Atleta profissional (outras modalidades): quanto ganha e qual é o salário médio
A mediana do salário de admissão de atleta profissional (outras modalidades) no Brasil foi de R$ 2.010 por mês, e a média R$ 5.407,15. O cálculo usa 252 contratações com carteira assinada registradas em março de 2026 a agosto de 2026 nos microdados do Novo CAGED (Ministério do Trabalho e Emprego). O código da ocupação na CBO é 3771-05.
Salário mediano
R$ 2.010
metade ganha mais, metade menos
Salário médio
R$ 5.407,15
média aritmética
Faixa mais comum
R$ 1.630–R$ 8.470
metade das contratações
Amostra
252
contratações no período
Como o salário de atleta profissional (outras modalidades) se distribui
O que esses números dizem
- Jornada contratada média: 40,8 horas semanais.
- Movimentação no período: 296 admissões e 446 desligamentos, saldo de -150 vagas formais.
- Estado que mais contratou: São Paulo, com 91 admissões.
Antes de usar este número
Como ler este número
É salário de admissão, não salário de carreira
De onde vem o dado
Microdados do Novo CAGED, março de 2026 a agosto de 2026
Cuidado
Amostra pequena esconde o número, e isso é de propósito
O que fazer com isso
Compare com o piso da sua categoria
Quanto ganha um atleta profissional (outras modalidades) por estado
Estados com pelo menos 30 contratações no período. A mediana aparece só onde houve 100 contratações ou mais.
| Estado | Mediana | Média | Contratações |
|---|---|---|---|
| São Paulo (SP) | — | R$ 4.261,78 | 91 |
| Rio de Janeiro (RJ) | — | R$ 8.992,12 | 58 |
| Minas gerais (MG) | — | R$ 6.823,69 | 55 |
Salário por faixa de idade
O CAGED não registra anos de experiência. A idade de quem é contratado é a aproximação mais próxima disponível.
| Faixa de idade | Salário médio | Contratações |
|---|---|---|
| 18 a 24 anos | R$ 4.140,52 | 81 |
| 25 a 29 anos | R$ 6.947,07 | 78 |
| 30 a 39 anos | R$ 5.957,86 | 73 |
Homens e mulheres
Entre as contratações do período, homens entraram com salário médio de R$ 4.715,62 (163 admissões) e mulheres com R$ 6.673,67 (89 admissões), uma diferença de 29,3% a favor das mulheres.
Setores que mais contratam
Seção da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do estabelecimento que contratou.
- Artes, Cultura, Esporte e Recreação: 169 contratações.
- Educação: 35 contratações.
- Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas: 13 contratações.
- Outras Atividades de Serviços: 12 contratações.
- Atividades Financeiras, de Seguros e Serviços Relacionados: 10 contratações.
- Saúde Humana e Serviços Sociais: 5 contratações.
A ocupação na CBO
- Código CBO 2002
- 3771-05
- Título oficial
- Atleta profissional (outras modalidades)
- Família ocupacional
- 3771 — Atletas Profissionais
- Grande grupo
- Técnicos de nível médio
O código CBO é usado na carteira de trabalho, no eSocial, na RAIS e no contrato de trabalho. Consulte a tabela CBO completa.
Outros nomes para atleta profissional (outras modalidades)
A CBO registra estes sinônimos para o código 3771-05. Cargos com esses nomes costumam ser classificados na mesma ocupação.
- Atleta da ginástica
- Atleta da natação
- Atleta de bodybare
- Atleta de canoagem
- Atleta de ciclismo
- Atleta de esgrima
- Atleta de futvôlei
- Atleta de handebol
- Atleta de nado sincronizado
- Atleta de paraquedismo
- Atleta de patinação
- Atleta de peteca
Como esse valor é calculado
Média e mediana do salário contratual de admissão declarado ao Novo CAGED. Consideradas apenas admissões (saldo +1) com salário informado em unidade mensal, excluindo contratos de jornada parcial, trabalho intermitente e aprendizes. Mediana e quartis calculados sobre histograma de faixas de R$ 20 (R$ 50 nos recortes por UF).
- É o salário de admissão: o valor combinado no momento da contratação. Quem já está na empresa há anos costuma ganhar mais.
- É valor bruto mensal, antes de INSS, imposto de renda e descontos, e sem adicionais variáveis (horas extras, comissões, insalubridade).
- Cobre apenas o emprego formal com carteira assinada (CLT) informado ao CAGED. Não inclui autônomos, MEI, servidores estatutários nem trabalho informal.
- Números só aparecem quando há pelo menos 30 admissões no recorte. Recortes menores ficam de fora para não publicar média sem base.
Perguntas frequentes
- Quanto ganha um atleta profissional (outras modalidades)?
