- Conferente de serviços bancários · R$ 2.350
- Operador de caixa · R$ 1.830
- Auxiliar de logistica · R$ 2.030
- Assistente administrativo · R$ 2.210
- Auxiliar de escritório · R$ 1.950
- Recepcionista, em geral · R$ 1.810
- Almoxarife · R$ 2.110
- Operador de telemarketing ativo e receptivo · R$ 1.630
Entendendo o salário de bancário
Quanto um bancário ganha acima da mediana do país?
A mediana de R$ 2.310 paga a quem é contratado como bancário fica 18% acima da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 77% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 2.492,95 fica pouco acima da mediana, o que é o padrão em salário: há sempre alguns contratos altos, e eles levantam um pouco a média. Para a pergunta "quanto eu ganharia", a mediana de R$ 2.310 continua sendo a referência mais honesta. A média nacional de admissão, para comparação, foi de R$ 2.395,67.
Por que o salário de bancário varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 12.528 contratações de bancário do período ficou entre R$ 1.830 e R$ 3.090. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.830 e um quarto, mais de R$ 3.090. A distância entre as duas pontas é de R$ 1.260 por mês, ou R$ 15.120 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 1,7 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de bancário está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Em que estado vale mais a pena trabalhar como bancário?
Entre os 23 estados com amostra suficiente, Rio Grande do Sul pagou a maior mediana de admissão a bancário: R$ 2.675 em 955 contratações. A menor ficou em Piauí, com R$ 1.675 em 160 contratações. A diferença entre as duas pontas é de 60%, ou R$ 1.000 por mês.
Quem mais contratou não foi o estado que mais paga: São Paulo respondeu por 2.461 das 12.528 admissões de bancário no período, o maior volume do País. Volume e salário são perguntas diferentes, e vale olhar as duas colunas da tabela acima. Antes de usar essa diferença para decidir uma mudança, desconte o custo de vida: aluguel e transporte variam mais entre capitais do que a diferença de 60% vista aqui.
Que escolaridade o mercado exige de um bancário?
O mercado de bancário é misto: 29,4% das admissões foram de pessoas com ensino superior completo ou mais, e a escolaridade mais frequente foi "Médio Completo" (5.239 de 12.466 contratações classificadas).
A escolaridade mexe no valor: quem entrou com "Pós-Graduação completa" recebeu em média R$ 3.239,49, contra R$ 1.809,41 de quem entrou com "Fundamental Completo" — 79% de diferença. A CBO em si não exige diploma para bancário; o que está na tabela é o que os empregadores de fato contrataram entre março de 2026 a agosto de 2026.
Quem contrata bancário é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou bancário foi "Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados", com 7.863 admissões, ou 65,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados, Atividades Administrativas e Serviços Complementares, Comércio, Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas — chega-se a 93,6% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de bancário tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 40,2 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
O mercado de bancário está abrindo vagas?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 14.107 admissões e 14.033 desligamentos de bancário, um saldo de +74 postos formais. O saldo positivo equivale a 0,5% das contratações do período: de cada cem pessoas contratadas, cerca de 1 ocuparam uma vaga nova, e o resto substituiu quem saiu.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 14.107 admissões não querem dizer que existam 14.107 pessoas trabalhando como bancário no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Família ocupacional
Grupo de ocupações parecidas dentro da CBO, identificado pelos quatro primeiros dígitos do código. Serve para comparar uma ocupação com as suas vizinhas quando a amostra da ocupação isolada é pequena.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
Grande grupo
O primeiro nível da CBO, indicado pelo primeiro dígito do código: dez agrupamentos que vão dos membros das forças armadas aos trabalhadores de manutenção e reparação. É o recorte mais largo da classificação.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.