- Na contratação, a mediana foi de R$ 2.010 por mês e a média R$ 5.407,15. Metade das 252 admissões registradas em março de 2026 a agosto de 2026 ficou entre R$ 1.630 e R$ 8.470. É valor bruto, no emprego formal com carteira assinada, segundo os microdados do Novo CAGED (MTE).
- Qual é o CBO de atleta profissional (outras modalidades)?
- O código da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) é 3771-05, dentro da família ocupacional 3771 — Atletas Profissionais.
- Em qual estado atleta profissional (outras modalidades) ganha mais?
- Entre os estados com amostra suficiente, Rio de Janeiro teve o maior salário de admissão: R$ 8.992 (58 contratações no período).
- Esse salário é líquido ou bruto?
- É o salário bruto mensal registrado no contrato, antes de INSS e imposto de renda, e sem horas extras, comissões, adicionais ou benefícios. O valor que cai na conta é menor.
Ocupações relacionadas
- Atleta profissional de futebol · R$ 1.810
- Atleta profissional de luta · R$ 2.010
- Técnico de enfermagem · R$ 2.390
- Assistente de vendas · R$ 2.050
- Auxiliar de desenvolvimento infantil · R$ 1.850
- Técnico em segurança do trabalho · R$ 3.870
- Agente de vendas de serviços · R$ 1.950
- Controlador de entrada e saída · R$ 2.030
- Tecnico de apoio ao usuario de informatica (helpdesk) · R$ 2.210
- Inspetor de qualidade · R$ 2.410
- Inspetor de alunos de escola pública · R$ 1.830
- Tecnólogo em logística de transporte · R$ 2.610
Entendendo o salário de atleta profissional (outras modalidades)
O salário de atleta profissional (outras modalidades) está na média do mercado formal?
A mediana de R$ 2.010 paga a quem é contratado como atleta profissional (outras modalidades) fica a 3% da mediana nacional de admissão, de R$ 1.950, praticamente em linha com o mercado formal. Em outras palavras, o salário de entrada desta ocupação supera o de cerca de 53% das contratações formais do período, contando só as 1.921 ocupações da CBO com amostra suficiente para ter valor publicado. A mediana nacional citada aqui é aproximada: ela sai das medianas de cada ocupação, ponderadas pelo número de admissões de cada uma.
A média de R$ 5.407,15 está 169% acima da mediana, e essa distância é informativa: significa que há contratos de atleta profissional (outras modalidades) bem acima do padrão puxando a média para cima. Para estimar o que você provavelmente receberia numa contratação, a mediana é o número certo.
Por que o salário de atleta profissional (outras modalidades) varia tanto de um contrato para o outro?
Metade das 252 contratações de atleta profissional (outras modalidades) do período ficou entre R$ 1.630 e R$ 8.470. Um quarto entrou ganhando menos de R$ 1.630 e um quarto, mais de R$ 8.470. A distância entre as duas pontas é de R$ 6.840 por mês, ou R$ 82.080 por ano — é esse intervalo, e não um número único, que descreve a realidade de quem está negociando salário.
O terceiro quartil é 5,2 vezes o primeiro, uma dispersão alta. Na prática, o mesmo título de atleta profissional (outras modalidades) está sendo usado para contratos muito diferentes: porte da empresa, região, jornada, especialização e tempo de formação separam as pontas. Vale conferir a tabela por estado e por escolaridade antes de usar qualquer média como parâmetro.
Quem contrata atleta profissional (outras modalidades) é quase sempre um setor só — qual?
Pela seção da CNAE do estabelecimento que assinou o contrato, o setor que mais contratou atleta profissional (outras modalidades) foi "Artes, Cultura, Esporte e Recreação", com 169 admissões, ou 69,3% do total classificado. Somando os três primeiros — Artes, Cultura, Esporte e Recreação, Educação, Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas — chega-se a 88,9% das contratações.
Essa concentração é um dado prático de carreira: a vaga de atleta profissional (outras modalidades) tende a aparecer e desaparecer junto com o ciclo de "Artes, Cultura, Esporte e Recreação". Quando o setor desacelera, a ocupação sente antes das outras. A jornada contratada média foi de 40,8 horas por semana, abaixo do limite de 44 horas da CLT, o que ajuda a explicar um salário mensal menor sem que a hora seja mais barata.
Por que atleta profissional (outras modalidades) fechou mais vagas do que abriu?
Entre março de 2026 a agosto de 2026, o Novo CAGED registrou 296 admissões e 446 desligamentos de atleta profissional (outras modalidades), um saldo de -150 postos formais. O saldo negativo equivale a 50,7% das contratações: houve movimento, mas a ocupação terminou o período com menos postos formais do que começou.
Esse recorte é curto — seis competências, de 202603 a 202608 — e movimento não é estoque: 296 admissões não querem dizer que existam 296 pessoas trabalhando como atleta profissional (outras modalidades) no Brasil, porque uma mesma pessoa pode ter sido contratada mais de uma vez. No agregado de todas as ocupações, o período fechou com saldo de +750.420 postos formais, o que serve de pano de fundo para ler o número acima. Para estoque de empregados, a fonte é a RAIS.
Com que idade se entra na carreira de atleta profissional (outras modalidades)?
O CAGED não registra anos de experiência, e a idade de quem é contratado é a aproximação possível. Na faixa de 18 a 24 anos estão 34,9% das admissões de atleta profissional (outras modalidades) — é a idade típica de entrada nesta ocupação.
A idade pesa no valor: 25 a 29 anos entrou com média de R$ 6.947,07 e 18 a 24 anos, com R$ 4.140,52 — 68% de diferença. Em ocupações assim, experiência reconhecida vale salário na hora da contratação.
Os termos que esta página usa
CBO
Classificação Brasileira de Ocupações: a tabela oficial que dá um código a cada ocupação do mercado de trabalho brasileiro. O código aparece na carteira de trabalho, no contrato, no eSocial e na RAIS, e é por ele que as estatísticas separam uma profissão da outra.
Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002), Portaria MTE nº 397/2002 — Ministério do Trabalho e Emprego.
CAGED
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. Desde 2020, o Novo CAGED é montado a partir do eSocial e registra mês a mês cada admissão e cada desligamento do emprego formal, com salário, ocupação, município, escolaridade e jornada. É a fonte dos salários desta seção.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Admissão
A entrada de um trabalhador num emprego formal, declarada pelo empregador com o salário combinado no contrato. É o momento que o CAGED registra, e é por isso que o valor desta seção é salário de entrada, não a média de quem já tem anos de casa.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Desligamento
A saída de um trabalhador do emprego formal, por demissão, pedido de demissão, fim de contrato ou aposentadoria. O CAGED conta os desligamentos no mesmo mês em que conta as admissões.
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Saldo de empregos
Admissões menos desligamentos num período. Saldo positivo quer dizer que a ocupação abriu mais vagas formais do que fechou; saldo negativo, o contrário. É o indicador que os jornais chamam de "vagas criadas".
Fonte: Novo CAGED — microdados de movimentações, Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) — Ministério do Trabalho e Emprego.
Mediana
O valor que fica exatamente no meio quando se enfileiram todos os salários do menor para o maior: metade ganha mais, metade ganha menos. É mais confiável que a média para falar de salário, porque alguns contratos muito altos não a distorcem.
Média
A soma de todos os salários dividida pelo número de contratos. Quando há poucos salários muito altos, a média sobe e passa a descrever mal o caso típico — por isso publicamos a mediana ao lado dela.
Quartil
Cada um dos três cortes que dividem os salários em quatro partes iguais. O primeiro quartil (p25) é o valor abaixo do qual está um quarto das contratações; o terceiro (p75), o valor abaixo do qual estão três quartos. A distância entre eles mostra se os salários da ocupação são parecidos ou muito espalhados.
Jornada contratada
As horas semanais escritas no contrato de trabalho. A CLT fixa o limite geral em 44 horas por semana, e há jornadas menores por lei ou convenção. Como salários de jornadas diferentes não são comparáveis, usamos a jornada média para situar o valor.
Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho — Decreto-Lei nº 5.452/1943 — Presidência da República (Planalto).
Glossário de salários e mercado de trabalho — todos os 18 termos.
Fonte dos dados
- Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) — Novo CAGED, microdados não identificados de movimentações.
- Período de referência: março de 2026 a agosto de 2026 (competências 202603 a 202608).
- Data da coleta: 07/10/2026.
- Classificação das ocupações: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2002) — MTE, Portaria nº 397/2002: Relatório de Títulos (códigos, títulos e sinônimos) e tabela de domínio do layout oficial do Novo CAGED.
- Arquivos usados: CAGEDMOV202603.7z, CAGEDMOV202604.7z, CAGEDMOV202605.7z, CAGEDMOV202606.7z, CAGEDMOV202607.7z, CAGEDMOV202608.7z, em ftp://ftp.mtps.gov.br/pdet/microdados/NOVO CAGED/.
- Registros processados: 26.803.788 movimentações, das quais 12.235.632 admissões entraram no cálculo dos salários.
- Dados públicos do Governo Federal brasileiro. Atos oficiais não têm proteção autoral (Lei 9.610/1998, art. 8º, IV). Microdados divulgados sem identificação do trabalhador.
Conteúdo informativo. Os valores são salários contratuais declarados pelo empregador no ato da admissão e não representam o salário de toda a categoria nem o salário líquido.